"Nada se espalha com maior rapidez do que um boato" (Virgílio)
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Relações Igreja-Estado no Brasil. Vol. 6: durante o governo do General Geisel (1978-1979) – VV.AA.



São Paulo: Loyola, 1987. 198p.

Relações Igreja-Estado no Brasil. Vol. 5: durante o governo do General Geisel (1977) – VV.AA.



São Paulo: Loyola, 1987. 255p.

Relações Igreja-Estado no Brasil. Vol. 4: durante o governo do General Geisel (1974-1976) – VV.AA.



São Paulo: Loyola, 1987. 311p.

Relações Igreja-Estado no Brasil. Vol. 3: durante o governo do General Médici (1970-1974) – VV.AA.



São Paulo: Loyola, 1987. 222p.

Relações Igreja-Estado no Brasil. Vol. 2: durante o governo do Marechal Costa e Silva (1967-1970) – VV.AA.



São Paulo: Loyola, 1986. 167p.

Relações Igreja-Estado no Brasil. Vol. 1: durante o governo do Marechal Castelo Branco (1964-1967) – VV.AA.




São Paulo: Loyola, 1986. 95p.

História do Brasil – Correio da Bahia

 


Salvador: Correio da Bahia, 1998. 320p.

Brasil: o livro dos 500 anos – VV.AA

 


Brasília: Caras, 1996. 247p.

50 Textos de História do Brasil – Dea Ribeiro Fenelon

 


São Paulo: Hucitec, 1990. 210p.

História da República Brasileira. Vol. 22: Preâmbulo de uma nova era: 1979-1989 – Maria Cecília Ribas Carneiro

 


São Paulo: Editora Três, Companhia das Letras, 1998. 121p.

História da República Brasileira. Vol. 21: O governo Geisel: 1975-1978 – Hélio Silva

 


São Paulo: Editora Três, Companhia das Letras, 1998. 218p.

História da República Brasileira. Vol. 20: Os governos militares: 1969-1974 – Hélio Silva

 


São Paulo: Editora Três, Companhia das Letras, 1998. 201p.

História da República Brasileira. Vol. 19: O Golpe de 64: 1964-1968 – Hélio Silva

 


São Paulo: Editora Três, Companhia das Letras, 1998. 170p.

Ditadura Encurralada (A) – Elio Gaspari

 


São Paulo: Companhia das Letras, 2004. 525p.

Ditadura Envergonhada (A) – Elio Gaspari

 


São Paulo: Companhia das Letras, 2002. 417p.

Ditadura Escancarada (A) – Elio Gaspari

 


São Paulo: Companhia das Letras, 2002. 507p.

Ditadura Derrotada (A) – Elio Gaspari

 


São Paulo: Companhia das Letras, 2003. 538p.

História da Bahia – Luiz Henrique Dias Tavares

 


6ª edição. São Paulo: Ática, 1979. 206p.

A oposição parte para a luta armada


O que significa viver sob uma ditadura militar? É exagerado achar que a toda hora tem tanque na rua, soldados desfilando dentro das faculdades. Aparentemente não muda muita coisa, porque você vai às compras, ao dentista, à praia e ao cinema, namora e casa, vê televisão. A não ser o fato de que seu vizinho é oficial do Exército e você sabe que por isso ele manda aqui no prédio (e isso pode ser até bom para a vizinhança), o resto parece bem normal. Mas, se você tiver um pingo de consciência, desconfia que as coisas não vão bem. Existe um cheirinho de esquisitice: as pessoas falam baixo, há uma nuvem de mistério cobrindo o país, o estômago fica pesado demais.  

O fechamento do regime (mais ainda!)


A esquerda voltava a crescer no Brasil. Nas ruas, as passeatas contra o regime militar começavam a reunir milhares de pessoas em quase todas as capitais. Diante disso, a direita mais selvagem partiu para suas habituais covardias. Aliás, covardia era a especialidade da organização terrorista de direita CCC (Comando de Caça aos Comunistas). O nome já diz tudo. Consideravam que a esquerda era feita por mamíferos a serem abatidos. Os trogloditas, então, atacaram os atores da peça Roda Viva, de Chico Buarque, em São Paulo. Surraram todo mundo, inclusive a atriz Marília Pêra. Depois, metralharam a casa do arcebispo D. Hélder Câmara, em Recife (alguns membros da Igreja Católica estavam deixando de bajular o regime). Em São Paulo, os filhinhos-de-papai da Universidade Mackenzie (onde nasceu o CCC) agrediam os estudantes da USP, na rua Maria Antônia, valendo desde pedradas até tiros de revólver.