"A Vida, como a fizeres, estará contigo em qualquer parte." (Autoria desconhecida)

Tarsila do Amaral



Tarsila do Amaral nasceu em Capivari (SP), em 1890.
Pintora e desenhista, estudou na Europa durante alguns anos, fixando-se depois em São Paulo. Em 1920 retornou à Europa, onde aperfeiçoou seus estudos e aprofundou sua tendência cubista, através do contato com Fernand Léger. Já casada com com Oswald de Andrade, o casal "Tarsiwald" entrou em contato com Satie, Cocteau e Cendrars. De volta ao Brasil em 1922, integrou-se ao movimento modernista, participando do chamado "grupo dos cinco", junto com Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Anita Malfati e Menotti del Picchia. Em 1924, realizou junto com Oswald de Andrade, Mário de Andrade e o poeta francês Blaise Cendras, uma viagem pelas cidades históricas de Minas Gerais. Essa viagem marcou sua obra, na medida em que a colocou em contato com o barroco brasileiro, suas formas e cores. Nessa linha, sobressaem obras como "Pau-Brasil" e o "Abaporu". Em 1926 realizou a sua primeira exposição individual, em Paris.
Iniciou, em 1933, uma nova fase em sua carreira, caracterizada pela abordagem dos temas sociais. Entre os anos de 1936 e 1938, escreveu uma série de artigos semanais sobre arte e cultura para oDiário de São Paulo, jornal em que continuou colaborando até 1952.
Morreu em São Paulo, em 1973.
Fonte: Portal FGV/CPDOC

Pandiá Calógeras



João Pandiá Calógeras nasceu no Rio de Janeiro, em 1870.
Engenheiro, formou-se pela Escola de Minas, de Ouro Preto, em 1890. Elegeu-se deputado federal pela primeira vez em 1897, pelo Partido Republicano Mineiro (PRM). Por estar em conflito com o presidente da República, Prudente de Morais, não conseguiu reeleger-se no pleito seguinte. Em 1903, após passagem pela Europa, ganhou projeção nacional com a publicação de As minas do Brasil e sua legislação, obra na qual fazia a distinção entre a propriedade do solo e a propriedade do subsolo, defendendo o direito do governo de desapropriar o subsolo para explorá-lo. Essa tese, mais tarde, foi transformada na chamada Lei Calógeras.  

Gilberto Amado



Gilberto de Lima Azevedo Souza Amado de Faria nasceu em Estância (SE), em 1887.
Jornalista, diplomata e advogado, formou-se em 1909, pela Faculdade de Direito do Recife. Transferiu-se para o Rio de Janeiro no ano seguinte, iniciando-se no jornalismo. Sua atividade política começou em 1915, quando elegeu-se pela primeira vez deputado federal por Sergipe, permanecendo na Câmara dos Deputados até 1917. Novamente eleito deputado federal em 1921, foi reeleito em 1924, cumprindo mandato até o final de 1926. Diretor da Caixa Econômica Federal no ano seguinte, ainda em 1927 elegeu-se senador, sempre por seu estado natal. Sua carreira política terminou com a Revolução de 1930.
Serviu como embaixador no Chile, Finlândia, Itália e Suíça . A partir de 1948 foi membro, e muitas vezes presidente, da Comissão de Direito Internacional da Organização das Nações Unidas (ONU).
Ingressou na Academia Brasileira de Letras em 1963. Publicou um grande número de obras, entre memórias, romances, crônicas, estudos filosóficos e político-sociológicos, destacando-se, entre estes últimos, As instituições políticas e o meio social no Brasil (1924), Eleições e representação(1931) e Presença na política (1958).
Faleceu no Rio de Janeiro, em 1969.
Fonte: Portal FGV/CPDOC

Eduardo Gomes



Eduardo Gomes nasceu em Petrópolis (RJ), em 1896.
Militar, ingressou na Escola Militar do Realengo, no Rio de Janeiro, em 1916. Participou, em 1922, do levante do Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro, que deu início ao ciclo de revoltas tenentistas contra o governo federal, que marcou a década de 20 no Brasil. O movimento, que contou com a participação de algumas guarnições militares sediadas no Rio de Janeiro e no estado do Mato Grosso, foi rapidamente controlado pelo governo do presidente Epitácio Pessoa. O Forte de Copacabana foi cercado pelas tropas fiéis ao governo e a maioria dos revoltosos se renderam. Eduardo Gomes esteve entre o reduzido número de rebeldes que optaram por abandonar o Forte e enfrentar as tropas legalistas, mesmo praticamente sem qualquer possibilidade de vitória. Foi então ferido e preso, enquanto alguns de seus companheiros tombaram mortos na praia de Copacabana.  

