"A Vida, como a fizeres, estará contigo em qualquer parte." (Autoria desconhecida)

Escola - Robson Domini


SE EU FOSSE MATEMÁTICA
VOCÊ DÍZIMA PERIÓDICA 
SE EU FOSSE PORTUGUÊS
VOCÊ SERIA GRAMÁTICA
SE EU FOSSE BIOLOGIA
VOCÊ SERIA A PRÓPRIA VIDA
SE EU FOSSE FÍSICA
VOCÊ SERIA CINEMÁTICA
VOCÊ É A MINHA ESCOLA
EM MINH'ALMA DEITA E ROLA
VOCÊ É A MINHA PROVA A TAREFA DE CASA
EU SEM VOCÊ: NOVES FORA NADA
SE EU FOSSE GEOGRAFIA
VOCÊ RELEVO PERFEITO
SE EU FOSSE HISTÓRIA
VOCÊ SERIA O IMPÉRIO GREGO
SE EU FOSSE QUÍMICA
VOCÊ A ROSA DE HIROSHIMA
SE EU LITERATURA
VOCÊ SERIA BRÁS CUBAS
SE EU FOSSE INGLÊS
VOCÊ CERTAMENTE TO BE
SE EU FOSSE VOCÊ
APAIXONARIA POR MIM

Reforma Trabalhista - Jornada de Trabalho


Reforma Trabalhista - Home Office


Reforma Trabalhista - Gravidez


Reforma Trabalhista - Férias


Reforma Trabalhista - Descanso


Reforma Trabalhista - Demissão


Reforma Trabalhista - Banco de Horas


Boyhood: da infância a juventude - 165 min.


O filme conta a história de um casal de pais divorciados (Ethan Hawke e Patricia Arquette) que tenta criar seu filho Mason (Ellar Coltrane). A narrativa percorre a vida do menino durante um período de doze anos, da infância à juventude, e analisa sua relação com os pais conforme ele vai amadurecendo.

Era uma vez no Oeste - 175 min.


Em virtude das terras que possuía serem futuramente a rota da estrada de ferro, um pai e todos os filhos são brutalmente assassinados por um matador profissional. Entretanto, ninguém sabia que ele, viúvo há seis anos, tinha se casado com um prostituta de Nova Orleans, que passa ser a dona do local e recebe a proteção de um hábil atirador, que tem contas a ajustar com o frio matador.

A chegada - 114 min.


Quando seres interplanetários deixam marcas na Terra, a Dra. Louise Banks (Amy Adams), uma linguista especialista no assunto, é procurada por militares para traduzir os sinais e desvendar se os alienígenas representam uma ameaça ou não. No entanto, a resposta para todas as perguntas e mistérios pode ameaçar a vida de Louise e a existência de toda a humanidade.

Walt Disney nos bastidores de Mary Poppins - 125 min.


Durante 20 anos, Walt Disney (Tom Hanks) tentou adquirir os direitos de Mary Poppins da escritora australiana P.L. Travers (Emma Thompson), que sempre se recusou a vendê-los para que Disney fizesse "um de seus desenhos bobos". Entretanto, a crise financeira faz com que ela tenha que negociar. Desta forma, Travers viaja até os Estados Unidos e passa a trabalhar juntamente com a equipe escolhida por Walt Disney para que Mary Poppins possa chegar às telas. Minuciosa e com muita má vontade, ela começa a encontrar problemas de todo o tipo. Como o contrato lhe dá o direito de cancelar a cessão dos direitos caso não concorde com a adaptação, Disney e sua equipe precisam aceitar seus caprichos para que o filme, enfim, saia do papel.

Incondicional - 97 min.


Samantha Crawford (Lynn Collins) é uma autora e ilustradora de livros infantis que tinha a vida perfeita até teu marido Billy (Diego Klattenhoff) ser assassinado. Ela perde a esperança na vida e toma para si a obrigação de descobrir o assassino. Porém, a vida lhe surpreende quando coloca em seu caminho Macon (Kwesi Boakye) e Keisha (Gabriella Phillips), dois órfãos que vivem de pequenos furtos e Joe Bradford (Michael Ealy), seu amigo de infância, um ex-presidiário que assume a direção de uma ONG e luta contra uma doença renal.

Ponte dos espiões - 132 min.


