"A Vida, como a fizeres, estará contigo em qualquer parte." (Autoria desconhecida)

Mitos de transformação e de transição


Numerosos mitos narram mudanças cósmicas, produzida ao término de um tempo primordial anterior à existência humana e graças às quais teriam surgido condições favoráveis à formação de um mundo habitável.  Outras grandes transformações e inovações, como a descoberta do fogo e da agricultura, estão associadas aos mitos dos grandes fundadores culturais.

Nos mitos, são frequentes as transformações temporárias ou definitivas dos personagens, seja em outras figuras humanas ou em animais, plantas, astros, rochas e outros elementos da natureza. As mudanças e transformações que se dão nos momentos críticos da vida individual e social são objetos de particular interesse mitológicos e rituais: nascimento, ingresso na vida adulta, casamento, morte - acontecimentos marcantes para a pessoa e sua comunidade - são interpretados como atualizações de processos cósmicos ou de realidades míticas.

Mitos sobre o tempo e a eternidade

Vishnu descansa sobre Ananta rodeado de outros deuses

Os corpos celestes sempre atraíram a curiosidade e o interesse humano, em todas as culturas.
A regularidade e precisão inalteráveis do movimento dos astros foram com certeza uma imagem poderosa na formação de uma idéia de "tempo transcendente", concebido como eternidade, em contraste com o mundo de incessantes alterações e os acontecimentos inesperados vividos no tempo terreno.

O retorno periódico dos fenômenos siderais e de processos naturais terrestres projetou-se, em algumas culturas, na concepção repetitiva do tempo.

Mito e razão


Alguns autores reduzem os mitos a narrativas referentes há tempos antiquados e elaborados em épocas pré-críticas, isto é, antes do uso de métodos racionais de estudo e análise. Entendem que o mito tornou-se, com o tempo, mera literatura, embora encontrem dificuldades para estabelecer com precisão quando teria cessado a criatividade mítica.
Outros estudiosos, ao contrário, consideram o pensamento mítico um constante estudo sobre o homem e a classificação dos caracteres físicos dos grupos humanos, complementares ao pensamento racional e não um estágio "menos evoluído" deste.
Apontam, para demonstrá-lo, sinais de que o pensamento mítico está em operação em muitas das manifestações culturais contemporâneas como a arte.
O pensamento racional e científico não seria, portanto, um decifrador de mitos e substituto do pensamento mítico, mas pode ser capaz de reconhecer sua atualidade.

Enquanto a astronomia, com suas descobertas, esvaziou os céus, antes povoados de deuses, a sociologia e a psicologia descobriram forças que se impõem ao pensamento e à vontade humana, e, portanto, atuam e se manifestam de modo independente.

Mito e arte

Representação de Deméter e Perséfone

Pelo caráter simbólico que reveste, o mito pode ser considerado como uma forte manifestação artística e geradora de arte.
Em cada povo e civilização, os mitos são fonte de inspiração para as mais diversas obras de arte como esculturas, pinturas, inscrições, monumentos, construções de templos e até mesmo a disposição dos túmulos em cemitérios.

Hoje em vários museus do mundo existem quadros e esculturas representando os antigos personagens que fizeram parte da mitologia.

Mito e psicologia


Freud deu nova orientação à interpretação dos mitos e às explicações sobre sua origem e função. Mais que uma recordação antiga de situações históricas e culturais, ou uma elaboração fantasiosa sobre fatos reais, os mitos seriam, segundo a nova perspectiva proposta, uma expressão simbólica dos sentimentos e atitudes inconscientes de um povo, de forma perfeitamente comparável ao que são os sonhos na vida do indivíduo.

Não foi por outra razão que Freud recorreu ao mito grego para dar nome ao complexo de Édipo. Para ele, o mito do rei que mata o pai e casa com a própria mãe simboliza e manifesta a atração de caráter sexual que o filho, na primeira infância, sente pela mãe e o desejo de superar o pai.