O Décimo Segundo Anjo - Og Mandino


Nesta parábola moderna sobre o amor e a coragem, a persistência e a vitória, Og Mandino conta a história emocionante de John Harding, um executivo bem-sucedido, cuja vida se desmorona no momento em que sua mulher e seu filho único sofrem um acidente fatal. Ajudado por um velho amigo, que o chama para ser técnico de seu antigo time de beisebol na Liga Mirim, John acaba conhecendo um menino com problemas de coordenação motora e encontra, nesse relacionamento incomum, a sabedoria necessária para reconstruir sua existência.

Baile da Ilha Fiscal


A maior comilança de que se tem notícia foi o histórico “Baile da Ilha Fiscal”, a última festa do Brasil-Império. Teve como pretexto uma homenagem do Visconde de Ouro Preto, presidente do conselho de Ministros, aos trezentos tripulantes do cruzador chileno Almirante Cochrane, atracado no Rio de Janeiro. No dia 09 de novembro de 1889, os 4500 convidados se esbaldaram com o suntuoso jantar preparado por noventa cozinheiros e servido por 150 garçons: dezoito pavões, quinhentos perus, 64 faisões, oitocentos quilos de camarão, trezentas peças de presunto, 1300 frangos, 1200 latas de aspargos, oitocentas de trufas, 12 mil sorvetes e quinhentos pratos de doces variados. Durante a refeição, foram consumidos 10 mil litros de cerveja e 258 caixas de champagne e vinho.
 A festa foi mesmo bastante animada. Basta conferir a lista de objetos encontrados no salão da manhã seguinte: treze lenços de seda, nove de linho e quinze de cambraia, dezesseis chapéus e dezessete ligas, entre outras coisas...
 A Monarquia terminaria dali a seis dias...

Fonte: O Guia dos Curiosos

Meninas na China Antiga



Na China antiga, as meninas eram tão indesejadas nas classes pobres, que não recebiam nome ao nascer. Até se tornarem adultas, eram conhecidas apenas pelo lugar que ocupavam na lista numerada de nascimentos: a primeira, a segunda filha, etc.

Fonte: Guia dos Curiosos

França Absolutista



No Palácio de Versalhes, durante o reinado de Luís XIV era falta de educação bater à porta com a mão cerrada. O certo era bater com o dedo mindinho da mão esquerda. Por isso, todos deixavam a unha desse dedo crescer mais que as outras...

Fonte: Guia dos Curiosos

Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial


Só dois meses depois da declaração de guerra dos Estados Unidos à Alemanha, em 1917, chegaram à Europa os reduzidos contingentes da força expedicionária americana. Mais quatro meses se passaram antes que os americanos dessem os primeiros tiros contra o inimigo. Alemães e americanos só se defrontaram na batalha da Floresta de Belleau, no dia 6 de junho de 1918 - mesmo dia e mês em que os aliados invadiram a Europa, vinte e seis anos mais tarde, na Segunda Guerra Mundial.

Fonte: O Guia dos Curiosos

Afinal, quem descobriu o Brasil?



No século XVI, baseando-se na mitologia do povo celta, o cartógrafo genovês Angel Dalorto desenhou uma ilha em um de seus mapas. A porção de terra cercada estava a oeste do sul da costa da Irlanda. Para o cartógrafo, era ali o lugar que São Brandão, um monge irlandês que se aventurou para o alto-mar no ano de 565, descreveu como a Terra Abençoada, onde havia abundância, clima ameno e igualdade entre seus habitantes. Curiosamente, no mapa de Dalorto essa ilha se chamava Ilha do Brasil.  