Em plena Guerra Fria, o advogado especializado em seguros James Donovan (Tom Hanks) aceita uma tarefa muito diferente do seu trabalho habitual: defender Rudolf Abel (Mark Rylance), um espião soviético capturado pelos americanos. Mesmo sem ter experiência nesta área legal, Donovan torna-se uma peça central das negociações entre os Estados Unidos e a União Soviética ao ser enviado a Berlim para negociar a troca de Abel por um prisioneiro americano, capturado pelos inimigos.

Ben-Hur (1959) - 212 min


Em Jerusalém, no início do século I, vive Judah Ben-Hur (Charlton Heston), um rico mercador judeu. Mas, com o retorno de Messala (Stephen Boyd), um amigo da juventude que agora é o chefe das legiões romanas na cidade, um desentendimento devido a visões políticas divergentes faz com que Messala condene Ben-Hur a viver como escravo em uma galera romana, mesmo sabendo da inocência do ex-amigo. Mas o destino vai dar a Ben-Hur uma oportunidade de vingança que ninguém poderia imaginar.

Agnus Dei - 115 min


Durante o fim da Segunda Guerra Mundial, na Polônia, a enfermeira francesa Mathilde (Lou de Laâge) descobre que as freiras moradoras de um convento vizinho foram estupradas por soldados invasores. Muitas delas estão grávidas. Apesar da ordem de prestar socorro apenas aos franceses, Mathilde começa a tratar secretamente de todas as freiras e madres. Ela deve enfrentar os julgamentos das próprias pacientes, que se sentem culpadas por terem violado o voto de castidade, e se recusam a ter o corpo tocado por quem quer que seja, mesmo uma enfermeira.

Quadrilha do Presidente - Robson Domini



NO SÃO JOÃO NÃO VAI FALTAR
QUADRILHA, MILHO VERDE, MUNGUNZÁ
FORRÓ, ARRASTA-PÉ, BAIÃO, GONZAGÃO E MULHER
NA QUADRILHA PODE ENTRAR QUALQUER SUJEITO
NÃO IMPORTA SE O SUJEITO É BRANCO OU PRETO
VEREADOR, SENADOR, DEPUTADO
JUIZ DO SUPREMO OU DELEGADO
Ô SEU DOUTOR, VENHA VER
O MEU POVO TÁ QUERENDO LHE DIZER
QUE DO NORDESTE À BRASÍLIA 
ATÉ O PRESIDENTE ENTRA NA QUADRILHA

As cores da escravidão - Ieda de Oliveira


Em “As cores da escravidão”, o garoto Tonho vive o sonho de uma vida melhor. Embalado pelas histórias da avó, ele convence seu amigo João a seguirem um gato (homem que recruta trabalhadores, servindo de intermediário entre o empreiteiro e o peão) que apareceu na cidade. A realidade encontrada pelos meninos é dura e triste, em uma história sobre inocência roubada, sonhos frustrados, infância escravizada. Mas também, de esperança, compaixão, amizade e amor. 

Pequenas palavras ao vento - Adriana Falção


Jovens e adultos vão se divertir com as definições que ela encontrou para palavras com que a vida a confrontou e que agora são soltas ao vento, para nos emocionar e fazer pensar.

Grafias urbanas: antologia de contos contemporâneos - Adilson Miguel


A proposta desta antologia é apresentar olhares diversos de escritores contemporâneos para a vida urbana. As histórias aqui reunidas constituem uma amostra da produção literária contemporânea. São dez textos que demonstram uma inquietação criativa e, ao mesmo tempo, sensibilidade e atenção para os problemas da realidade.

Moby Dick - Hemann Melville


O livro traz o relato de um marinheiro letrado, Ishmael, sobre a última viagem de um navio baleeiro de Nantucket, o Pequod, que parte da costa leste dos Estados Unidos rumo ao Pacífico Sul, onde encontra o imenso cachalote branco que, no passado, arrancara a perna do vingativo capitão Ahab. Ao longo do livro Herman Melville explora diversos gêneros literários para compor sua história, da narrativa de viagens ao teatro shakespeareano, do sermão à poesia popular, passando pela descrição científica e a meditação filosófica.

A máquina de ser - João Gilberto Noll


Cada um dos 24 contos de 'A máquina de ser' é um convite à observação da solidão. Para isso, o autor concentra suas narrativas no campo onde o ser humano está condenado a ser sempre só - o do pensamento, insondável e impenetrável. Em meio aos gestos automáticos e banais do dia-a-dia, seus personagens tentam se encontrar na vastidão de suas mentes, onde não há ninguém para ajudá-los a erguer as fronteiras entre o que é vivido de fato e o que é imaginado, sonhado ou fantasiado. A disposição temática dos contos reunidos em 'A máquina de ser' contempla uma diversidade de narradores e atmosferas cujo encadeamento confirma e, ao mesmo tempo, renova a habilidade que o autor tem de surpreender - e desestabilizar - seu leitor, na medida em que revela novas, profundas e inesgotáveis possibilidades de ser.