Mito e sociedade

As dafnefórias (1876), oléo sobre tela de Frederic Leighton

Como forma de comunicação humana, o mito está obviamente relacionado com questões de linguagem e também da vida social do homem, uma vez que a narração dos mitos é própria de uma comunidade e de uma tradição comum.
Não se conseguiu definir, no entanto, a natureza precisa dessas relações. O estudo da sociedade e da linguagem pode começar apenas com os elementos fornecidos pela fala e pelas relações sociais humanas, mas em cada caso esse estudo se confronta com uma coerência de tradições que não está diretamente aberta à pesquisa. Essa é a área em que atua a mitologia.

Algumas concepções mitológicas podem exemplificar a complexidade e a variedade das relações entre mito e sociedade. 

Mito e religião


Alguns especialistas atribuem importância especial ao argumento religioso do mito. Com efeito, são muito frequentes os mitos que tratam sobre a origem dos deuses e do mundo, dos homens, de determinados ritos religiosos, de preceitos morais, tabus, pecados e redenção.
Em certas religiões, os mitos formam um corpo doutrinal e estão estreitamente relacionados com os rituais religiosos, o que levou alguns autores a considerar que a origem e a função dos mitos é explicar os rituais religiosos.  Mas, tal hipótese não foi universalmente aceita, por não esclarecer a formação dos rituais e porque existem mitos que não correspondem a um ritual.
O mito, portanto, é uma linguagem apropriada para a religião. Isso não significa que a religião, tampouco o mito, conte uma história falsa, mas que ambos traduzem numa linguagem de descrições e narrações uma realidade que ultrapassa o senso comum e a racionalidade humana e que, portanto, não cabe em meros conceitos analíticos.

Religião e mito discordam, não quanto à verdade ou falsidade daquilo que narram, mas quanto ao tipo de mensagem que transmitem.

A função dos Mitos


Os mitos tentam responder muitas questões.
Como o mundo surgiu? Como são os deuses, e de onde vieram? Como surgiu a humanidade? Por que existe o mal no mundo? O que acontece após a morte? Os mitos também tentam explicar costumes e rituais de uma determinada sociedade. Eles explicam as origens da agricultura e a fundação de várias cidades.
Além de fornecer tais explicações, os mitos são usados para justificar o modo de vida de uma sociedade. Várias famílias em muitas civilizações antigas justificavam os seus poderes através de lendas que descreviam suas origens como sendo divinas.
A narração mitológica envolve basicamente acontecimentos supostos, relativos a épocas primordiais, ocorridos antes do surgimento dos homens (história dos deuses) ou com os "primeiros" homens (história ancestral).
O verdadeiro objeto do mito, contudo, não são os deuses nem os ancestrais, mas a apresentação de um conjunto de ocorrências fabulosas com que se procura dar sentido ao mundo.
O mito aparece e funciona como intervenção simbólica entre o sagrado e o seu oposto (o profano), condição necessária à ordem do mundo e às relações entre os seres.

As semelhanças com a religião mostram que o mito se refere - ao menos em seus níveis mais profundos - a temas e interesses que ultrapassam a experiência imediata, o senso comum e a razão: Deus, a origem, o bem e o mal, o comportamento ético e a escatologia (destino último do mundo e da humanidade). 

Natureza do mito


Um dos livros mitológicos mais conhecidos é a "Ilíada", de Homero, que conta sobre a Guerra de Troia  Nenhum leitor, hoje em dia, aceita a obra de Homero como um relato histórico. Porém, não existe quase nenhuma dúvida de que, em algum tempo, muitos séculos antes de Homero, realmente houve uma guerra entre cidades-estado gregas e habitantes do noroeste da Ásia Menor.
Outro dos grandes mitos dos povos antigos é o Dilúvio. A versão mais conhecida é o relato, encontrado no Gênesis o primeiro livro da Bíblia, de Noé e sua arca.
Nenhum cientista hoje admitiria que uma enchente pudesse ter coberto toda Terra, com a água atingindo as mais altas montanhas, mas a antiga Mesopotâmia sofreu muitas inundações.

