"A Vida, como a fizeres, estará contigo em qualquer parte." (Autoria desconhecida)

FELIZ ANO NOVO !



Os fogos anunciam a chegada de um ano novo !

É hora de refazer seus sonhos ainda não realizados e acreditar que irá concretizá-los.

Soltar um olhar solidário e acalantador para os seus amigos e bocejar para os inimigos.

Aprender com os erros do ano já ido e brindar o ano bem vindo com um sorriso.

Correr ao encontro daquele amor ainda não perdido ou surpreender mais uma vez o amor já conquistado.

Desejo a você e aos seus familiares um ano repleto de luz, amor, saúde e prosperidade.

Feliz Ano Novo!

Que Deus te abençoe.


Fraternalmente,

Tony Mendes

Santa Maria Goretti - 98 min


A emocionante história de Maria Goretti e de Alexandre Serenelli. Dois jovens que vivem uma intensa amizade a qual poderia ter-se transformado numa história de amor. Alexandre, no entanto, num ímpeto de violenta paixão, a transforma numa tragédia. O filme, dessa jovem terna e simples, quer mostrar que é possível conservar os valores cristãos, mesmo à custa do sacrifício da própria vida, testemunhando no perdão, a força do amor sem medida.

Os fantasmas de Scrooge - 96 min


O Natal se aproxima e, como sempre, Ebenezer Scrooge (Jim Carrey) mantém seu desprezo pela data. Milionário e muito mesquinho, ele só pensa em dinheiro e não dá espaço para a emoção em seu coração, maltratando Bob Cratchit (Gary Oldman), seu fiel assistente, e ignorando seu sobrinho Fred (Colin Firth). Com a morte de seu sócio, Ebenezer recebe a visita de três fantasmas do Natal: do passado, do presente e do futuro. Cada um deles, levará o velho ranzinza para uma viagem que o ajudará a refletir melhor sobre sua vida passada e a escolha que fará para o futuro.

A América no século XIX – Resumo (Parte 05/05)


A Guerra de Secessão

A Guerra de Secessão agitou os Estados Unidos de 1861 a 1865. As diferenças econômicas e políticas dos Estados do Norte e do Sul foram decisivas para a eclosão do conflito.
  • O Norte possuía economia sustentada na indústria e no comércio; defendia tarifas alfandegárias protecionistas; apoiava a abolição dos escravos; era favorável a um governo central forte.
  • O Sul possuía economia agrária; era exportador de produtos agrícolas e importador de manufaturados; defendia tarifas alfandegárias baixas; lutava pela manutenção do escravismo; era favorável a um governo central fraco.

A América no século XIX – Resumo (Parte 04/05)


A expansão territorial norte-americana

No inicio do século XIX, os norte-americanos começaram a se expandir em direção ao Oeste, conquistando terras dos povos indígenas e estendendo suas fronteiras do Atlântico ao Pacifico. Buscavam terras férteis para a agricultura, pastagens para a criação de animais, matérias-primas para as indústrias do Norte e riquezas minerais. 

A América no século XIX – Resumo (Parte 03/05)


Estados Unidos no Século XIX

No século XIX ocorreu uma série de transformações econômicas, políticas e sociais nos Estados Unidos. A agricultura passou a ser diversificada e realizada com novo padrão técnico. As indústrias floresceram e atingiram elevado índice de exportações. Em decorrência, novas camadas sociais surgiram e aumentou ainda mais a imigração. Por fim, a burguesia industrial e financeira norte-americana expandiu-se no mercado latino-americano.

A América no século XIX – Resumo (Parte 02/05)


Independência da América Espanhola

Com exceção do Uruguai, de Cuba e Porto Rico, as colônias espanholas da América proclamaram sua independência entre 1804 e 1825.
Os primeiros movimentos de libertação da América Espanhola começaram no século XVIII. Entre eles, destacam-se a revolta dos indígenas no Peru, liderada por Tupac Amaru (1780) e a revolta dos escravos, a partir de 1791, em São Domingos, liderada por um ex-escravo, Toussaint Louverture, que proclamou a independência da ilha.  

