A crise da monarquia (Resumo)
Os últimos anos da
Monarquia brasileira
Na segunda metade do
século XIX, a economia brasileira estava passando por sensíveis transformações.
Entretanto, na política, D. Pedro II, exercendo o Poder Moderador, continuava
governando de forma centralizada. Os liberais e os conservadores continuavam se
alternando no poder, enquanto isso, os republicanos iam, gradativamente,
ganhando espaço.
Em 1870, é assinado
por muitos intelectuais o Manifesto Republicano, propondo o regime republicano.
No Rio de Janeiro, é fundado o jornal A República.
Em julho de 1873, na
Convenção de Itu, foi fundado o Partido Republicano Paulista (PRP), composto
pela nova aristocracia cafeeira (do Oeste paulista), que via a monarquia como
um empecilho ao progresso do Brasil.
O movimento
republicano contou com a participação de jovens oficiais, influenciados por
Benjamin Constant, professor da Escola Militar. Em São Paulo, os adeptos da
república procuravam agir com cautela, aliando-se aos conservadores. No Rio de
Janeiro, estavam divididos em:
Radicais, liderados
por Aristides Lobo, Silva Jardim e Benjamin Constant, queriam a proclamação
imediata da República; Moderados, liderados por Quintino Bocaiúva e Saldanha
Marinho, preferiam aguardar o momento da sucessão monárquica.
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