"Nada se espalha com maior rapidez do que um boato" (Virgílio)

Expansão Territorial – Resumo (Parte 02/05)


A ocupação da Amazônia

Depois da expulsão dos franceses do Maranhão em 1615, foi enviada, em 1616, uma expedição à região amazônica, comandada por Francisco Caldeira Castelo Branco. Ele fundou, na foz do Rio Amazonas, o Forte do Presépio, que deu origem à atual cidade de Belém, no Pará.
Em 1637, uma expedição comandada por Pedro Teixeira subiu o Rio Amazonas, atingindo a cidade de Quito, no atual Equador. Mais tarde, foi construído o Forte de São José da Barra do Rio Negro, que deu origem a Manaus, atual capital do Estado do Amazonas.
Para melhor ocupar a região, o Brasil foi dividido administrativamente em dois Estados: Estado do Maranhão e Estado do Brasil. O Estado do Maranhão, com capital em São Luis, incluía as capitanias do Ceará, Maranhão e Grão-Pará. No século XVIII, esse Estado passou a ser denominado Estado do Maranhão e do Grão-Pará, e a capital foi transferida para a cidade de Belém. A reunificação administrativa do Brasil só ocorreu em 1763, no governo do Marquês de Pombal, em Portugal.
Colonos e jesuítas ocuparam a Amazônia. Os colonos tinham como objetivos a exploração das drogas do sertão e o apresamento de índios. A mão-de-obra escrava indígena era utilizada na extração das drogas e também vendida para a agroindústria açucareira do Maranhão.
Os jesuítas organizaram missões, nas quais os indígenas recebiam formação religiosa cristã. Eram eles que construíam as casas, a igreja, os depósitos e trabalhavam na lavoura, em que eram cultivados produtos para a sobrevivência dos moradores da missão.

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