"A Vida, como a fizeres, estará contigo em qualquer parte." (Autoria desconhecida)

"Viva, Viva, Viva"


A utilização desta expressão festiva começou no tempo do império... Segundo o protocolo da época os "vivas" deveriam ser repetidos por três vezes: uma homenageando a Igreja Católica, outra para a Constituição e a terceira para o Imperador.

O nome completo de D. Pedro I


Que o nome completo de D. Pedro I era:


PEDRO DE ALCÂNTARA FRANCISCO ANTÔNIO JOÃO CARLOS XAVIER DE PAULA  MIGUEL RAFAEL JOAQUIM JOSÉ GONZAGA PASCOAL CIPRIANO SERAFIM DE BRAGANÇA E BOURBON

Bandeira Nacional (1889)


A atual bandeira nacional foi projetada em 1889 por Raimundo Teixeira Mendes e Miguel Lemos, com desenho de Décio Vilares. No lugar da coroa imperial, eles colocaram a esfera azul-celeste e a frase "Ordem e Progresso", escrita em verde. A bandeira brasileira começou a ser usada no dia 19 de novembro de 1889. Por isso, nessa data comemora-se o Dia da Bandeira.

Bandeira Provisória da República (15 a 19 Novembro 1889)


A bandeira republicana, que copiava a norte-americana, teve uma vida curtíssima: apenas quatro dias. Foi hasteada na redação do jornal A Cidade do Rio, após a proclamação da República, e no navio "Alagoas", que conduziu a família imperial ao exílio.

Bandeira Imperial do Brasil (1822-1889)


Criada por um decreto de 18 de setembro de 1822, logo após a independência, esta bandeira era composta de um retângulo verde e nele, inscrito, um losango ouro, ficando no centro deste o Escudo de Armas do Brasil.

Bandeira do Regime Constitucional (1821-1822)


A Revolução do Porto, de 1820, fez prevalecer em Portugal os ideais liberais da Revolução Francesa, abolindo a monarquia absoluta e instituindo o regime constitucional, cujo pavilhão foi criado em 21 de agosto de 1821. Foi a última bandeira lusitana a tremular no Brasil. 

Bandeira do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve (1816-1821)


Criada em razão da elevação do Brasil à categoria de Reino, em 1815. O Brasil está representando nessa bandeira pela esfera de ouro, em campo azul. 

Bandeira Real Século XVII (1600-1700)


Ela foi usada como símbolo oficial do Reino, ao lado de outros três pavilhões já citados — a Bandeira da restauração, a do Principado do Brasil e a Bandeira de D. Pedro II, de Portugal. 

Bandeira de D. Pedro II, de Portugal (1683-1706)


Esta bandeira foi usada no auge das expedições dos bandeirantes. É interessante atentar para a inclusão do campo em verde (retângulo), que voltaria a surgir na Bandeira Imperial e foi conservado na bandeira atual, adotada pela República. 

Bandeira do Principado do Brasil (1645-1816)


Esta foi a primeira bandeira criada especialmente para o Brasil. D João IV conferiu a seu filho Teodósio o título de "Príncipe do Brasil".

Bandeira da Restauração (1640-1683)


Também conhecida como "Bandeira de D. João IV", foi instituída logo após o fim do domínio espanhol. A idéia era caracterizar o ressurgimento do Reino Lusitano sob a Casa de Bragança. O fato mais importante que presidiu foi a expulsão dos holandeses do território brasileiro. A orla azul alia à ideia de Pátria ao culto de Nossa Senhora da Conceição, que passou a ser a Padroeira de Portugal, no ano de 1646. 

Bandeira do Domínio Espanhol (1616-1640)


Bandeira portuguesa usada na ocupação espanhola. Foi criada por Felipe II, da Espanha, em 1616. Deveria ser hasteada em Portugal e suas colônias. Assistiu às invasões holandesas no Nordeste e ao início da expansão bandeirante, propiciada, em parte, pela União Ibérica. 

Bandeira de D. João III (1521-1616)


Bandeira de Portugal usada durante o reinado de Dom João III, o "Colonizador". Tomou parte em importantes fatos de nossa história, como as expedições exploradoras e colonizadoras, a instituição do Governo Geral na Bahia em 1549 e a posterior divisão do Brasil em dois Governos, um com sede no Norte e outro com sede no Sul.

Bandeira Real (1500 - 1521)


A bandeira do Primeiro Reino de Portugal, também usada nos barcos da esquadra de Pedro Álvares Cabral, participou de todos os acontecimentos importantes havidos em nossa terra até 1521. Foi a primeira vez que apareceu o escudo de Portugal. 