A América no século XIX – Resumo (Parte 01/05)


No século XIX, ocorreram inúmeras transformações no continente americano. As colônias espanholas conseguiram libertar-se por meio de vários movimentos militares. Essa libertação armada favoreceu sua fragmentação em vários países. Também o Brasil, colônia de Portugal na época, tornou-se livre.  

Império Napoleônico – Resumo (Parte 06/06)

Santa Aliança: a união dos monarcas europeus contra os levantes inspirados na Revolução Francesa

A Santa Aliança

Por proposta do czar Alexandre I, a Rússia, a Áustria e a Prússia formaram a Santa Aliança. O objetivo era defender as monarquias absolutistas, em nome dos princípios cristãos. Metternich introduziu na Santa Aliança o direito de intervenção. Segundo ele, a Santa Aliança teria o direito de intervir nos países onde houvesse revoluções liberais e tentativas de emancipação política.  

Império Napoleônico – Resumo (Parte 05/06)


O Congresso de Viena

Logo depois da primeira derrota de Napoleão, em 1814, organizou-se na Europa um movimento conservador. As forças tradicionais absolutistas retomaram o antigo modelo de governo. Monarcas e ministros reuniram-se no
Congresso de Viena (1814-1815), com a finalidade de restabelecer o antigo equilíbrio político europeu, anterior à Revolução Francesa, e reorganizar o mapa político da Europa, que havia sido bastante alterado com as conquistas napoleônicas. 

Império Napoleônico – Resumo (Parte 04/06)


O fim do Império

A política napoleônica começou a ser contestada, inclusive pela burguesia. Enquanto a Inglaterra intensificou seu comércio com as colônias da América Latina, dos Estados Unidos e do Oriente, o Bloqueio Continental prejudicou a economia francesa e a dos países aliados, em razão da falta de produtos manufaturados e da paralisação dos portos. Em 1812, a Rússia rompeu o bloqueio.  

Império Napoleônico – Resumo (Parte 03/06)


O Império (1804-1815)

Em 1804, Napoleão fez realizar novo plebiscito, no qual 600/o dos votantes confirmaram a instituição do regime político monárquico, e ele tornou-se imperador da França.
No plano interno, ocorreu o incentivo à agricultura e à indústria.  

Império Napoleônico – Resumo (Parte 02/06)


O Consulado (1799 a 1804)

No Consulado, o Poder Executivo era exercido por três cônsules, e o Legislativo ficava a cargo de assembleias. Napoleão era o primeiro-cônsul e concentrava em suas mãos amplos poderes. Napoleão promoveu a reforma do Direito, elaborando o Código Civil Napoleônico, consolidando as conquistas da burguesia ocorridas durante a Revolução Francesa, tais como a laicizarão do Estado, a igualdade entre os iguais perante a lei, a propriedade privada, a liberdade econômica, a proibição das greves e da organização sindical e o restabelecimento da escravidão nas colônias.
Foi reorganizado o ensino francês, cujo objetivo era a formação de cidadãos aptos a servir ao Estado. O modelo napoleônico de educação visava moldar o comportamento político do cidadão, pois a escola era o veículo para a criança aprender a amar e a obedecer ao governo francês. Napoleão fundou a Escola Normal de Paris para a formação de professores. Contando com o apoio da burguesia, em 1802 Napoleão fez um plebiscito e tornou-se cônsul vitalício.

Império Napoleônico – Resumo (Parte 01/06)


Ao governar a França, Napoleão Bonaparte deu inicio à consolidação das conquistas da burguesia no país. Além disso, empreendeu campanhas militares que provocaram a desorganização das monarquias absolutistas da Europa, favorecendo os movimentos liberais. No período da Convenção da Revolução Francesa, com 26 anos de idade e já general, Napoleão Bonaparte foi convocado para reprimir os radicais (1795), destacando-se também na defesa da França revolucionária, ameaçada pelas monarquias europeias. Em 1799, o Diretório convocou Napoleão para participar do governo.  

O outro lado do céu - 113 min.


John Groberg (Christopher Gorham) é um jovem missionário que, nos anos 50, embarca em uma longa viagem juntamente com os nativos da ilha Tongan, deixando para trás a noiva e sua família. Ao longo de sua viagem ele escreve cartas para sua noiva, relatando suas aventuras para sobreviver em uma terra desconhecida. Ao mesmo tempo Groberg conhece a cultura local e faz amigos nos 3 anos que passa longe de casa.

