"Nada se espalha com maior rapidez do que um boato" (Virgílio)
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História da América através de Textos – Jaime Pinsky entre outros

 


5ª edição. São Paulo: Contexto, 1994. 173p.

Queimada e Semeadura: da conquista espiritual ao descobrimento de uma nova evangelização – Paulo Suess (org.)


Petrópolis: Vozes, 1988. 268p.

Conquista da América (A): a questão do outro – Tzvetan Todorov

 


São Paulo: Martins Fontes, 1993. 262p.

Descoberta da América (A) – Carlos Guilherme Mota


São Paulo: Ática, 1992. 32p. Doado para a Biblioteca do CEAT.

Conquista do México (A) – Mustafa Yazbek


2ª edição. São Paulo: Ática, 1991. 36p. Doado para a Biblioteca do CEAT.

América Latina - Jacques Lambert



2ª edição. São Paulo: Editora Nacional / Editora da Universidade de São Paulo, 1979. 425p. Doado

A América espanhola (Resumo)


Para sabermos um pouco mais sobre a emancipação política na América Espanhola, é preciso recordar como foi a sua colonização. É preciso compreender como a sociedade se comportava e lembrar mercantilismo, colônias de exploração, etc, para podermos dizer que mesmo se tornando independentes, a estrutura dessas sociedades não se modificou.

Colonização

A Espanha era uma metrópole mercantilista, isto quer dizer que, as colônias só serviam para serem exploradas. A colonização só teria sentido se as colônias pudessem fornecer produtos lucrativos. Desta forma a maioria das colônias espanholas (e também portuguesas) foram colônias de exploração, que dependiam das regras impostas pela metrópole.
O fator mais importante pela colonização espanhola foi a mineração. A base da economia espanhola eram as riquezas que provinham, especialmente da Bolívia, a prata e também o ouro de outras colônias. Foi esta atividade, a mineração, a responsável pelo crescimento de outras que eram ligadas, como, a agricultura e a criação de gado necessários para o consumo de quem trabalhava nas minas.
Quando a mineração decaiu, a pecuária e a agricultura, passaram a ser as atividades básicas da América Espanhola.  

Você sabe o que quer dizer "aperreado"?


“Estou aperreado”. “Não me aperreie, menino!”. Quem, no Nordeste, nunca ouviu uma frase assim? Usar “aperreado”, “aperreio”, no sentido de estar chateado, incomodado, em uma situação difícil, faz parte do vocabulário corrente dos nordestinos. Mas de onde é que vem essa palavra, afinal?


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Missão (A) - [1986] - 125 min.


No final do século XVIII Mendoza (Robert De Niro), um mercador de escravos, fica com crise de consciência por ter matado Felipe (Aidan Quinn), seu irmão, num duelo, pois Felipe se envolveu com Carlotta (Cherie Lunghi). Ela havia se apaixonado por Felipe e Mendoza não aceitou isto, pois ela tinha um relacionamento com ele. Para tentar se penitenciar Mendoza se torna um padre e se une a Gabriel (Jeremy Irons), um jesuíta bem intencionado que luta para defender os índios, mas se depara com interesses econômicos.

Buenos Aires foi fundada em 1580 e tinha população inicial de 100 pessoas.

Praça do Congresso argentino - Buenos Aires

Buenos Aires foi fundada em 1580 por Juan de Garay, na margem ocidental do Rio da Prata. A população inicial era de 100 pessoas - 60 marinheiros espanhóis e 40 mulheres e crianças guaranis, trazidas do Paraguai. Oitenta anos depois, a população crescera para três mil almas. No início do século 20, Buenos Aires estava entre as 10 capitais mais importantes do mundo.

Causas da Segunda Guerra Mundial

Conquista e colonização da América - Resumo (Parte 06/06)


A colonização francesa na América

No século XVII, quando era ministro da França o cardeal Richeljeu, Samuel Champlain fundou a Companhia da Nova França e liderou uma expedição colonizadora. Dessa expedição resultou a fundação da cidade de Québec. No final desse século, Robert Cavélier de La Saíle, ainda procurando uma passagem para o Pacifico, adentrou o rio Mississippi, percorrendo-o até o golfo do México. Tomou posse da região, denominando-a de Louisiana. Ainda no século XVII, os franceses estabeleceram-se na América Central. Conquistaram as ilhas de São Domingos, Martinica, Guadalupe e Dominica, nas quais introduziram a pecuária e, posteriormente, a plantação de cana-de-açúcar.
Na América do Sul, além das tentativas de fundação, no Brasil, da França Antártica (1555-1567) e da França Equinocial (1610-1614), os franceses dominaram a Guiana e fundaram a cidade de Caiena.
Se o século XVII representou o auge das conquistas francesas, o século XVIII significou a decadência do império colonial francês na América. Com a derrota na Guerra dos Sete Anos, com a Inglaterra, a França perdeu o Canadá e renunciou à posse dos territórios situados às margens do Mississippi.