Bandeira da Ordem de Cristo


A primeira bandeira hasteada em solo brasileiro foi a da Ordem de Cristo. A Ordem de Cristo era uma associação rica e poderosa, que patrocinou as grandes navegações portuguesas. A cruz de Cristo estava pintada nas velas da frota de Pedro Álvares Cabral e o estandarte da Ordem esteve presente no descobrimento de nossa terra, participando das duas primeiras missas. 

Salvador Dali - Maldoror - Implementa de Crossing


Salvador Dali - Maldoror - Entanglement hedonista


Salvador Dali - Maldoror - Floração do Além


Principais características da Filosofia nascente


O pensamento filosófico em seu nascimento tinha como traços principais:
● tendência à racionalidade, isto é, a razão e somente a razão, com seus princípios e regras, é o critério da explicação de alguma coisa;
● tendência a oferecer respostas conclusivas para os problemas, isto é, colocado um problema, sua solução é submetida à análise, à crítica, à discussão e à demonstração, nunca sendo aceita como uma verdade, se não for provado racionalmente que é verdadeira;  

Condições históricas para o surgimento da Filosofia


O que tornou possível o surgimento da Filosofia na Grécia no final do século VII e no início do século VI antes de Cristo? Quais as condições materiais, isto é, econômicas, sociais, políticas e históricas que permitiram o surgimento da Filosofia?
Podemos apontar como principais condições históricas para o surgimento da Filosofia na Grécia:  

Mito e Filosofia


A Filosofia nasceu realizando uma transformação gradual sobre os mitos gregos ou nasceu por uma ruptura radical com os mitos?
O que é um mito?
Um mito é uma narrativa sobre a origem de alguma coisa (origem dos astros, da Terra, dos homens, das plantas, dos animais, do fogo, da água, dos ventos, do bem e do mal, da saúde e da doença, da morte, dos instrumentos de trabalho, das raças, das guerras, do poder, etc.).  

Filosofia: Nem oriental, nem milagre


Desde o final do século XIX da nossa era e durante o século XX, estudos históricos, arqueológicos, linguísticos, literários e artísticos corrigiram os exageros das duas teses, isto é, tanto a redução da Filosofia à sua origem oriental, quanto o “milagre grego”.
Retirados os exageros do orientalismo, percebe-se que, de fato, a Filosofia tem dívidas com a sabedoria dos orientais, não só porque as viagens colocaram os gregos em contato com os conhecimentos produzidos por outros povos (sobretudo os egípcios, persas, babilônios, assírios e caldeus), mas também porque os dois maiores formadores da cultura grega antiga, os poetas Homero e Hesíodo, encontraram nos mitos e nas religiões dos povos orientais, bem como nas culturas que precederam a grega, os elementos para elaborar a mitologia grega, que, depois, seria transformada racionalmente pelos filósofos.  

O nascimento da Filosofia


Os historiadores da Filosofia dizem que ela possui data e local de nascimento: final do século VII e início do século VI antes de Cristo, nas colônias gregas da Ásia Menor (particularmente as que formavam uma região denominada Jônia), na cidade de Mileto. E o primeiro filósofo foi Tales de Mileto.
Além de possuir data e local de nascimento e de possuir seu primeiro autor, a Filosofia também possui um conteúdo preciso ao nascer: é uma cosmologia. A palavra cosmologia é composta de duas outras: cosmos, que significa mundo ordenado e organizado, e logia, que vem da palavra logos, que significa pensamento racional, discurso racional, conhecimento. Assim, a Filosofia nasce como conhecimento racional da ordem do mundo ou da Natureza, donde, cosmologia.  

O que perguntavam os primeiros filósofos


Por que os seres nascem e morrem? Por que os semelhantes dão origem aos semelhantes, de uma árvore nasce outra árvore, de um cão nasce outro cão, de uma mulher nasce uma criança? Por que os diferentes também parecem fazer surgir os diferentes: o dia parece fazer nascer a noite, o inverno parece fazer surgir a primavera, um objeto escuro clareia com o passar do tempo, um objeto claro escurece com o passar do tempo?  

Filosofia: ouvindo a voz dos poetas


Escutemos, por um instante, a voz dos poetas, porque ela costuma exprimir o que chamamos de “sentimento do mundo”, o sentimento da velhice e da juventude perene do mundo, da grandeza e da pequeneza dos humanos ou dos mortais.
Assim, o poeta grego Arquíloco escreveu:  

O trabalho infantil e juvenil


O trabalho infantil e juvenil nos países pobres impedem que as crianças e jovens desfrutem do direito básico à educação.