É provável que uma excepcional enchente tenha se tornado um tema para a futura criação de um mito. Talvez, as ocorrências de muitas inundações foram agrupadas para, juntas, tornar-se uma única estória. 

Mitos escatológicos


Ao lado da preocupação com o enigma da origem, figura para o homem, como grande mistério, a morte individual, associada ao temor da extinção de todo o povo e mesmo do desaparecimento do universo inteiro.
Para a mitologia, a morte não aparece como fato natural, mas como elemento estranho à criação original, algo que necessita de uma justificativa, de uma solução em outro plano de realidade.
Algumas explicações predominam nas diversas mitologias. Há mitos que falam de um primeiro período em que a morte não existia e contam como ela sobreveio por efeito de um erro, de um castigo ou para evitar a superpopulação.

Outros mitos, geralmente presentes em tradições culturais mais elaboradas, fazem referência à condição original do homem como ser imortal e habitante de um paraíso terreno, e apresenta a perda dessa condição e a expulsão do paraíso como tragédia especificamente humana.

Mitos cosmogônicos


Dentre as grandes interrogações que o homem permanece incapaz de responder, apesar de todo o conhecimento experimental e analítico está à origem da humanidade e do mundo que habita.
É como resposta a essa interrogação que surgem os mitos cosmogônicos. As explicações oferecidas por esses mitos podem ser reduzidas a alguns poucos modelos, elaborados por diferentes povos.
É comum encontrar nas várias mitologias a figura de um criador que, por ato próprio e autônomo, estabeleceu ou fundou o mundo em sua forma atual.
Os mitos desse tipo costumam mencionar uma matéria já existente a toda a criação: o oceano, o caos ou a terra.

A criação a partir do nada, unicamente pela palavra de Deus, aparece claramente no livro bíblico do Gênesis.

O que é Mito?


Mitos são histórias tradicionais, quase sempre sobre deuses, heróis ou criaturas do mundo animal, que explicam por que o mundo é do jeito que é.
Pessoas de todos os tempos e de todos os tipos de cultura constataram que a vida está repleta de mistérios. Por exemplo: qual é a origem do mundo, por que o sol se movimenta atravessando o firmamento, o que faz as coisas crescer, por que as plantas morrem no inverno e renascem na primavera, de que modo ocorrem as marés, por que há terremotos, para onde vão as pessoas quando morrem, se é que vão para algum lugar?
Na tentativa de responder a perguntas como essas, o homem criou narrativas que transcendem a existência comum e cotidiana e que se enraizaram em diferentes culturas.  

Ajax Menor e o reconhecimento dos erros


Ajax Menor era conhecido assim para diferenciá-lo de Ajax I que tinha descomunal estatura. Ele foi um dos guerreiros que penetraram na cidade escondidos dentro do Cavalo de Tróia e na última batalha, junto com Neoptólemo filho de Aquiles, entrou no palácio real e exterminou o rei Príamo.
Quando passou pelo templo dedicado a Atena, Ajax Menor descobriu a princesa Casandra refugiada embaixo de um altar, e apesar da súplica da princesa, Ajax Menor a violentou. Isto provocou a ira de Atena, e a deusa pediu a Poseidon que criasse uma grande tempestade, o que provocou o naufrágio da frota grega de regresso à sua pátria.  

Aiakos, a disposição para recomeçar


Aiakos ou Aeacus era o filho de Zeus e Aegina que foi levada por Zeus à ilha deserta de Enone depois chamada de Aegina. Sendo um dos filhos preferidos de Zeus, o deus dos deuses tentou fazê-lo imortal, porém as Parcas - o destino - impediram. Aiakos cresceu e fez da ilha um próspero reino, tornando-se famoso por seu senso de justiça e compaixão.  Devido às suas qualidades, ele era convocado em toda a antiga Grécia para presidir os julgamentos.  