Subjetividade e graus de consciência


Embora a subjetividade se manifeste plenamente como uma atividade que sabe de si mesma, isso não significa que a consciência esteja sempre alerta e atenta. Quando, por exemplo, recebemos uma anestesia geral, vamos perdendo gradualmente a consciência, deixamos de ter consciência de ver, sentir, lembrar. Dependendo da intensidade da dose aplicada, podemos perder todas as formas de consciência menos, por exemplo, a auditiva. No entanto, mesmo a consciência auditiva, nessa situação, é fluida, não parece estar referida a um eu. Quando despertamos à noite, de um sono profundo e num local que não é nosso quarto, levamos um certo tempo até sabermos quem somos e onde estamos.  

A consciência: o eu, a pessoa, o cidadão e o sujeito


A teoria do conhecimento no seu todo realiza-se como reflexão do entendimento e baseia-se num pressuposto fundamental: o de que somos seres racionais conscientes.
O que se entende por consciência?
A capacidade humana para conhecer, para saber que conhece e para saber o que sabe que conhece. A consciência é um conhecimento (das coisas e de si) e um conhecimento desse conhecimento (reflexão). 

Locke: a preocupação com o conhecimento


Locke é o iniciador da teoria do conhecimento propriamente dita porque se propõe a analisar cada uma das formas de conhecimento que possuímos, a origem de nossas ideias e nossos discursos, a finalidade das teorias e as capacidades do sujeito cognoscente relacionadas com os objetos que ele pode conhecer. Seguindo a trilha que fora aberta por Aristóteles, Locke também distingue graus de conhecimento, começando pelas sensações até chegar ao pensamento.

Bacon e Descartes: a preocupação com o conhecimento


Os gregos indagavam: como o erro é possível? Os modernos perguntaram: como a verdade é possível? Para os gregos, a verdade era aletheia, para os modernos, veritas. Em outras palavras, para os modernos trata-se de compreender e explicar como os relatos mentais – nossas ideias – correspondem ao que se passa verdadeiramente na realidade. Apesar dessas diferenças, os filósofos retomaram o modo de trabalhar filosoficamente proposto por Sócrates, Platão e Aristóteles, qual seja, começar pelo exame das opiniões contrárias e ilusórias para ultrapassá-las em direção à verdade. 

Os filósofos modernos e a teoria do conhecimento


Quando se diz que a teoria do conhecimento tornou-se uma disciplina específica da Filosofia somente com os filósofos modernos (a partir do século XVII) não se pretende dizer que antes deles o problema do conhecimento não havia ocupado outros filósofos, e sim que, para os modernos, a questão do conhecimento foi considerada anterior à da ontologia e pré-condição ou pré-requisito para a Filosofia e as ciências.
Por que essa mudança de perspectiva dos gregos para os modernos? Porque entre eles instala-se o cristianismo, trazendo problemas que os antigos filósofos desconheciam.  

A preocupação com o conhecimento: princípios gerais


Com os filósofos gregos, estabeleceram-se alguns princípios gerais do conhecimento verdadeiro:
● as fontes e as formas do conhecimento: sensação, percepção, imaginação, memória, linguagem, raciocínio e intuição intelectual;
● a distinção entre o conhecimento sensível e o conhecimento intelectual;
● o papel da linguagem no conhecimento;
● a diferença entre opinião e saber;
● a diferença entre aparência e essência;

Platão e Aristóteles: a preocupação com o conhecimento


Sócrates fez a Filosofia preocupar-se com nossa possibilidade de conhecer e indagar quais as causas das ilusões, dos erros e da mentira. No esforço para definir as formas de conhecer e as diferenças entre o conhecimento verdadeiro e a ilusão, Platão e Aristóteles introduziram na Filosofia a ideia de que existem diferentes maneiras de conhecer ou graus de conhecimento e que esses graus se distinguem pela ausência ou presença do verdadeiro, pela ausência ou presença do falso.  