Declaração Universal dos Direitos do Homem


A Declaração Universal dos Direitos do Homem assegura a toda pessoa o direito ao trabalho e à proteção contra o desemprego.

Museu de Imagens do Inconsciente - 02


Quadro de Fernando Diniz pertencente ao acervo do Museu de Imagens do Inconsciente.

Pacto Internacional Sobre os Direitos Econômicos, Sociais e Culturais


O Pacto Internacional Sobre os Direitos Econômicos, Sociais e Culturais reconhece o direito à proteção das famílias, mães, crianças e jovens.

Museu de Imagens do Inconsciente


Com obras pintadas por seus pacientes, a psiquiatra Nise da Silveira fundou o Museu de Imagens do Inconsciente.

Pobreza


A pobreza generalizada no continente africano constitui um dos maiores desafios à implementação dos direitos do homem.

Cidade do México


Cidade do México, um dos maiores aglomerados urbanos do mundo.

Mashad, Irã


Casa popular em Mashad, Irã.

Curitiba (PR)


Curitiba, capital do Paraná, é modelo de núcleo urbano.

A Filosofia hoje: Passado e Futuro



Ao contrário do que imaginava o jovem Wittgenstein, a filosofia não acabou com o Tratactus Logico-Philosophicus. Pelo contrário, a partir de seus trabalhos posteriores, muitos pensadores puderam se organizar melhor no sentido de abrir algumas portas para um pensamento crítico interdisciplinar. Foi assim que surgiu uma das manifestações mais recentes da Filosofia, que se uniu às ciências exatas, às ciências naturais e às ciências humanas: a Ciência Cognitiva e a Filosofia da Mente.  

Wittgestein: A Filosofia Lógica



Temos visto que muitas questões ganharam a atenção de um bem grande número de pensadores durante toda a história da investigação racional. A filosofia tentou, por mais de 2000 mil anos, fornecer respostas simples na forma, mas complexas no significado. Contudo, uma queixa constante dos alunos de filosofia, senão dos próprios professores, é que, apesar de todo este esforço, de todo este trabalho filosófico no sentido de obter respostas satisfatórias às perguntas, pouco se parece conseguir ganhar de realmente definitivo com elas.  

Freud: Mente e Espírito



Sigmund Freud foi um dos nomes mais influentes e controversos do final do século XIX até meados do século XX. Seus principais trabalhos se voltaram para o campo da psicologia, mas ele também produziu um material bastante coeso que perpassa os campos da medicina, filosofia, fisiologia e antropologia. No entanto, todas estas outras atividades à que Freud se dedicou possuíam um único fim, investigar os limites, as raízes, os alcances e as capacidades do que poderíamos chamar de nossa atividade mental. Também é atribuído a Freud a criação de uma nova atividade terapêutica: a Psicanálise, por meio da qual se poderia ir cada vez mais fundo nos motivos e nas maquinações da mente humana com o objetivo claro de obter uma cura aos males de ordem psicológica.  

Nietzsche para além do Bem e do Mal



A ideia que comumente temos de moral é a de um conjunto de hábitos que podem ser enquadrados nos limites fornecidos por valores bipolares como o de Bem e Mal, Correto e Errado, Honesto e Desonesto, Justo e Injusto, Verdadeiro e Falso etc. Estes atributos qualitativos às ações humanas variam de lugar para lugar, de época para época, enfim, de cultura para cultura. Neste sentido, a Moral também varia na mesma ordem. A Ética, ou a filosofia moral, como já estudamos anteriormente, é o campo filosófico que tenta abstrair esta variação de lugares, épocas e culturas, para descobrir aquilo que, essencialmente, poderíamos chamar de uma ação correta, de uma ação justa, de uma ação má e assim por diante.  

Schopenhauer e a moral



Depois desta um tanto rápida e árida investigação sobre alguns princípios filosóficos da Teoria do Conhecimento em Descartes, Bacon, Hume e Kant, vamos mudar nosso registro filosófico para o discurso sobre o comportamento humano, a Ética, que se localiza no âmbito da Moral. Assim sendo, nada melhor do que falarmos, muito de passagem, de um dos mais influentes filósofos do século XIX, cuja obra marcou muitos outros pensadores posteriores a ele, em diversas outras áreas do saber. Nos referimos a Arthur Schopenhauer (1788-1860), que pertenceu a uma importante família holandesa, mas que criou uma obra de alcance mundial.  