Afrodite e Adônis, a dor da separação


A figura de Adônis é relacionada desde a antiguidade clássica, ao modelo de beleza masculina. Adon significa Senhor em fenício e foi na Grécia Antiga que sua lenda adquiriu maior significação. O nascimento de Adônis foi fruto de relações incestuosas entre Smirna ou Mirra e seu pai Téias, rei da Assíria, que enganado pela filha, com ela se deitou 12 vezes. Quando percebeu a trama, Téias quis matá-la e Mirra pediu ajuda aos deuses que a transformaram em uma árvore, a Mirra. Da casca dessa árvore nasceu Adônis.
Maravilhada com a extraordinária beleza do menino, Afrodite tomou-o sob sua proteção e o entregou a Perséfone, deusa dos infernos, para que o criasse. Quando Adônis cresceu, as deusas passaram a disputar a companhia do menino. Zeus ao julgar a questão estipulou que ele passaria um terço do ano com cada uma delas, mas Adônis preferia Afrodite e permanecia sempre com ela.  

Os filhos de Afrodite e Ares


AFRODITE

Nascida do esperma de Urano que foi jogado ao mar, Afrodite era a deusa do amor e da beleza. Sempre amou a alegria e o glamour e nunca se satisfez sendo esposa de Hefesto. Amou e foi amada por diversos deuses e mortais. Punia quem ousasse possuir ou comparar sua beleza. Apesar de ser casada com Hefesto, Afrodite era sedutora e tinha vários amantes. Os filhos de Afrodite mostram seu domínio sobre as mais diversas faces do amor e da paixão humana.
Hermafrodito era filho de Afrodite com Hermes, o mensageiro dos deuses. Representa a fusão dos dois sexos e não tem gênero definido. Teria nascido extremamente bonito e transformou-se num ser andrógino quando a Ninfa Salmacis tentou seduzí-lo mas foi rejeitada. Ela esperou que ele entrasse no lago e mergulhou entrelaçando-se com ele e pediu aos deus para os unirem para sempre.   

Aedos, os antigos poetas


Antes da invenção do alfabeto, os antigos gregos acreditavam que as Musas davam aos poetas o dom de desencantar as palavras: eram os Aedos. Eles compunham canções ao som da lira e conseguiam transmitir os segredos das palavras através da poesia. Os poemas eram compostos e cantados pelos Aedos e quando as canções passaram a ser escritas, os Aedos desapareceram.
O Aedo não era vidente, mas inspirado pelas Musas. Capaz de alcançar a verdade, ele rompia a limitação do tempo, pois sua palavra resgatava as verdades do passado e as tornavam presentes na sua narrativa que cumpria a função de perpetuar os mitos. Diferente do vidente, que tudo sabia sobre passado, presente e futuro, o poeta usava a recordação sob orientação da deusa Mnemósine (a Memória), mãe das Musas.  

Alexei Butirskiy - Uma Noite em Budapeste


Alexei Butirskiy - A New Day


Alexei Butirskiy - Noite fria de inverno


Virgílio Alvim de Melo Franco


Virgílio Alvim de Melo Franco nasceu em Ouro Preto (MG), em 1897. Sua família possuía grande influência na política mineira e nacional. Seu pai, Afrânio de Melo Franco, ocupou postos importantes no governo e no Parlamento durante a República Velha, e foi o primeiro ministro das Relações Exteriores do país após a Revolução de 1930. Seu irmão, Afonso Arinos de Melo Franco, também chefiou o Itamarati, no início da década de 60.  

Salgado Filho


Joaquim Pedro Salgado Filho nasceu em Porto Alegre, em 1888.
Advogado, concluiu a Faculdade Livre de Direito do Rio de Janeiro em 1908. Em 1930, deu apoio à candidatura oposicionista de Getúlio Vargas à presidência da República, lançada pela Aliança Liberal. Apesar de derrotado nas urnas, Vargas acabou sendo levado ao poder pelo movimento político-militar que depôs o presidente Washington Luís e impediu a posse do candidato eleito, Júlio Prestes.  