Sócrates e os sofistas: a preocupação com o conhecimento

Protágoras

Preocupações como essas levaram, na Grécia clássica, a duas atitudes filosóficas: a dos sofistas e a de Sócrates – com eles, os problemas do conhecimento tornaram-se centrais.
Os sofistas, diante da pluralidade e do antagonismo das filosofias anteriores, ou dos conflitos entre as várias ontologias, concluíram que não podemos conhecer o Ser, mas só podemos ter opiniões subjetivas sobre a realidade.  

Heráclito, Parmênides e Demócrito: a preocupação com o conhecimento

Debate filosófico entre Demócrito, Heráclito e Tímon na visão de Rubens (século. XVII).

Alguns exemplos indicam a existência da preocupação dos primeiros filósofos com o conhecimento e, aqui, tomaremos três: Heráclito de Éfeso, Parmênides de Eléia e Demócrito de Abdera.
Heráclito de Éfeso considerava a Natureza (o mundo, a realidade) como um “fluxo perpétuo”, o escoamento contínuo dos seres em mudança perpétua. Dizia: “Não podemos banhar-nos duas vezes no mesmo rio, porque as águas nunca são as mesmas e nós nunca somos os mesmos”. Comparava o mundo à chama de uma vela que queima sem cessar, transformando a cera em fogo, o fogo em fumaça e a fumaça em ar. O dia se torna noite, o verão se torna outono, o novo fica velho, o quente esfria, o úmido seca, tudo se transforma no seu contrário.  

A preocupação com o conhecimento


O conhecimento e os primeiros filósofos

Quando estudamos o nascimento da Filosofia na Grécia, vimos que os primeiros filósofos – os pré-socráticos – dedicavam-se a um conjunto de indagações principais: Por que e como as coisas existem? O que é o mundo? Qual a origem da Natureza e quais as causas de sua transformação? Essas indagações colocavam no centro a pergunta: o que é o Ser?  

O ditador - 83 min


A heroica história do General Aladeen (Sacha Baron Cohen), ditador da República de Wadiya, localizada no norte da África. Ele dedica sua vida inteira a garantir que a democracia jamais chegue ao seu país, enquanto ergue estátuas em sua homenagem e cria seus próprios Jogos Olímpicos. Quando a comunidade internacional suspeita que Wadiya está construindo uma arma nuclear, ele é intimado a se explicar na sede da Organização das Nações Unidas, nos Estados Unidos. Mas seu encontro com a democracia americana não se passa exatamente como ele esperava...

O ano que meus pais saíram de férias - 104 min


1970. Mauro (Michel Joelsas) é um garoto mineiro de 12 anos, que adora futebol e jogo de botão. Um dia sua vida muda completamente, já que seus pais saem de férias de forma inesperada e sem motivo aparente para ele. Na verdade os pais de Mauro foram obrigados a fugir por serem de esquerda e serem perseguidos pela ditadura, tendo que deixá-lo com o avô paterno (Paulo Autran). Porém o avô enfrenta problemas, o que faz com que Mauro tenha que ficar com Shlomo (Germano Haiut), um velho judeu solitário que é seu vizinho. Enquanto aguarda um telefonema dos pais, Mauro precisa lidar com sua nova realidade, que tem momentos de tristeza pela situação em que vive e também de alegria, ao acompanhar o desempenho da seleção brasileira na Copa do Mundo.

Marighella - 100 min


Carlos Marighella foi o maior inimigo da ditadura militar no Brasil. Este líder comunista e parlamentar foi preso e torturado, e tornou-se famoso por ter redigido o Manual do Guerrilheiro Urbano.

Um conto de Natal - Charles Dickens


Em meio ao frio e à neve da cidade de Londres, à véspera do Natal, todos preparam-se para a celebração do nascimento de Cristo. As donas de casa ocupam-se alegremente com seus assados, os homens, ansiosos, não veem a hora de voltar para casa, e as crianças perdem o sono pensando nos presentes. Apenas uma pessoa não parece feliz com o Natal: o velho Scrooge, homem de negócios sovina, ranzinza e solitário. Ele não vê razão para tanta alegria e inquieta-se, apenas, com a folga que terá de dar a seu secretário. Mas ele recebe a visita fantasmagórica de Marley, seu falecido sócio, que se arrepende de ter passado a vida atrás do dinheiro. Ele leva Scrooge em uma viagem inesquecível para tentar salvá-lo enquanto é tempo.