Novelas para um ano: O velho Deus - Luigi Pirandello


Primeiro volume publicado no Brasil das famosas Novelas para um ano, que reuniram toda a produção novelística do autor. Sua importância no conjunto da obra de Pirandello é ressaltada pelo crítico Giovanni Macchia: "As Novelas para um ano têm um papel central na produção de Pirandello, um lugar sempre bem defendido no decorrer dos anos, de seu início até a morte do autor. A fidelidade absoluta a este gênero literário, ao longo do caminho tão acidentado de sua carreira, foi respeitada mesmo quando os outros gêneros por ele cultivados se interrompiam e entravam em crise".

Vésperas - Adriana Lunardi


Vésperas é uma homenagem a grandes escritoras, transformadas em personagens e retratadas nesse belo livro em sua solidão, ambiguidades, paixões e angústias. A ideia da morte, sob diferentes focos, perpassa a obra, tecida pela prosa poética de Adriana Lunardi. São nove histórias, cada uma delas envolvendo uma personalidade da literatura: Virginia Woolf, Dorothy Parker, Ana Cristina César, Colette, Clarice Lispector, Katherine Mansfield, Sylvia Plath, Zelda Fitzgerald e Júlia da Costa. Valendo-se de detalhes biográficos dessas mulheres, Lunardi recria momentos de suas vidas, mesclando-os com fatos ficcionais.  

Feitiço do boêmio: contos inspirados na vida e na obra de Noel Rosa - Esther Maria Largman (Organização)


Noel de Medeiros Rosa (1910 – 1937) entrou para a história como um dos maiores e mais importantes artistas da música no Brasil. Apesar da brevidade de sua vida intensa – repleta de música, bares, madrugadas e amores –, a qualidade de seu legado é indiscutível. Sua contribuição foi essencial para a legitimação do samba de morro através do rádio, principal meio de comunicação em sua época. 

Desorientais: Hai-Kais - Alice Ruiz S.


Alice soube cavar uma maneira pessoal de se relacionar com essas formas mínimas, sem perder o gosto pela brincadeira zen, mas sem também vulgarizá-la com exotismo ou fascínio hipertrofiado - daí seu desafio quase provocativo de nomear o conjunto de "desorientais".

Retratos Narrados - Adriano Bitaraes Netto


'Retratos Narrados' tem o intuito de introduzir os leitores no universo de literatura brasileira ao apresentar, por meio de contos poéticos, personagens imortais criados pelos mais significativos escritores da tradição brasileira. O livro remonta às obras originais de Machado de Assis, Monteiro Lobato, Graciliano Ramos, Mário de Andrade, José Cândido de Carvalho, Guimarães Rosa e Aníbal Machado, relendo-as de modo que busca ser lírico e lúdico. Contudo, não só a história dos personagens é retomada nos contos, mas também o estilo dos autores. Desse modo, através do pastiche, pretende-se estabelecer um diálogo enriquecedor com a linguagem de cada um desses personalidades da língua portuguesa.

O mundo moderno e o capitalismo para Weber


Uma contribuição relevante de Weber, neste caso, é demonstrar que o mecanismo do modo de produção capitalista, no ocidente europeu, principalmente, contou com a existência, em alguns países, de um conjunto de valores de fundo religioso que ajudou a criar entre certos indivíduos, predisposições morais e motivações para se envolverem na produção e no comércio de tipo capitalista.
Na crença dos calvinistas, os homens já nasceriam predestinados à salvação ou ao inferno, embora não pudessem saber, exatamente, seu destino particular. Assim sendo, e para fugir da acusação de pecadores e desmerecedores do melhor destino, dedicavam-se a glorificar Deus por meio do trabalho e da busca do sucesso na profissão.  

A ação racional para Max Weber


Segundo Weber, as pessoas podem atuar, em geral, mesclando quatro tipos básicos de ação social. São eles:
A ação racional com relação a fins:  o indivíduo age para obter um fim objetivo previamente definido. E para tanto, seleciona e faz uso dos meios necessários e mais adequados do ponto de vista da avaliação. O que se destaca, aqui, é o esforço em adequar, racionalmente, os fins e os meios de atingir o objetivo. Na ação de um político, por exemplo, podemos ver um foco: o de obter o cargo com o poder que deseja com fins que dependem do político, de seu caráter. 

