"Nada se espalha com maior rapidez do que um boato" (Virgílio)
Mostrando postagens com marcador SOC - 1º Ano. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SOC - 1º Ano. Mostrar todas as postagens

SOCIOLOGIA – 1º ANO – PROVA: ANAXÍMENES




SOCIOLOGIA – 1º ANO – PROVA FINAL – 2ª UNIDADE
PROVA: ANAXÍMENES


01
02
03
04
05
B
C
E
D
A


06
07
08
09
10
E
D
B
A
C


Resposta do Vocabulário:


8
9
6
2
7


3
10
1
5
4


SOCIOLOGIA – 1º ANO – PROVA PARCIAL



2ª UNIDADE – 2018 - Prova: Sócrates

01 – A

02 – Certo

03 – Errado

04 – Errado

05 – Resposta: No senso comum, definir cultura significa que uma pessoa não é sofisticada em seus saberes, ou seja, tem a ver com a educação recebida em sua vida. Melhor dizendo, uma pessoa que não tem cultura, significa ou indica uma capacidade menor de compreender certas situações ou dados da realidade em que vive.

06 – Resposta: Significa que existe a presença de várias culturas numa mesma sociedade. Elas podem apenas se tolerar entre si, mas também podem se relacionar.

07 – Resposta: Definir cultura é compreender também as variadas formas que governam os grupos humanos às suas relações de poder, aos diferentes modos de organizar a sociedade, se apropriar dos recursos naturais, de inventar, significar e expressar a realidade humana. Pensando dessa forma, percebemos o quanto a definição de cultura no senso comum é incompleta, restrita e seletiva. Além de tudo, por reproduzir características etnocêntricas, ela é incapaz de nos ajudar na compreensão da diversidade humana.

O CONHECIMENTO POSITIVO



Segundo Comte, o único conhecimento válido é que se baseia em fatos. Por isso, a imaginação deve estar completamente subordinada a observação da realidade sensível e manipulável pela técnica. Constantemente, abandona-se qualquer tentativa de conhecimento absoluto ou pelas causas, o objetivo é chegar às leis, ou seja, as relações constantes que os fatos possuem entre si.
 Para Comte, somente a filosofia positivista, livre das teologias e da metafísica, poderia superar as contradições da humanidade, levando a alcançar o seu destino de progresso.

3.5. A CLASSIFICAÇÃO DAS CIÊNCIAS

Comte classificou as ciências segundo dois critérios interdependentes:
a).O critério de generalidade decrescente e complexidade crescente;
b).O critério histórico, a ordem histórica das ciências: matemática, astronomia, física, química, biologia e sociologia.

A LEI DOS TRÊS ESTADOS



1°. Estado teológico ou fictício – na fase inicial da evolução histórica, o mundo, a vida, os fenômenos em geral são explicados através dos recursos das forças sobrenaturais, mágicas dos deuses, primeiramente é a forma de feiticismo no monoteísmo.
A esta forma de conhecimento, corresponde uma forma de organização sócio-política: o Governo Monárquico em que o poder real absoluto é legitimado pelo direito divino. Aqui se explicam os diversos fenômenos através de causas primeiras, em geral personificadas nos deuses. O estado teológico subdividiu-se em:
a). Fetichismo, em que o homem confere vida, ação e poder sobrenaturais a seres inanimados e a animais.
b). Politeísmo, quando atribui às diversas potências sobrenaturais ou deuses certos traços da natureza humana (motivações, vícios e virtudes).
c). Monoteísmo, quando se desenvolve a crença num Deus único.  

OS TRÊS PRINCÍPIOS BÁSICOS DO POSITIVISMO COMTEANO



I – Prioridade do todo sobre as partes: significa que, para compreender e explicar um fenômeno social particular devemos analisá-lo no contexto global a que pertence. Considerava que tanto a sociologia estática (estudo da ordem das sociedades em determinado momento histórico) quanto à sociologia dinâmica (estudo da evolução das sociedades no tempo) deveriam analisar a sociedade, de uma determinada época, correlacionando-a a sua história e a história da humanidade (a sociologia de Comte é, na realidade, sociologia comparada, tendo como quadro de referência a história universal);

II – O progresso do conhecimento é característica da sociedade humana: a sucessão de gerações, com seus conhecimentos permiti uma cumulação de experiências e de saber que constitui um patrimônio espiritual objetivo e liga as gerações entre si, existe uma coerência entre o estágio dos conhecimentos e a organização social;

III – O homem é o mesmo por toda à parte e em todos os termos: em virtude de possuir idêntica constituição biológica e sistema cerebral.