Alexei Butirskiy - Autumn Glow


Alexei Butirskiy - Outono Portão


Alexei Butirskiy - Outono


Alexei Butirskiy - Abril em Paris


Poderes Extraordinários - Joseph Finder


A vida de Ben Ellison não era má. Ex-agente da CIA, advogado de relativo sucesso, boa casa, boa mulher, bons ternos, QI invejável e memória prodigiosa. Mas também tinha uma grande mancha no passado: foi o causador, ainda que involuntariamente, da morte de sua primeira esposa. Largou a agência de informações por conta disso. Pensou em nunca mais se envolver com o assunto. Mas as coisas nem sempre ocorrem como a gente quer.
Joseph Finder narra em Poderes extraordinários a caminhada de Ben Ellison em direção ao inferno de seu passado, o que transforma o livro em algo mais do que uma trama de espionagem. Claro, há os tradicionais seguranças de queixo duro e paletó engomado, óculos escuros, viagens internacionais e até alguns nomes em russo para decorar. Mas não é tudo. O fim da Guerra Fria exige de uma história mais do que uma batalha entre bons e maus. Exige perícia para contá-la. E Finder sabe como fazer isso.
Tudo começa com a morte de Harrison Sinclair, principal diretor da CIA e, não por acaso, atual sogro de Ellison. O velho morreu em circunstâncias suspeitas, deixando um rastro de negociatas e contas gordas escondidas num banco europeu. É para investigar essas suspeitas que o ex-agente volta à ação, forçado a retomar o trabalho sujo e limpar o nome do pai de sua mulher e acertar as contas com o passado.

Poderes extraordinários retoma a tradição dos grandes romances de espionagem movidos a sexo, ação e mentiras. Mas, embaralhado a esses ingredientes, Finder narra com um certo humor fino, nascido da insegurança de seus personagens. Ninguém é de todo mau, bom, forte ou fraco. Até os chefões (aqueles que parecem esculpidos em gelo) têm medo do ridículo. "Numa sociedade como a nossa, os fundadores da CIA reconheceram que o maior risco para sua existência não é a injúria pública, mas o escárnio", diz lá pelas tantas um maioral da Agência. Rir de si mesmo (exercício que os personagens se submetem constantemente) é uma capacidade rara, e está aí o verdadeiro poder de fogo do autor. Um poder nada ordinário.

José Ribamar Sarney (1985 – 1990)


Da UDN para a Arena e depois para o PDS para, finalmente, virar (ó ironia da história!) o presidente da Nova República. Sarney rabisca uns livros nas horas de folga, o suficiente para que os puxa-sacos o fizessem imortal da Academia Brasileira de Letras. O imortal que substituiu o morto Tancredo. Nosso país, às vezes, é muito engraçado, não? Último presidente da ditadura militar, já do período da “abertura”, acabou eleito por uma tragédia (ou por uma farsa, ou por um “crime”, como querem alguns): os micróbios do Hospital de Base de Brasília, que tiveram mais poder sobre os brasileiros que o voto popular, levaram a vida do político conservador e confiável à ditadura “Tancredo Neves” conduzindo à presidência da República ninguém menos que um herdeiro do que o coronelismo nordestino mais tem de conservador, corrupto, fraco, politicamente incompetente e, o que é pior, “continuísta”... Talvez este tenha sido o principal motivo de ter feito um governo absolutamente desastroso!  

A “Nova” República


“O neoliberalismo reinterpreta o processo histórico de cada país: os vilões do atraso econômico passam a ser os sindicatos, e junto com eles, as conquistas sociais... Ao mesmo tempo, a direita, os conservadores, se reconvertem à modernidade na sua versão neoliberal, via privatizações e um modelo de Estado mínimo.” (Emir Sader)

“A doutrina neoliberal nunca foi implementada completamente por qualquer governo.”
(Perry Anderson)

“Todo o político prático ou administrador que pensa que está agindo de acordo com o senso comum, na verdade segue as idéias de algum economista maluco já falecido.”
(John Maynard KEYNES: 1883-1946)

Para onde vamos?  

As “Diretas-Já!”