Mena Barreto


João de Deus Mena Barreto nasceu em Porto Alegre, em 1874.
Militar, iniciou sua carreira em 1890, seguindo a carreira do pai, que era general, e de diversos outros membros de sua família desde o século XVI. De 1893 a 1895 combateu a Revolução Federalista deflagrada em seu estado contra o presidente Floriano Peixoto. Ingressou, em 1898, na Escola Militar do Rio de Janeiro. Em 1911, com a patente de major, tornou-se adjunto do ministro da Guerra, marechal Antônio Adolfo da Fontoura Mena Barreto, seu tio.  

Isaías de Noronha


José Isaías de Noronha nasceu no Rio de Janeiro, em 1873.
Militar, ingressou no curso preparatório da Escola Naval em 1887, seguindo o exemplo de muitos membros da sua família que se destacaram na carreira militar, inclusive seu pai, que chegou a general do Exército. Em 1923, obteve a patente de contra-almirante e assumiu a direção da Escola Naval, onde permaneceu até 1925. Entre 1926 e 1927 voltaria a dirigir aquela instituição. Em seguida, assumiu o posto de comandante-em-chefe da esquadra brasileira, até 1928.  

José Félix Alves Pacheco


José Félix Alves Pacheco nasceu em Teresina, em 1879.
Advogado e jornalista, diplomou-se pela Faculdade Nacional de Direito, no Rio de Janeiro. Em 1899, começou a trabalhar no Jornal do Comércio, do Rio de Janeiro, órgão do qual viria a se tornar diretor-proprietário.  

Agamenon Magalhães


Agamenon Sérgio de Godói Magalhães nasceu no município de Vila Bela, atual Serra Talhada (PE), em 1893.
Bacharel pela Faculdade de Direito de Recife em 1916, no ano seguinte foi promotor público em São Lourenço da Mata (PE). Em 1918 iniciou sua carreira política como deputado estadual, eleito na legenda do Partido Republicano Democrata (PRD), liderado pelo então governador Manuel Borba (1915-1919). Tornou-se também redator dos jornais A Ordem e A Província, de Recife. Em 1922 reelegeu-se para a Assembléia pernambucana e apoiou a candidatura oposicionista do fluminense Nilo Peçanha à presidência da República, lançada pela Reação Republicana.  

A Revolução dos Bichos - 89 min.


Numa alegoria a corrupção do poder na União Soviética comandada por seu líder, Josef Stalin, a obra de George Orwell narra a história dos bichos da Granja Solar, que sofrem maus-tratos pelo proprietário, o alcoólatra Sr. Jones. Com a intenção de acabar com a “vida ruim”, são liderados pelo idealismo do porco Major a planejar uma revolução de libertação. Esta tinha como princípios uma ilusão de igualdade e respeito entre os animais, e um inimigo: o homem e todos os seus costumes.

Conan, o bárbaro - 113 min.


O grande guerreiro Corin (Ron Perlman) sempre preparou seu filho Conan (Leo Howard) para ser um legítimo representante dos Cimérios, mas o jovem acabou testemunhando a morte do pai, vítima do terrível Khalar Zym (Stephen Lang), que usa o sobrenatural na busca incansável pelo poder absoluto e para ressuscitar a esposa. Mas o tempo passou e enquanto ele continua impondo seu reinado de terror, Conan (Jason Momoa) está pronto para vingar a sua gente e, principalmente, a sua família. Só ele pode salvar as nações de Hibória da maldade do exército de Khalar.

Santa Terezinha do Menino Jesus - 93 min.


A história fascinante do romance de uma jovem com Deus. Sua fé, as provações e sacrifícios revelam um modo de vida baseado no amor e simplicidade. Um filme contemplativo baseado na verdadeira história de Santa Teresa de Lisieux, a santa mais popular dos tempos modernos. Desde muito cedo Teresa iniciou sua devoção ao Menino Jesus. Aos seis anos e meio,  começa a se preparar para a primeira comunhão, sendo catequizada por sua irmã Paulina. Graças a esta catequese, o amor ao Menino Jesus vai aumentando em seu coração.

