"O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário" (Autoria desconhecida)

"Eu fui vítima da ditadura militar no Brasil"

Entendendo nossa democracia: 4. Finalizando




Muito bem, então o que fazer, hein?
Primeiro entender que é nas eleições para vereadores, prefeitos, deputados e senadores que se provoca a verdadeira mudança. São eles que aprovam as leis para mudar isso tudo que está aí. Mas essas eleições não têm charme, não é? E deixamos pra lá, pro último momento, escolhendo o candidato que alguém indicar e fica por isso mesmo.
Neste caso, a minha recomendação é: se você não tem um candidato confiável, opte pela renovação. Vote em gente nova, com ideias novas, com uma história de empreendedorismo em sua área de atuação. Troque a velharia que lá está. Não vote no sujeito porque ele é pobrezinho, feinho, fala engraçadinho, ou é apenas um palhaço. Agindo assim você não ajuda a subir o nível de nossa representação.  Se é pra votar no palhaço porque faz palhaçada, é preferível votar em branco.
Se você não confia em ninguém, vote no que parecer menos ruim! Assim existe alguma chance de provocar uma mudança. 

Entendendo nossa democracia: 3. o voto nulo (parte IV)




Vamos mais um exercício aqui ó. Suponha que o Brasil só tivesse 12 eleitores. Num segundo turno, seria eleito o candidato que tivesse mais de 50% dos votos. No caso, metade de 12, que são seis, mais um, sete votos.  Considere que o candidato A sempre teve 30% dos eleitores a seu favor, ou seja, dos 12 eleitores, a gente já sabe que quatro sempre votarão em A. E esses quatro são fiéis, militantes, que jamais deixarão de votar para ir à praia. Como o candidato A já tem quatro votos, para ganhar, portanto, precisa disputar mais três votos com o candidato B. Assim ele somará três aos quatro que já tem, terá sete que serão a maioria: metade dos 12 mais um. 

Entendendo nossa democracia: 3. o voto nulo (parte III)




Muito bem, o discurso da campanha pelo voto nulo é quase irresistível, não é? Se ninguém presta, se é tudo a mesma ..., se o processo é viciado, se somos obrigados, vamos nos abster de participar, ué. Parece lógico, não é? A minha opinião acho que você já sabe, mas vou dar um exemplo a seguir, pra deixar ainda mais clara:
No primeiro turno da votação de outubro para presidente estaremos provavelmente diante de cerca de 16 opções de voto, sendo 13 candidatos de diversos partidos mais as opções nulo, branco ou simplesmente não aparecer para votar. Para muita gente as 13 primeiras opções exigirão “escolher o menos pior”.
Aí surge aquele “Não concordo com nada do que está aí, não quero fazer parte desse circo, portanto voto em ninguém”. É o voto da indignação
O voto em branco é diferente. Ele quer dizer: “não sei em quem votar. Fiquei em dúvida e prefiro me abster”. Também é uma opção válida. É o voto da dúvida.
Já o não comparecimento à votação pode querer dizer que “não vale a pena me deslocar até o local da votação para escolher o menos pior. Vou pra praia que ganho mais”. É o voto do desprezo.
Resumo: temos 13 candidatos mais a Indignação, a Dúvida ou o Desprezo.  

Entendendo nossa democracia: 3. o voto nulo (parte II)



... a cada ano de eleição começam outra vez os movimentos para votar nulo para anular as eleições. A conversa é que “mais de 50% de votos nulos anulam a eleição”. Cara! Faz anos que é assim… toda vez é igual, mas isso não é verdade. A gente fala que não é, mas não adianta. Todo ano volta. Todo ano de eleição volta. Vamos ver aqui ó, começando pelo Código Eleitoral, artigo 224 da Lei nº 4.737 de 15 de Julho de 1965: presta atenção:
“Art. 224. Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias.” 