Disponível em <http://jkcarlossofia.blogspot.com.br> Acesso: 30/mai/2018

Auguste Comte: vida e obra



Isidore Augusto Marie François Xavier Comte, filósofo e matemático francês, nasceu em Montpelier a 19 de janeiro de 1798. Foi fundador do positivismo foi ele também que batizou com o nome de sociologia uma nova ciência que antes ele chamava de “física social”. Augusto Comte foi importante para a sociologia, pois, através de sua perspectiva positivista que deu os primeiros passos para a cientificidade da sociologia, mas ainda confundida com uma filosofia social e religiosidade de tipo ideologicamente conservadora. Suas principais obras são: Curso de Filosofia Positiva e Sistema de Política Positiva.

Disponível em <http://jkcarlossofia.blogspot.com.br> Acesso: 30/mai/2018

OS CLÁSSICOS DA SOCIOLOGIA



Os primeiros pensadores que testemunharam as transformações sociais que ocorriam desde o século XVIII e que se preocuparam em compreender e explicá-las, não eram homens de ciência ou sociólogos que viviam desta profissão. Eram antes de tudo homens voltados para a ação, que desejavam introduzir determinadas modificações na sociedade. Participavam ativamente dos debates ideológicos em que se envolviam as correntes liberais, conservadoras e socialistas. Eles não desejaram introduzir um mero conhecimento sobre as novas condições de vida geradas pela revolução industrial, mas procuravam extrair dele orientações para a ação, tanto para manter, como para reformar ou modificar radicalmente a sociedade de seu tempo. Entre esses pensadores podemos destacar: Comte, Marx, Durkheim e Weber. Estes são considerados clássicos da sociologia, pois seus pensamentos ainda têm poder explicativo, sua vitalidade teórica e explicativa ainda alcança a era contemporânea, embora apresente limitações.

        COMTE                         MARX                        DURKHEIM                        WEBER

Disponível em <http://jkcarlossofia.blogspot.com.br> Acesso: 30/mai/2018

AS CORRENTES SOCIOLÓGICAS



A existência de interesses opostos na sociedade capitalista penetrou e invadiu a formação da sociologia, impedindo um entendimento comum por parte dos pensadores, por isso, a sociologia se dividiu ideologicamente entre a conservação e a transformação do status quo, dando margem ao nascimento de diferentes tradições sociológicas (correntes sociológicas) que representam as diferentes tendências ideológicas de compreensão e explicação da sociedade capitalista. Assim, temos as primeiras teorias sobre as transformações provocadas pelo capitalismo:
Profetas do passado – representados pelos pensadores Edmund Burk (1729-1797), Joseph de Maistre (1753-1821) e Louis de Bonald (1754-1840). Estes eram conservadores e tradicionalistas, tinham um pensamento reacionário: condenavam o iluminismo e a revolução francesa, culpavam pelo caos social, desorganização da família, da religião, das corporações. Estes ideólogos eram apaixonados pelo equilíbrio das instituições religiosas, monárquicas e aristocráticas da época feudal. Por isso, defendiam a ordem e o equilíbrio da sociedade, preocuparam-se com o controle, integração, posição, hierarquias sociais e também com os rituais da sociedade.

A RELAÇÃO DO CAPITALISMO COM A SOCIOLOGIA



O surgimento, a formação e o desenvolvimento da sociologia estão relacionados diretamente com a consolidação do capitalismo a partir da Revolução industrial e da Revolução francesa do século XVIII, que criaram novas condições socioeconômicas e político-ideológico, que caracterizam a sociedade capitalista, como o surgimento da indústria, da relação entre burguesia e operário, de regimes políticos e leis burguesas.
O sistema capitalista possui uma estrutura social inédita na história da humanidade, que nos instiga a uma reflexão sobre este sistema, suas transformações, suas crises, seus antagonismos.
É dentro desse contexto que surge a necessidade de se compreender e explicar essa nova realidade. Por isso, precisou-se de uma ciência que estivesse voltada para essas transformações. A sociologia constitui em certa medida uma resposta intelectual às novas situações geradas pela nascente sociedade capitalista industrial.