Pilotos camicazes


Por que os pilotos camicazes usavam capacete?

Em aviões, os capacetes nunca foram utilizados para proteger os pilotos em casos de acidentes. No início da história da aviação, eles serviam para manter aquecida a cabeça dos pilotos, que voavam em cabines abertas. Mais tarde, já em cabines fechadas, eles tinham a finalidade de acomodar fones de ouvido e microfones, permitindo a comunicação dos pilotos com a base por meio de rádio. Para os camicazes, os capacetes funcionavam como o canal que os dirigia até seus alvos.


Fonte: Marcelo Duarte. O Guia dos Curiosos

A chegada dos povos asiáticos à América


Os povos asiáticos atravessaram que continente ou oceano?

De acordo com as teorias mais antigas sobre migração, os povos asiáticos chegaram à América pelo estreito de Behring, durante as últimas glaciações, há cerca de 20 mil anos. O gelo, ao cobrir o mar, teria criado uma ponte entre o extremo oeste da América do Norte e leste da Ásia. Perseguindo suas caças, os imigrantes teriam atravessado tal ponte, chegando assim ao continente americano. Recentemente, alguns arqueólogos encontraram vestígios que indicam a presença desses povos na América há cerca de 50 mil anos. Nesse caso, eles supõem que a travessia do continente tenha acontecido por mar. Mas isso, por enquanto, são apenas especulações.


Fonte: Marcelo Duarte. O Guia dos Curiosos

Por que os israelitas também são chamados de judeus e hebreus?


Por que os israelitas também são chamados de judeus e hebreus?

O rabino Busquila, da Congregação Israelita Paulista, explica que, entre os três termos, o primeiro termo a ser utilizado foi hebreu. "Era este o nome dado aos membros da família de Abrão, um patriarca que se estabeleceu em Canaã, na época em que ainda não existiam judeus", afirma. Segundo ele, um dos netos deste patriarca se chamava Israel e, por conseguinte, seus descendentes foram chamados de israelitas. Um dia, estes homens se instalaram em Canaã e criaram uma monarquia. Nascia então o Reino da Judeia, e o povo local foi denominado judeu. Hoje, israelita e hebreu são considerados sinônimos. Já judeu é utilizado para designar somente aqueles que seguem a religião judaica.


Fonte: Marcelo Duarte. O Guia dos Curiosos

O número 7


Por que o número 7 é tão presente no cotidiano das pessoas?

Desde a Antiguidade, a partir da observação da natureza, muitos significados foram atribuídos aos números. De acordo com o que viam, os estudiosos relacionavam os números a eventos, datas e conceitos religiosos. O número sete era considerado sagrado, já que supostamente representava a quantidade de planetas presentes no céu. Os pitagóricos, por exemplo, consideravam-no a imagem e modelo da ordem divina e harmonia. Por conta disso, foram incontáveis as concepções sociais e religiosas que se formaram diante dele: são sete os dias da semana, os pecados capitais e as notas musicais, entre outros.

Fonte: Marcelo Duarte. O Guia dos Curiosos.


As estrelas estampadas na bandeira brasileira


O que significam as estrelas estampadas na bandeira brasileira?

A bandeira do Brasil tem 27 estrelas. Elas correspondem ao número total de Estados brasileiros e também o Distrito Federal. O desenho celeste estampado na nossa bandeira representa o céu do Rio de Janeiro, às 20 horas e 30 minutos, no dia 15 de novembro de 1889, data da Proclamação da República. A estrela que está acima da faixa branca representa o Estado do Pará. O nome dela é Spica, a estrela alfa – a mais brilhante – da constelação de Virgem.


Fonte: Marcelo Duarte. O Guia dos Curiosos

“Bloody Sunday”


O que foi o “bloody sunday”?