Conquista e colonização da América – Resumo (Parte 05/06)


A colonização da América inglesa

No século XVII, as guerras político-religiosas na Inglaterra provocaram o êxodo de parte da população, que, em busca de abrigo e paz, dirigiu-se para a América com o objetivo de se estabelecer, provocando um povoamento efetivo.
As possessões inglesas na América do Norte estavam distribuídas em 13 colônias. Desde o período colonial, os Estados Unidos tiveram uma diversificação na forma econômica de ocupação. O Norte e a parte da região central, pobres em terrenos agrícolas e com uma estreita planície costeira, que dificultava a exploração e impedia a aquisição de vastas extensões de terras, dedicaram-se mais ao comércio e à manufatura do que à agricultura. Multiplicaram-se as pequenas e médias explorações agrícolas, o comércio, o artesanato, as indústrias de pesca e a construção naval. Desenvolveu-se a vida urbana e formou-se uma aristocracia comercial.
Já as colônias do Sul apresentavam terras férteis e clima ameno, condições favoráveis ao desenvolvimento de uma intensa atividade agrícola. Proliferaram as grandes fazendas, principalmente de algodão. Formou-se uma poderosa aristocracia agrária e o trabalho sustentava-se na mão-de-obra escrava negra. A empresa agrocomercial do Sul proporcionava altos lucros para a metrópole.

Conquista e colonização da América – Resumo (Parte 04/06)

Celebração da Primeira Missa em território brasileiro

A colonização da América portuguesa

Após um período de trinta anos, durante o qual o Brasil ficou praticamente abandonado, Portugal iniciou a colonização.
A primeira atividade econômica desenvolvida no Brasil foi a exploração de pau-brasil, madeira da qual se extraia uma tinta de cor vermelha usada no tingimento de tecidos. A partir de 1532, houve o desenvolvimento da economia açucareira. As lavouras de cana, iniciadas na capitania de São Vicente, conseguiram condições favoráveis para o seu desenvolvimento na Região Nordeste. A economia açucareira sustentou a colônia nos séculos XVI e XVII. Essa economia desenvolveu-se com o trabalho dos escravos negros, trazidos por traficantes portugueses, com o apoio de Portugal, que conseguia bom lucro com o tráfico.
No século XVIII, a economia brasileira baseou-se na exploração de minérios nas regiões de Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás. Mais uma vez, a mão-de-obra usada foi a do escravo negro. A mineração levou ao desenvolvimento do comércio interno e a capital foi mudada para o Rio de Janeiro. Paralelamente a esses dois produtos, desenvolveu-se uma economia de subsistência, com a plantação de produtos para consumo local, e a criação de gado.

Conquista e colonização da América - Resumo (Parte 03/06)


A economia e a sociedade na América espanhola

A economia da América Espanhola caracterizou-se pela exploração de metais preciosos — ouro e prata -, principalmente no México, onde os astecas já desenvolviam essa atividade.
A exploração de prata foi maior do que a de ouro e teve como mais importantes centros o vice-reino do México e as minas de Potosí, situadas no território da atual Bolívia. O regime empregado era o do monopólio real, aplicado por meio de impostos, como o quinto.
O ouro e a prata eram levados à Europa por galeões pertencentes à Coroa. Além dos metais preciosos, a América Espanhola também enviava para a Europa produtos agrícolas, como o milho, o açúcar e o tabaco, cultivados em algumas regiões. A metrópole controlava o comércio colonial.
Com o declínio da mineração, no século XVIII, a agricultura e a pecuária passaram a ser atividades econômicas significativas. A mão-de-obra do escravo negro foi utilizada, sobretudo na atividade agrícola.
Na sociedade colonial espanhola, a divisão social apresentava rígidas camadas, e a mobilidade era praticamente inexistente. Eram elas:
chapetones - brancos nascidos na Espanha e que ocupavam altos cargos civis e eclesiásticos;
criolos - filhos dos espanhóis nascidos na América. Eram grandes proprietários de terras e minas, comerciantes, grandes pecuaristas e profissionais liberais;
mestiços - resultantes da miscigenação entre brancos e negros, e brancos e índios. Eram mascates, servidores domésticos e trabalhadores assalariados;
índios e negros escravos - a camada inferior, considerada apenas como força de trabalho.