A sétima morada - A vida da santa Edith Stein - 110 min.


Judia e famosa professora de filosofia, Edith Stein, sem abandonar suas origens judaicas, converte-se ao catolicismo, ingressa no Carmelo de Colônia, Alemanha. Assume e aprofunda a espiritualidade carmelitana. Vítima da perseguição nazista é levada ao campo de concentração de Auschwitz, Polônia, onde morre na câmara de gás. Canonizada, em 1998, pelo papa João Paulo II.

Madre Teresa de Calcutá - 180 min.



Uma vida devotada aos pobres, aos doentes e aos esquecidos Conhecida como "a santa dos pobres mais pobres", Inês Gonxha Bojaxhiu nasceu em Skopja, capital da atual república da Macedônia. Aos 21 anos, mudando seu nome para Teresa, ingressou em um Convento de Calcutá. Onze anos mais tarde deixaria o mesmo e começaria a trabalhar nos bairros mais pobres da cidade, vindo a fundar em 1946, a Congregação das Missionárias da Caridade. Seu papel em favor dos mais necessitados rendeu a Madre Tereza o Prêmio Nobel da Paz e o reconhecimento de seu trabalho no mundo. Neste sensível e humano filme, o diretor Fabrizio Costa mostra a dedicação, a luta e a intolerância sofrida pela missionária, que será beatificada pelo Vaticano, por parte daqueles que não compreendiam seu trabalho.

O legado da Filosofia grega para o Ocidente europeu



Por causa da colonização européia das Américas, nós também fazemos parte - ainda que de modo inferiorizado e colonizado - do Ocidente europeu e assim também somos herdeiros do legado que a Filosofia grega deixou para o pensamento ocidental europeu.
Desse legado, podemos destacar como principais contribuições as seguintes:  

A Filosofia é grega



A Filosofia, entendida como aspiração ao conhecimento racional, lógico e sistemático da realidade natural e humana, da origem e causas do mundo e de suas transformações, da origem e causas das ações humanas e do próprio pensamento, é um fato tipicamente grego.
Evidentemente, isso não quer dizer, de modo algum, que outros povos, tão antigos quanto os gregos, como os chineses, os hindus, os japoneses, os árabes, os persas, os hebreus, os africanos ou os índios da América não possuam sabedoria, pois possuíam e possuem. Também não quer dizer que todos esses povos não tivessem desenvolvido o pensamento e formas de conhecimento da Natureza e dos seres humanos, pois desenvolveram e desenvolvem.  

A origem da Filosofia



A palavra filosofia

A palavra filosofia é grega. É composta por duas outras: philo e sophia. Philo deriva-se de philia, que significa amizade, amor fraterno, respeito entre os iguais. Sophia quer dizer sabedoria e dela vem a palavra sophos, sábio.
Filosofia significa, portanto, amizade pela sabedoria, amor e respeito pelo saber. Filósofo: o que ama a sabedoria, tem amizade pelo saber, deseja saber.  

As aventuras de Pi - 127 min.


Pi Patel (Suraj Sharma) é filho do dono de um zoológico localizado em Pondicherry, na Índia. Após anos cuidando do negócio, a família decide vender o empreendimento devido à retirada do incentivo dado pela prefeitura local. A ideia é se mudar para o Canadá, onde poderiam vender os animais para reiniciar a vida. Entretanto, o cargueiro onde todos viajam acaba naufragando devido a uma terrível tempestade. Pi consegue sobreviver em um bote salva-vidas, mas precisa dividir o pouco espaço disponível com uma zebra, um orangotango, uma hiena e um tigre de bengala chamado Richard Parker.

Fahrenheit 451 - 112 min.


Em um Estado totalitário em um futuro próximo, os "bombeiros" têm como função principal queimar qualquer tipo de material impresso, pois foi convencionado que literatura um propagador da infelicidade. Mas Montag (Oskar Werner), um bombeiro, começa a questionar tal linha de raciocínio quando vê uma mulher preferir ser queimada com sua vasta biblioteca ao invés de permanecer viva.

Germinal - 125 min.



O filme retrata o processo de gestação e maturação de movimentos grevistas e de uma atitude mais ofensiva por parte dos trabalhadores das minas de carvão do século 19 na França em relação à exploração de seus patrões. Baseado na obra de Emile Zola, o filme é um das mais belas adaptações literárias da história do cinema.

Salvador Dali - Maldoror - Desejo de Suavidade


Salvador Dali - Maldoror - O Futuro e o Enigma


Salvador Dali - Maldoror - Pires fálica