As teorias sociológicas na compreensão do presente: Max Weber


O pensamento deste sociólogo alemão segue diretrizes diferentes das dos dois autores que vimos anteriormente. Max Weber (1864-1920), ao contrário de Durkheim e Comte, acreditou na possibilidade da interpretação da sociedade partindo não dos fatos sociais já consolidados e suas características externas (leis, instituições, normas, regras, etc), ele propôs começar pelo indivíduo que nela vive, ou melhor, pela verificação das “intenções”, “motivações”, “valores” e “expectativas” que orientam as ações do indivíduo na sociedade. Sua proposta é a de que os indivíduos podem conviver, relacionar-se e até mesmo constituir juntos algumas instituições (como a família, a igreja, a justiça), exatamente porque quando agem eles o fazem partilhando, comungando uma pauta bem parecida de valores, motivações e expectativas quanto aos objetivos e resultados de suas ações. E mais, seriam as ações recíprocas (repetidas e “combinadas”) dos indivíduos que permitiriam a constituição daquelas formas duráveis (Estado, Igreja, casamento, etc.) de organização social. 

O mundo moderno para Durkheim


A humanidade, para esse autor, está em constante evolução, o que seria caracterizado pelo aumento dos papéis sociais ou funções. Por exemplo, para Durkheim, existem sociedades que organizam-se sob a forma de um tipo de solidariedade denominada mecânica e outras sociedades organizam-se sob a forma de solidariedade orgânica.
As sociedades organizadas sob a forma de solidariedade mecânica seriam aquelas nas quais existiriam poucos papéis sociais. Segundo Durkheim, nessas sociedades, os membros viveriam de maneira semelhante e, geralmente, ligados por crenças e sentimentos comuns, o que ele chama de consciência coletiva. Neste tipo de sociedade existiria pouco espaço para individualidades, pois qualquer tentativa de atitude “individualista” seria percebida e corrigida pelos demais membros.  

Os fatos sociais para Durkheim


Mas Durkheim acreditava que os acontecimentos sociais – como os crimes, os suícidios, a família, a escola, as leis – poderiam ser observados como coisas (objetos), pois assim, seria mais fácil de estudá-los.
Então ele propôs algumas das regras que identificam que tipo de fenômeno poderia ser estudado pela Sociologia. A esses fenômenos que poderiam ser estudados por uma ciência da sociedade ele denominou de fatos sociais.
E as características dos fatos sociais são: Coletivo ou geral ( generalidade) – significa que o fenômeno é comum a todos os membros de um grupo; Exterior ao indivíduo (exterioridade) – ele acontece independente da vontade individual; Coercitivo (coercitividade) – os indivíduos são “obrigados” a seguir o comportamento estabelecido pelo grupo.  

As teorias sociológicas na compreensão do presente: Émile Durkheim


Continuando o trabalho iniciado por Comte, de fazer da Sociologia uma ciência, numa visão positiva, surge o sociólogo francês Émile Durkheim (1858-1917). Coube a ele dar à Sociologia uma reputação científica, torna-la uma disciplina acadêmica com rigor científico foi o seu principal trabalho. É a partir desse pensador que a Sociologia ganha um formato mais “técnico”, sabendo o que e como ela iria buscar na sociedade. Com métodos próprios, a Sociologia deixou de ser apenas uma ideia e ganhou “status” de ciência.  

As teorias sociológicas na compreensão do presente: Auguste Comte


Auguste Comte (1798-1857), foi quem criou o termo “sociologia” a partir da organização do seu curso de Filosofia Positiva. O que desejava Comte com esse curso?
Ele pretendia fazer uma síntese da produção científica, ou seja, verificar aquilo que havia sido acumulado em termos de conhecimento, bem como os métodos das ciências já existentes, como os da matemática, da física e da biologia. Ele queria saber se os métodos utilizados nessas ciências, os quais já haviam alcançado um “status” de positivo, poderiam ser utilizados na física social, denominada, por ele de Sociologia.
Este pensador era de uma linha positivista, o que quer dizer que acreditava na superioridade da ciência e no seu poder de explicação dos fenômenos de maneira desprendida da religiosidade, como era comum se pensar naquela época. Como positivista ele acreditava que a ciência deveria ser utilizada para organizar a ordem social.