"Nada se espalha com maior rapidez do que um boato" (Virgílio)
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Atlas da História do Mundo – Patrícia S. Daniels e Stephen G. Hyslop

 


São Paulo: Abril, 2005. 383p.

História Contemporânea através de Textos – Adhemar Marques entre outros

 


4ª edição. São Paulo: Contexto, 1994. 181p.

História do medo no Ocidente 1300-1800 – Jean Delumeau

 


São Paulo: Companhia das Letras, 2009. 693p.

História da Vida Privada, 5: Da Primeira Guerra a nossos dias – Philippe Aries e Georges Duby

 


São Paulo: Companhia das Letras, 2009. 648p.

História da Vida Privada, 4: Da Revolução Francesa à Primeira Guerra – Philippe Aries e Georges Duby

 


São Paulo: Companhia das Letras, 2009. 620p.

Ciência através dos tempos (A) – Attico Chassot

 


4ª edição. São Paulo: Moderna, 1994. 187p.

União Europeia: História e Geopolítica – Demétrio Magnoli


3ª edição. São Paulo: Moderna, 1994. 80p. Doado para a Biblioteca do CEAT.

Novo mapa do Mundo (O) – Demétrio Magnoli


11ª edição. São Paulo: Moderna, 1995. 64p. Doado para a Biblioteca do CEAT.

Napoleão Bonaparte – Grandes personagens de todos os tempos



Napoleão Bonaparte (1769-1821) foi imperador da França entre 1804 e 1814 com o título de Napoleão I. Líder político, ditador e comandante do Exercito Francês, conquistou uma grande extensão territorial para a França. Napoleão Bonaparte nasceu em Ajaccio, capital da ilha de Córsega, França, no dia 15 de agosto de 1769. 

Doado para a Biblioteca do CEAT

John Fitzgerald Kennedy – Grandes personagens de todos os tempos



John Fitzgerald Kennedy (Brooklin, 29 de maio de 1917 — Dallas, 22 de novembro de 1963) foi um político americano que serviu como 35° presidente dos Estados Unidos (1961–1963) e é considerado uma das grandes personalidades do século XX. Ele foi presidente de 1961 até o seu assassinato em 1963. 

Doado para a Biblioteca do CEAT.

Independência não se faz no grito: as guerras pela separação do país


A data oficial da independência do Brasil, o Sete de Setembro, está associada à proclamação feita pelo príncipe D. Pedro, em 1822, às margens do riacho do Ipiranga, em São Paulo. Mas somente décadas depois a data começou a ganhar importância no calendário de comemorações oficiais do Império. Antes disso, outras datas foram pensadas para comemorar a independência do Brasil: a convocação da Assembleia Constituinte, a coroação ou mesmo o aniversário do imperador. O episódio do Ipiranga não teve repercussão no momento que ocorreu. Somente após 1860, o Sete de Setembro começou a ganhar importância no calendário oficial do Império. “O grito do Ipiranga”, detalhe, Pedro Américo, 1888.
No final do século XIX, os paulistas trataram de marcar o feito ocorrido em seu território: entre 1885 e 1890, construíram o majestoso “Museu do Ipiranga” (Museu Paulista), no suposto local do famoso “grito”. Em 1888, Pedro Américo concluiu a emblemática pintura O grito do Ipiranga (popularmente conhecida como Independência ou morte) para decorar o museu ainda em obras.
Com a República, o Sete de Setembro tornou-se data nacional, virou feriado e foi festejado com desfiles militares, discursos de autoridades e outras manifestações.

Disponível em http://www.ensinarhistoriajoelza.com.br/independencia-nao-se-faz-no-grito/ Acesso em 28/set/2017. Blog: Ensinar História - Joelza Ester Domingues


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A Segunda Guerra Mundial em dois vídeos.


Tema importante da História contemporânea, a II Guerra Mundial já foi chamada de “a guerra total” que confrontou ideologias diferentes, envolveu países de todos os continentes e mobilizou toda sociedade na frente de combate, no trabalho na retaguarda e nas lutas de resistência.
Uma guerra que durou seis anos (1939-1945), matou mais de 50 milhões pessoas, deixou 35 milhões de feridos e 3 milhões de desaparecidos – números que dão a dimensão de seu impacto demográfico sobre a população civil. Na Europa, somente quatro países não entraram no conflito: Portugal, Espanha (apesar de ambos apoiarem o Eixo), Suíça e Suécia.