O acontecimento final do governo do general Figueiredo foi a campanha pelas Diretas Já, em 1984. Uma coisa maravilhosa, na qual praticamente o país inteiro tomou parte, lutando pelo direito de votar para presidente. Nos últimos comícios, no Rio de Janeiro e em São Paulo, reuniram-se milhões de pessoas. Foram as maiores manifestações de massa da história do Brasil.  

Nova política partidária


O governo falava em abertura mas criava artifícios para manter o controle da situação. Já dissemos que a ditadura militar tinha a participação ativa de muitos civis, incluindo empresários, administradores e os políticos da Arena. Para dividir as oposições, Figueiredo baixou a Nova Lei Orgânica dos Partidos (1979) que acabava com a divisão Arena e MDB. Foi assim que nasceram cinco novos partidos políticos:  

General João Batista Figueiredo (1979 – 1985)


O general João Batista Figueiredo foi o nosso presidente equestre. Ex-chefe do SNI, declarou que “preferia o cheiro dos cavalos ao cheiro do povo”. Infelizmente, no Brasil o povo podia escolher o desodorante, mas não o presidente.
O regime deveria ser condecorado com uma ferradura. A inflação veio a galope, dando coices nos salários. O ministro Delfim Netto, o “gordinho sinistro” achava que “primeiro o bolo deveria crescer, para depois ser dividido”. Pois aí está a grande empulhação da ditadura: o Brasil teve um grande crescimento econômico e sua renda per capita ficou bem maior. Mas o bolo foi comido pelos ricos.  

Nasce o Partido dos Trabalhadores

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A luta pela redemocratização


“Apesar de você, amanhã há de ser outro dia.”
CHICO BUARQUE DE HOLANDA

No final da década de 70, na passagem do governo Geisel para o de Figueiredo, estava ficando claro que a ditadura estava acabando. A palavra da moda era abertura, especialmente abertura política. Vimos que os generais castelistas, como Geisel e Figueiredo, eram favoráveis à abertura política. Mas seria um grave erro atribuir o fim do regime à boa vontade democrática dos militares.  

Dicionário de cama - 109 min


John Truscott (Hugh Dancy) é um jovem oficial inglês que é enviado para a Malásia, para participar dos esforços de colonização britânica no local. Logo ao chegar Truscott tem problemas com a língua local, sendo que para resolvê-lo os Ibans, a tribo nativa do lugar, oferece um "dicionário de cama", uma nativa que viveria com ele e iria ensiná-lo a língua e os costumes locais. Inicialmente Truscott recusa a oferta, mas acaba aceitando-a e passa a viver com Selima (Jessica Alba). Porém, Truscott se apaixona perdidamente por Selima, abandonando sua missão, seu país e até mesmo seu idioma, o que provoca a ira de seus oficiais no exército britânico.

Django livre - 166 min


Django (Jamie Foxx) é um escravo liberto cujo passado brutal com seus antigos proprietários leva-o ao encontro do caçador de recompensas alemão Dr. King Schultz (Christoph Waltz). Schultz está em busca dos irmãos assassinos Brittle, e somente Django pode levá-lo a eles. O pouco ortodoxo Schultz compra Django com a promessa de libertá-lo quando tiver capturado os irmãos Brittle, vivos ou mortos.
Ao realizar seu plano, Schultz libera Django, embora os dois homens decidam continuar juntos. Desta vez, Schultz busca os criminosos mais perigosos do sul dos Estados Unidos com a ajuda de Django. Dotado de um notável talento de caçador, Django tem como objetivo principal encontrar e resgatar Broomhilda (Kerry Washington), sua esposa, que ele não vê desde que ela foi adquirida por outros proprietários, há muitos anos.

A busca de Django e Schultz leva-os a Calvin Candie (Leonardo DiCaprio), o dono de "Candyland", uma plantação famosa pelo treinador Ace Woody, que treina os escravos locais para a luta. Ao explorarem o local com identidades falsas, Django e Schultz chamam a atenção de Stephen (Samuel L. Jackson), o escravo de confiança de Candie. Os movimentos dos dois começam a ser traçados, e logo uma perigosa organização fecha o cerco em torno de ambos. Para Django e Schultz conseguirem escapar com Broomhilda, eles terão que escolher entre independência e solidariedade, sacrifício e sobrevivência.