Entendendo nossa democracia: 3. o voto nulo (parte I)



O que precisa ficar claro é o seguinte: não são apenas os mais votados que são eleitos. Por isso os partidos buscam celebridades para usar como puxadores de votos e beneficiar outros candidatos.
O resultado é que em 2016, dos 513 deputados federais, só 36 chegaram à câmara eleitos com votos próprios, superando o quociente eleitoral. Os outros 477 chegaram lá ajudados por puxadores de votos. Você aí ó, que votou no Tiririca em 2014, ajudou a eleger mais dois que você nem conhece, cara…
Em outras palavras, seu voto, antes de ir para um candidato, vai para um partido.  

Entendendo nossa democracia: 2. nosso sistema eleitoral




No Brasil, temos dois sistemas eleitorais. No primeiro, o majoritário, elegemos os chefes do Poder Executivo: Presidente, Governador, Prefeito e também os Senadores. Nas eleições presidenciais, para governador e prefeitos de cidades com mais de 200 mil habitantes, o vencedor é aquele que obtém mais de 50% dos votos válidos. Se ninguém conseguir, os dois candidatos mais votados vão para uma segunda eleição, chamada de segundo turno. É fácil de entender, não é? Mas aí vem o outro sistema eleitoral, chamado proporcional, pelo qual elegemos os vereadores e os deputados estaduais e federais. E esse é confuso, viu? 

Entendendo nossa democracia: 1. O voto



Os brasileiros escolheram viver numa democracia representativa ou indireta, aquela na qual os cidadãos elegem representantes, que deverão compor o Poder Executivo e Poder Legislativo, encarregados de gerir a coisa pública, criar leis e ou executá-las. Os representantes escolhidos devem, portanto, visar os interesses de seus eleitores. 

SOCIOLOGIA – 3º ANO – PROVA: GEORGE BERKELEY




SOCIOLOGIA – 3º ANO – PROVA FINAL – 2ª UNIDADE
PROVA: GEORGE BERKELEY


01
02
03
04
05
A
C
B
E
D


06
07
08
09
10
E
D
A
B
C


Resposta do Vocabulário:


9
7
1
3
4


10
2
8
5
6


SOCIOLOGIA – 3º ANO – PROVA: GODOFREDO LEIBNIZ




SOCIOLOGIA – 3º ANO – PROVA FINAL – 2ª UNIDADE
PROVA: GODOFREDO LEIBNIZ


01
02
03
04
05
A
C
B
E
D


06
07
08
09
10
E
D
A
B
C


Resposta do Vocabulário:


4
5
1
7
6


10
2
3
8
9


SOCIOLOGIA – 3º ANO – PROVA: JACQUES BOSSUET




SOCIOLOGIA – 3º ANO – PROVA FINAL – 2ª UNIDADE
PROVA: JACQUES BOSSUET


01
02
03
04
05
A
C
B
E
D


06
07
08
09
10
E
D
A
B
C


Resposta do Vocabulário:


8
9
7
6
1


2
10
3
4
5

SOCIOLOGIA – 2º ANO – PROVA: ISAAC NEWTON




SOCIOLOGIA – 2º ANO – PROVA FINAL – 2ª UNIDADE
PROVA: ISAAC NEWTON


01
02
03
04
05
A
D
B
E
C


06
07
08
09
10
E
C
A
B
D


Resposta do Vocabulário:


10
4
7
9
6



5
3
1
2
8


SOCIOLOGIA – 1º ANO – PROVA: ANAXÍMENES




SOCIOLOGIA – 1º ANO – PROVA FINAL – 2ª UNIDADE
PROVA: ANAXÍMENES


01
02
03
04
05
B
C
E
D
A


06
07
08
09
10
E
D
B
A
C


Resposta do Vocabulário:


8
9
6
2
7


3
10
1
5
4


FILOSOFIA – 3º ANO – PROVA: JOHN DEWEY





FILOSOFIA – 3º ANO – PROVA FINAL – 2ª UNIDADE
PROVA: JOHN DEWEY


01
02
03
04
05
B
A
C
E
D


06
07
08
09
10
C
D
E
A
B


Resposta do Vocabulário:

8
9
7
6
1


2
10
3
4
5