Disponível em http://www.ensinarhistoriajoelza.com.br/a-ii-guerra-mundial-em-2-videos-curtos/ . Acesso: 28/set/2017. - Blog: Ensinar História - Joelza Ester Domingues

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Estudos de História Contemporânea - A. J. Toynbee


4ª edição. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1976. 317p. Doado

A América no século XIX – Resumo (Parte 05/05)


A Guerra de Secessão

A Guerra de Secessão agitou os Estados Unidos de 1861 a 1865. As diferenças econômicas e políticas dos Estados do Norte e do Sul foram decisivas para a eclosão do conflito.
  • O Norte possuía economia sustentada na indústria e no comércio; defendia tarifas alfandegárias protecionistas; apoiava a abolição dos escravos; era favorável a um governo central forte.
  • O Sul possuía economia agrária; era exportador de produtos agrícolas e importador de manufaturados; defendia tarifas alfandegárias baixas; lutava pela manutenção do escravismo; era favorável a um governo central fraco.

A América no século XIX – Resumo (Parte 04/05)


A expansão territorial norte-americana

No inicio do século XIX, os norte-americanos começaram a se expandir em direção ao Oeste, conquistando terras dos povos indígenas e estendendo suas fronteiras do Atlântico ao Pacifico. Buscavam terras férteis para a agricultura, pastagens para a criação de animais, matérias-primas para as indústrias do Norte e riquezas minerais. 

A América no século XIX – Resumo (Parte 03/05)


Estados Unidos no Século XIX

No século XIX ocorreu uma série de transformações econômicas, políticas e sociais nos Estados Unidos. A agricultura passou a ser diversificada e realizada com novo padrão técnico. As indústrias floresceram e atingiram elevado índice de exportações. Em decorrência, novas camadas sociais surgiram e aumentou ainda mais a imigração. Por fim, a burguesia industrial e financeira norte-americana expandiu-se no mercado latino-americano.

A América no século XIX – Resumo (Parte 02/05)


Independência da América Espanhola

Com exceção do Uruguai, de Cuba e Porto Rico, as colônias espanholas da América proclamaram sua independência entre 1804 e 1825.
Os primeiros movimentos de libertação da América Espanhola começaram no século XVIII. Entre eles, destacam-se a revolta dos indígenas no Peru, liderada por Tupac Amaru (1780) e a revolta dos escravos, a partir de 1791, em São Domingos, liderada por um ex-escravo, Toussaint Louverture, que proclamou a independência da ilha.  

A América no século XIX – Resumo (Parte 01/05)


No século XIX, ocorreram inúmeras transformações no continente americano. As colônias espanholas conseguiram libertar-se por meio de vários movimentos militares. Essa libertação armada favoreceu sua fragmentação em vários países. Também o Brasil, colônia de Portugal na época, tornou-se livre.  

Império Napoleônico – Resumo (Parte 06/06)

Santa Aliança: a união dos monarcas europeus contra os levantes inspirados na Revolução Francesa

A Santa Aliança

Por proposta do czar Alexandre I, a Rússia, a Áustria e a Prússia formaram a Santa Aliança. O objetivo era defender as monarquias absolutistas, em nome dos princípios cristãos. Metternich introduziu na Santa Aliança o direito de intervenção. Segundo ele, a Santa Aliança teria o direito de intervir nos países onde houvesse revoluções liberais e tentativas de emancipação política.  

Império Napoleônico – Resumo (Parte 05/06)


O Congresso de Viena

Logo depois da primeira derrota de Napoleão, em 1814, organizou-se na Europa um movimento conservador. As forças tradicionais absolutistas retomaram o antigo modelo de governo. Monarcas e ministros reuniram-se no
Congresso de Viena (1814-1815), com a finalidade de restabelecer o antigo equilíbrio político europeu, anterior à Revolução Francesa, e reorganizar o mapa político da Europa, que havia sido bastante alterado com as conquistas napoleônicas.