A cura - 98 min


Erik (Brad Renfro) é um garoto solitário que atravessa todas as barreiras que o preconceito ergueu e se torna amigo do seu vizinho, Dexter (Joseph Mazzello), um garoto de 11 anos que tem AIDS. Erik se torna muito ligado a Linda (Annabella Sciorra), a mãe de Dexter, e na verdade fica mais próximo dela que da sua própria mãe, Gail (Diana Scarwid), que é negligente com ele e quase nunca lhe dá atenção. Quando os dois garotos leem que um médico de Nova Orleans descobriu a cura da AIDS, os meninos tentam chegar a este médico para conseguir a cura.

Faroeste caboclo - 100 min


João (Fabrício Boliveira) deixa Santo Cristo em busca de uma vida melhor em Brasília. Ele quer deixar o passado repleto de tragédias para trás. Lá, conta com o apoio do primo e traficante Pablo (César Troncoso), com quem passa a trabalhar. Já conhecido como João de Santo Cristo, o jovem se envolve com o tráfico de drogas, ao mesmo tempo em que mantém um emprego como carpinteiro. Em meio a tudo isso, conhece a bela e inquieta Maria Lúcia (Ísis Valverde), filha de um senador (Marcos Paulo), por quem se apaixona loucamente. Os dois começam uma relação marcada pela paixão e pelo romance, mas logo se verá em meio a uma guerra com o playboy e traficante Jeremias (Felipe Abib), que coloca tudo a perder.

São João Bosco - 146 min


O filme narra a trajetória de João Bosco, desde sua infância na Itália até ele fundar a congregação Salesiana. Bosco ficou conhecido como Pai da Juventude, devido seu grande amor aos jovens. Uma estória emocionante!

Hipocampos


Sempre presentes no séquito de Poseidon, os hipocampos eram animais marinhos, metade cavalo e metade peixe. Puxavam a carruagem do deus Poseidon e também serviam de montaria às belas ninfas nereidas.


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Sereias


Hoje, a palavra sereia indica uma bela mulher com rabo de peixe – mas, na Grécia mitológica, as sereias eram monstros com corpo de pássaro e rosto humano. Apesar da aparência grotesca, tinham vozes hipnóticas: seus cantos atraíam os marinheiros, fazendo com que os navios naufragassem contra os rochedos da ilha de Capri. Odisseu foi o único que ouviu seu canto e viveu para contar a história. Ao navegar por Capri, ele ordenou que seus companheiros o amarrassem ao mastro do navio – e mandou que todos os outros marujos tapassem os ouvidos com cera.


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Équidna


Conhecida como a Mãe dos Monstros, Équidna tinha metade do corpo em forma de serpente e a outra metade na forma de mulher. Alguns mitos dizem que ela era filha dos titãs Fórcis e Ceto; outros, que foi gerada por Tártaro e Gaia. Uma coisa é certa: Équidna e Tifão fizeram sexo, e da pavorosa união nasceu uma legião de monstros. Entre os filhos do casal tétrico, estão Cérbero, o cão de três cabeças que guardava as portas do inferno; a Hidra de Lerna, com corpo de cachorro e dezenas de cabeças de serpente; a esfinge que assolou Tebas; e a Quimera.


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Tifão


O filho de Gaia e Tártaro foi o mais horrendo monstro da mitologia. Tinha cem cabeças de serpente, com línguas sibilantes, e era tão alto que roçava as estrelas. Com seus imensos braços, tocava ao mesmo tempo o Ocidente e o Oriente. O monstro quase destruiu os deuses olímpicos: chegou a arrancar os músculos e tendões de Zeus e os guardou numa caverna. Hermes e Pã conseguiram resgatar os pedaços do deus supremo e reconstruíram seu corpo. Finalmente, Zeus soterrou Tifão sob uma montanha.

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Górgonas


Medusa nem sempre foi um monstro: no início, ela era uma mulher de rara beleza, assim como suas irmãs, Esteno e Euríale. Certa vez, as três ousaram dizer que eram mais bonitas que as deusas. Como punição, dentes de javali rasgaram suas gengivas, e suas longas madeixas se transformaram em víboras venenosas. A partir de então quem as olhasse viraria pedra.


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