A expressão "bloody sunday" vem do inglês e quer dizer domingo sangrento. No dia 30 de janeiro de 1972, católicos da Irlanda do Norte foram às ruas pacificamente. Eles protestavam contra as leis discriminatórias impostas pela maioria protestante. As tropas britânicas atiraram contra os manifestantes, matando 13 pessoas.
Outro católico morreu dias depois em virtude dos ferimentos. Até hoje a minoria católica da Irlanda do Norte briga pela anexação do território à Irlanda, de maioria católica. Já os protestantes querem que o país continue sendo subordinado ao Reino Unido, de maioria protestante. O “domingo sangrento” desencadeou uma escalada de violência e atos terroristas.


Fonte: Marcelo Duarte. O Guia dos Curiosos

Tarifa Alves Branco


O que foi a tarifa Alves Branco?

Em 1844, visando solucionar o grande déficit financeiro por que estava passando, o Governo imperial decretou uma nova política com relação às tarifas alfandegárias. De acordo com ela, os cerca de três mil artigos importados passariam a pagar taxas que variavam de 20 a 60%. A maioria foi taxada em 30%, ficando as tarifas mais altas para as mercadorias estrangeiras que já poderiam ser produzidas no Brasil. Embora o objetivo da Tarifa Alves Branco fosse apenas gerar mais recursos para o Governo, a medida acabou por favorecer o crescimento de novas atividades econômicas nacionais. Proposta e elaborada pelo então Ministro da Fazenda Manuel Alves Branco, ela ficou conhecida como Tarifa Alves Branco.


Fonte: Marcelo Duarte. O Guia dos Curiosos

Semana de Arte Moderna de 1922


A Semana de Arte Moderna de 1922 aconteceu em apenas três dias: 13, 15 e 17 de fevereiro. O primeiro deles tratou de pintura e escultura, o segundo foi dedicado à literatura e à poesia e o terceiro dia ficou para a música. O evento, realizado no Teatro Municipal de São Paulo, foi o grande marco do Modernismo no Brasil.

Fonte: Marcelo Duarte. O Guia dos Curiosos.

Cleópatra


Cleópatra não foi levada às pirâmides porque ela viveu muito depois do período em que os monumentos foram erguidos. As pirâmides foram construídas entre 2.650 a.C. e 1.700 a.C. enquanto Cleópatra viveu no século I a.C. Conforme seu pedido, a rainha do Egito, que se suicidou depois da nação ter sido tomada pelos romanos, foi enterrada ao lado de Marco Antônio, no Mausoléu Real em Sema, em Alexandria.


Fonte: Marcelo Duarte. O Guia dos Curiosos

Wall Street


O que é Wall Street? 

É o nome da rua onde está localizado o mercado financeiro em Nova York. Em 1635 construíram um muro na parte sul de Manhattan para proteger a cidade dos índios. O muro foi destruído e a rua construída em seu lugar ganhou o nome de Wall Street (Rua do Muro). Depois de 50 anos, foi tomada por comerciantes e bancos de investimento e logo tornou-se o centro financeiro dos Estados Unidos.


Fonte: Marcelo Duarte. O Guia dos Curiosos

Noel: poeta da Vila - 100 min.


Aos 17 anos Noel Rosa (Rafael Raposo) é um jovem engraçado, que possui um defeito no queixo e gosta de improvisar quadras debochadas para os amigos. Noel estuda medicina e toca numa banda regional, com outros garotos do bairro. Noel gosta da companhia de operários, negros, favelados e prostitutas, com quem rapidamente faz amizade. Até que um dia conhece Ismael Silva (Flávio Bauraqui), compositor que o desafia a compor um samba. Noel usa uma paródia ao Hino Nacional para compor "Com Que Roupa?", que faz grande sucesso nas rádios de todo país. A partir de então ele se dedica de vez ao mundo do samba, mudando a história da música popular brasileira.

Antônio: o guerreiro de Deus - 110 min.