Disponível em <http://jkcarlossofia.blogspot.com.br> Acesso: 30/mai/2018

FATORES HISTÓRICOS QUE CONTRIBUÍRAM PARA O SURGIMENTO DA SOCIOLOGIA



Os fatores ou transformações históricas que contribuíram para a consolidação do capitalismo e o surgimento da sociologia estão relacionados ao contexto geral da transição do feudalismo para o capitalismo, onde podemos destacar:
Os fatores históricos que vinham ocorrendo desde o século XVI como:
Reforma Protestante (mudança religiosa), Formação dos Estados Nacionais e o Absolutismo (mudança política e territorial), Grandes navegações (mudança geográfica), Humanismo/Renascimento (mudança cultural), Revolução científica (mudança na ciência), Iluminismo (mudança ideológica).

As transformações socioeconômicas do século XVIII provocadas pela dupla revolução:
Revolução Francesa representou a mudança política-jurídica na história das sociedades ocidental, baseado nos ideais iluministas de liberdade, igualdade e fraternidade, a burguesia que já dominava o poder econômico reivindicava agora o poder político, o que aconteceu durante a revolução francesa. Assim adotaram novo regime político de representatividade política e sistemas econômicos favoráveis aos seus interesses.
Revolução Industrial representou as transformações de mudança socioeconômicas, com o surgimento das máquinas, com maior divisão técnica do trabalho, com o aumento da produção, da urbanização, do êxodo rural; a sociedade torna-se mais complexa e dinâmica, agravando-se também as questões sociais como:crescimento acelerado do desemprego, miséria, alcoolismo, prostituição e etc.

Disponível em <http://jkcarlossofia.blogspot.com.br> Acesso: 30/mai/2018

TEORIAS QUE INFLUENCIARAM NA FORMAÇÃO DA SOCIOLOGIA



Para a sociologia se consolidar como ciência ela teve que abandonar seu caráter normativo e finalista. Por isso, ela sofreu a influência de teorias e métodos das ciências biológicas e naturais: a teoria evolucionista de Charles Darwin (1809-1882), onde diz que ao longo de milhões de anos todas as espécies de seres vivos evoluíram; A biologia foi outra ciência que influenciou na cientificidade sociológica, através de Herbert Spencer (1820-1903), que criou uma sociologia organicista onde se fazia uma analogia do organismo vivo com a sociedade. Neste contexto foi fundamental aceitar a ideia de que os fenômenos sociais obedecem a leis naturais, embora produzidas pelos homens, esta foi a importância do positivismo que deu os primeiros passos para a cientificidade da sociologia. Foi, por isso, também, que logo no seu início, a sociologia recebeu outros nomes como fisiologia social (por Saint-Simon), ou física social (por Augusto Comte).
Outros teóricos fizeram suas interpretações sociais buscando dar à sociologia um caráter de ciência, buscando a consolidação definitiva sobre um conhecimento verdadeiro e importante para a sociedade; estes desenvolveram um conhecimento científico-social onde abrange todos os aspectos da sociedade, utilizando-se de outras ciências sociais como a economia (produção material), política (relações de poder), antropologia (aspectos culturais) e outras. Neste processo foram importantes as contribuições de Karl Marx, Emile Durkheim e Max Weber.

Disponível em <http://jkcarlossofia.blogspot.com.br> Acesso: 30/mai/2018


HISTÓRIA DO PENSAMENTO SOCIOLÓGICO



A busca de compreensão e explicação da sociedade já existia desde a Antiguidade, passando pelo Período Medieval e Idade Moderna, mas este pensamento não tinha uma base sociológica, pois os filósofos dessa época acreditavam que Deus e a natureza controlavam a sociedade, teorizavam modelos de sociedades ideais requisitando às pessoas que seguissem esses modelos, por isso, durante todos esses períodos o pensamento sobre o social estava influenciado por um caráter normativo (estabelecer regras para vida social) e finalista (objetivo de uma organização social ideal), impedindo um entendimento científico da realidade social. Outro fator que contribuiu para a inexistência da sociologia foi o fato de que as sociedades pré-capitalistas eram relativamente estáveis, o ritmo e o nível das mudanças eram razoavelmente lentos, não se percebendo a sociedade enquanto um “problema” merecedor de análises e investigação minuciosa (científica).