Conquista e colonização da América - Resumo (Parte 02/06)


A colonização da América Espanhola

Ao iniciar a colonização, o governo espanhol montou uma estrutura de governo para administrar suas possessões. Foram criados:
• a Casa de Contratação, em 1503, para supervisionar as relações marítimas e comerciais entre a América e a metrópole. Exercia, no setor comercial, a função de Corte de Justiça;
• o Real Supremo Conselho das Índias, em 1511, responsável pela administração geral da colônia, como a preparação das leis e dos decretos.
A extensão territorial da colônia espanhola na América levou a uma divisão administrativa. Foram criados quatro vice-reinos e quatro capitanias-gerais.
Os quatro vice-reinos eram: Nova Espanha, Nova Granada, Peru e Prata; as quatro capitanias-gerais eram: Guatemala, Cuba, Venezuela e Chile.
Os vice-reinos e as capitanias-gerais eram governados, respectivamente, por vice-reis e capitães-gerais, nomeados pelo Conselho das Índias.
A Igreja Católica teve papel significativo na colonização espanhola da América. Os padres jesuítas eram responsáveis pela conversão dos indígenas ao cristianismo. Exerciam sobre eles uma vigilância muito grande, obrigando-os a viver em aldeias (missões) e forçando-os a trabalhar a terra. A Igreja auxiliava o rei a manter sua autoridade sobre a população espanhola por meio dos Tribunais de Inquisição, instalados no México e no Peru.

Conquista e colonização da América - Resumo (Parte 01/06)


O processo de conquista e colonização da América pelos europeus provocou significativa devastação ambiental e morte das populações nativas.
O objetivo dos conquistadores espanhóis, portugueses, ingleses e franceses era explorar as suas colônias e proporcionar o maior lucro possível para as metrópoles. Em função disso, apropriaram-se das terras, escravizaram, mataram, destruíram. Duas grandes civilizações da América pré-colombiana, asteca e inca, foram dominadas pelos espanhóis. O fabuloso Império Asteca foi conquistado por Hernán Cortês. O responsável pela conquista do Peru foi Francisco Pizarro.
No inicio do século XVI, Portugal e Espanha e, um pouco mais tarde, a Inglaterra, a França e a Holanda promoveram a colonização das terras que haviam conquistado na América.
A colonização implantada estava ligada à expansão marítima e comercial da Europa, ao fortalecimento das monarquias absolutistas e à política econômica do mercantilismo.
O monopólio do comércio colonial garantia à metrópole a aquisição de todos os produtos coloniais a um preço mínimo, porém suficiente para estimular a produção. As colônias eram também um centro consumidor dos produtos metropolitanos.
Tanto a Espanha como Portugal foram levados a colonizar suas possessões americanas devido às pressões políticas de alguns países europeus, particularmente França e Inglaterra. Esses países só respeitavam as terras efetivamente ocupadas, e não aquelas garantidas pelo Tratado de Tordesilhas.

América Pré-Colombiana - 2º Ano - Textos


Abaixo textos sobre a "América Pré-Colombiana" já existentes nesse blog. Basta clicar no link com o título e será redirecionado para o tema.

A América Pré-Colombiana - textos diversos
Incas, Astecas e Maias - textos diversos
Índios brasileiros - textos diversos
Índios norte-americanos - textos diversos

A colonização espanhola e inglesa na América (Parte 02/02)


Nesta teleaula você verá que, de um modo geral, as coroas européias tiveram por objetivo transformar suas colônias em áreas de exploração econômica exclusiva. Sendo assim, as colônias americanas passaram a desempenhar um papel fundamental para o desenvolvimento das economias metropolitanas, formando o chamado sistema colonial mercantilista. Além disso, você saberá que algumas colônias inglesas na América do Norte estiveram à margem desse sistema.

A colonização espanhola e inglesa na América (Parte 01/02)