"Nada se espalha com maior rapidez do que um boato" (Virgílio)
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Berkeley e Hume – Os Pensadores


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Kant (I) – Os Pensadores


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Leibniz (II) – Os Pensadores


São Paulo: Nova Cultural, 1996. 543p.

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Montaigne - Os Pensadores


São Paulo: Nova Cultural, 1996. 511p.

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Erasmo e Thomas More – Os Pensadores


São Paulo: Nova Cultural, 1997. 336p.

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Newton e Leibniz – Os Pensadores


São Paulo: Nova Cultural, 1996. 335p.

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Rosseau – Os Pensadores


São Paulo: Nova Cultural, 1997. 303p.

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Montesquieu (volume II) – Os Pensadores


São Paulo: Nova Cultural, 1997. 382p

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Montesquieu (volume I) – Os Pensadores


São Paulo: Nova Cultural, 1997. 384p.

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Maquiavel – Os Pensadores


São Paulo: Nova Cultural, 1996. 287p.

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Francis Bacon – Os Pensadores


São Paulo: Nova Cultural, 1997. 255p.
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Diderot - Os Pensadores


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Espinosa – Os Pensadores


São Paulo: Nova Cultural, 1997. 560p.

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Rosseau – Os Pensadores


São Paulo: Nova Cultural, 1997. 336p.

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Locke – Os Pensadores


São Paulo: Nova Cultural, 1997. 319p.

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Hobbes – Os Pensadores


São Paulo: Nova Cultural, 1997. 495p.

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Introdução a René Descartes


São Paulo: Nova Cultural, 1996. 431p.

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Memória e teoria do conhecimento


Do ponto de vista da teoria do conhecimento, a memória possui as seguintes funções:
● retenção de um dado da percepção, da experiência ou de um conhecimento adquirido;
● reconhecimento e produção do dado percebido, experimentado ou conhecido numa imagem, que, ao ser lembrada, permite estabelecer uma relação ou um nexo entre o já conhecido e novos conhecimentos;
● recordação ou reminiscência de alguma coisa como pertencente ao tempo passado e, enquanto tal, diferente ou semelhante a alguma coisa presente;
● capacidade para evocar o passado a partir do tempo presente ou de lembrar o que já não é, através do que é atualmente.  

Os filósofos e a memória


O filósofo francês Bergson distingue dois tipos de memória:
1. a memória-hábito; e
2. a memória pura ou memória propriamente dita.
A memória-hábito é um automatismo psíquico que adquirimos pela repetição contínua de alguma coisa, como, por exemplo, quando aprendemos alguma coisa de cor. A memória é uma simples fixação mental conseguida à força de repetir a mesma coisa. Aqui, basta iniciar um gesto ou pronunciar uma palavra, para que tudo seja lembrado automaticamente: recito uma lição, repito movimentos de dança, freio o carro ao sinal vermelho, piso na embreagem para mudar a marcha do carro, risco uma palavra errada que escrevi, giro a chave para a direita ou para a esquerda para abrir uma porta, etc. Todos esses gestos e essas palavras são realizados por nós quase sem pensarmos neles ou até mesmo sem pensarmos neles. O automatismo psíquico se torna um automatismo corporal.  

O que é a memória


A memória é uma atualização do passado ou a presentificação do passado e é também registro do presente para que permaneça como lembrança. Alguns estudiosos julgaram que a memória seria um fato puramente biológico, isto é, um modo de funcionamento das células do cérebro que registram e gravam percepções e idéias, gestos e palavras. Para esses estudiosos, a memória se reduziria, portanto, ao registro cerebral ou à gravação automática pelo cérebro de fatos, acontecimentos, coisas, pessoas e relatos.