Santo Antonio era um jovem nobre que desfrutava de todos os prazeres e privilégios de sua poderosa família medieval, mas para a surpresa de seus companheiros, um dia decide sair às ruas de sua cidade. Ele estava determinado a obedecer a uma misteriosa voz interior. Enxergando extrema miséria, doenças e crueldade em todo lugar, Antonio foi tomado por uma compaixão sem limites. Seguindo os passos de São Francisco de Assis, ele faz votos de pobreza e castidade para dedicar toda sua vasta cultura, seu brilho, sua educação refinada à defesa dos fracos e oprimidos. Este santo revolucionário ousou desafiar as mais altas esferas da sociedade, o governo e até a Igreja, quando esta era corrupta e explorava o povo.

Vivendo entre as feras pré-históricas - 47 min.


O documentário apresenta a vida do homem pré-histórico entre 12 e 40 mil anos atrás. Nessa época, o homem moderno já havia se estabelecido em todos os continentes, com exceção da África. Esses mesmos humanos dividiam o continente com feras pré-históricas como: tigres dente-de-sabre, mamutes e ursos gigantes. Utilizando os mais modernos recursos tecnológicos e científicos, mostraremos como eram esses animais e como era a terra onde eles viviam. Veja nossos ancestrais vivendo entre as feras e lutando por sua sobrevivência.

Salvador Dali - Maldoror - Conjunto de knucklebones


Salvador Dali - Maldoror - condenado à morte


Salvador Dali - Maldoror - Na apreensão da Vida


Salvador Dali - Maldoror - da identificação com o irmão


Salvador Dali - Maldoror - No início, a nova família


Filosofia da Ilustração ou Iluminismo e Filosofia Contemporânea

Filósofos Iluministas

Filosofia da Ilustração ou Iluminismo (meados do século XVIII ao começo do século XIX)

Esse período também crê nos poderes da razão, chamada de As Luzes (por isso, o nome Iluminismo). O Iluminismo afirma que:
● pela razão, o homem pode conquistar a liberdade e a felicidade social e política (a Filosofia da Ilustração foi decisiva para as idéias da Revolução Francesa de 1789);
● a razão é capaz de evolução e progresso, e o homem é um ser perfectível. A perfectibilidade consiste em liberar-se dos preconceitos religiosos, sociais e morais, em libertar-se da superstição e do medo, graças as conhecimento, às ciências, às artes e à moral;  

Filosofia Moderna


Filosofia moderna (do século XVII a meados do século XVIII)


Esse período, conhecido como o Grande Racionalismo Clássico, é marcado por três grandes mudanças intelectuais:
1. Aquela conhecida como o “surgimento do sujeito do conhecimento”, isto é, a Filosofia, em lugar de começar seu trabalho conhecendo a Natureza e Deus, para depois referir-se ao homem, começa indagando qual é a capacidade do intelecto humano para conhecer e demonstrar a verdade dos conhecimentos. Em outras palavras, a Filosofia começa pela reflexão, isto é, pela volta do pensamento sobre si mesmo para conhecer sua capacidade de conhecer.  

Filosofia da Renascença

As artes liberais pintadas por Botticelli

Filosofia da Renascença (do século XIV ao século XVI)

É marcada pela descoberta de obras de Platão desconhecidas na Idade Média, de novas obras de Aristóteles, bem como pela recuperação das obras dos grandes autores e artistas gregos e romanos.
São três as grandes linhas de pensamento que predominavam na Renascença:
1. Aquela proveniente de Platão, do neoplatonismo e da descoberta dos livros do Hermetismo; nela se destacava a idéia da Natureza como um grande ser vivo; o homem faz parte da Natureza como um microcosmo (como espelho do Universo inteiro) e pode agir sobre ela através da magia natural, da alquimia e da astrologia, pois o mundo é constituído por vínculos e ligações secretas (a simpatia) entre as coisas; o homem pode, também, conhecer esses vínculos e criar outros, como um deus.