Disponível em <http://jkcarlossofia.blogspot.com.br> Acesso: 30/mai/2018

SOCIOLOGIA – 1º ANO – PROVA FINAL – 1ª UNIDADE – 2018



SOCIOLOGIA – 1º ANO – PROVA FINAL – 1ª UNIDADE – 2018
Parmênides 2 – (Valor: 0-6)

QUADRO DE RESPOSTAS

01
02
03
04
05
06
E
B
**
D
C
A


** - Questão 03 - ANULADA

07
08
09
10
11
12
D
C
A
E
B
C


SOCIOLOGIA – 1º ANO – PROVA FINAL – 1ª UNIDADE – 2018



SOCIOLOGIA – 1º ANO – PROVA FINAL – 1ª UNIDADE – 2018

Parmênides 1 – (Valor: 0-6)

QUADRO DE RESPOSTAS

01
02
03
04
05
06
B
C
**
A
D
E

** - Questão 03 - ANULADA

07
08
09
10
11
12
B
A
E
C
A
B


SOC_1Ano - AA Parcial – Unidade I – Prova: Tales de Mileto


SOC_1Ano - AA Parcial – Unidade I
Prova: Tales de Mileto (Valor: 4,0 pts)


QUADRO DE RESPOSTAS



01
02
03
04
05





B
C
A
D
E





QUESTÃO 06
Resposta: Sinteticamente, é o estudo das relações que os indivíduos estabelecem entre eles e a natureza, gerando normas de comportamento, atitudes, formação de grupos e elaboração de ideias sobre os mesmos grupos.


QUESTÃO 07 
Resposta: O senso comum se caracteriza por opiniões pessoais, generalizantes. Ou seja, julgam-se coisas ou fatos específicos como se fossem coisas ou fatos universais. Enfim, falsas certezas sem fundamentação científica, como por exemplo, “todo bandido é favelado”, “todo político é corrupto”, “o povo brasileiro é preguiçoso” etc. Ao contrário do senso comum, a atitude científica sobre as interpretações do comportamento humano e das relações sociais entre indivíduos é expressa nas Ciências Sociais (Antropologia, Ciência Política e Sociologia).


Dicas de como fazer um fichamento e normas de referência bibliográfica da ABNT


Segue arquivo anexo para download ou impressão das dicas de como fazer um fichamento e a forma correta das indicações bibliográficas segundo normas da ABNT. Bons estudos (clique aqui)

SOCIOLOGIA – 1º ANO – VESPERTINO


Conteúdos para a Prova de Recuperação Final

  1. Produção de conhecimento: uma característica fundamental das sociedades humanas
  2. A Sociologia e a relação entre o indivíduo e a sociedade
  3. Cultura e Ideologia
  4. Socialização e controle social
  5. Raça, etnia e multiculturalismo

Sociologia – 1º Ano – Vespertino – Turmas A e B - Unidade III – Final – Prova: Iota



01
02
03
04
05
06
07
E
D
B
B

A
E

ATIVIDADE AVALIATIVA – UNIDADE III - VESPERTINO
FINAL – 2017 – PROVA IOTA


QUESTÃO 05 – Resposta: F, V, V, F

Raça


O termo raça significa dizer que há grupos de pessoas que possuem características fisiológicas e biológicas comuns. No entanto, o uso do termo raça acaba classificando um grupo étnico ou sociedade, levando também à hierarquização.
Apesar da diversidade, existem aspectos universais nas culturas humanas. A linguagem é um exemplo. Apesar de existirem diferentes línguas, a necessidade de comunicação é comum a todas as culturas. Existem outros exemplos de características universais: partilha, inter-ajuda, relações afetivas, religião, solidariedade etc.
A socialização transforma os seres humanos em seres sociais. Sendo um processo de construção da identidade social não destrói a identidade individual, passa a fazer parte dela. É o processo pelo qual os homens aprendem as normas das culturas de origem, e que lhes permite o contato social com as gerações passadas e futuras, pela partilha dessas normas.  

Etnia


O conceito de etnia distingue-se do conceito de raça e cultura. Etnia é um conceito associado a uma referência, origem comum de um povo, são grupos que compartilham os mesmos laços linguísticos, intelectuais, morais e culturais. Embora possuam uma mesma situação de dependência de instituições e organização social, econômica e política, não se constitui em uma nação, mas apenas em um agrupamento étnico. Etnia é, portanto, um conceito diferente de raça e cultura.