Freud (Parte 09/09)



- Para um artista, portanto, pode ser muito importante “se deixar levar”. Os surrealistas tentavam se aproveitar disso e buscavam um estado em que tudo parecia brotar espontaneamente. Eles sentavam-se à frente de uma folha de papel em branco e começavam a escrever, sem pensar no que estavam escrevendo. Era isto o que chamavam de escrita automática. Na verdade, a expressão vem do espiritismo, em que um “médium” acredita que o espírito de alguém que já morreu está dirigindo sua mão ao escrever… Mas acho melhor continuarmos falando amanhã sobre essas coisas. 

Freud (Parte 08/09)



- E nós sonhamos todas as noites?
- Pesquisas recentes demonstraram que vinte por cento do tempo que passamos dormindo é preenchido por sonhos. Isto significa que sonhamos de duas a três horas por noite. Quando somos perturbados durante essas fases, reagimos com nervosismo e irritação. Isto significa nada mais e nada menos que todas as pessoas têm uma necessidade inata de dar à sua situação existencial uma expressão artística. O sonho trata de nós mesmos. Somos nós quem dirigimos este “filme”, juntamos tudo o que compõe os seus cenários e requisitos e desempenhamos todos os papéis. As pessoas que dizem que não entendem nada de arte são pessoas que se conhecem mal. 

Freud (Parte 07/09)



- Mas o que são os “pensamentos latentes do sonho”? Eles não são aquilo de que o sonho realmente trata?
- Quem está interpretando sonhos aqui é você.
- Será que ele simplesmente não estaria querendo dois balões?
- Não, isto é pouco provável. Num ponto, porém, você tem razão: ele quer satisfazer um desejo no sonho. Só que dificilmente um rapaz adulto desejaria assim tão ardentemente dois balões de ar. E, se quisesse, não seria necessário sonhar com isso.  

Freud (Parte 06/09)



- Após longos anos de experiências acumuladas no trabalho com seus pacientes, e também depois de ter analisado os seus próprios sonhos, Freud afirmou que todos os sonhos são a realização de desejos. Ele dizia que podemos observar isto claramente nas crianças: elas sonham com sorvetes e cerejas, por exemplo. Em adultos, porém, acontece com freqüência de os desejos a serem satisfeitos no sonho aparecerem disfarçados. Isto acontece porque mesmo quando estamos dormindo uma censura severa continua a determinar o que podemos nos permitir ou não. Quando estamos dormindo, esta censura, ou mecanismo de repressão, é mais fraca do que quando acordados, mas ainda é forte o bastante para desfigurar no sonho os desejos que não queremos confessar nem a nós mesmos.  

Freud (Parte 05/09)



- Quando projetamos alguma coisa estamos transferindo a outros as características que tentamos reprimir em nós mesmos. Uma pessoa avarenta, por exemplo, gosta de ficar dizendo que os outros são avarentos. Alguém que não quer admitir que pensa muito em sexo geralmente é o primeiro a se irritar quando encontra outras pessoas fissuradas por sexo.
- Entendo.
- Freud dizia que nossa vida cotidiana está repleta de tais ações inconscientes. Muitas vezes nos esquecemos do nome de certa pessoa, ficamos mexendo numa pontinha de nossa roupa enquanto estamos falando ou então ficamos mudando de posição objetos aparentemente sem importância. Ou podemos tropeçar em nossas próprias palavras e acabar trocando letras e nomes, que à primeira vista podem parecer totalmente inocentes, mas que na verdade não são. Freud pelo menos não considera essas coisas tão inocentes e casuais como podemos achar. Ele acha que elas deveriam ser encaradas como sintomas. Para ele, esses atos falhos podem nos revelar segredos os mais íntimos.  

Freud (Parte 04/09)



- Uma coisa é certa: o elemento perturbador vai querer entrar novamente na sala de conferências, Sofia. Em todo caso, é isto o que querem nossos pensamentos e impulsos reprimidos. Vivemos sob a constante pressão de pensamentos reprimidos, que tentam se libertar do inconsciente. Por isso é que muitas vezes dizemos e fazemos coisas que na verdade “não tínhamos a intenção de fazer”. Dessa forma, o inconsciente também pode guiar nossos sentimentos e ações.
- Você poderia me dar um exemplo?  

Freud (Parte 03/09)



- Você não acha que esse conflito diminuiu um pouco desde a época de Freud?
- Certamente. Mas muitos dos pacientes de Freud viviam este conflito de forma tão intensa que chegaram a desenvolver o que Freud chamou de neuroses. Uma de suas pacientes, por exemplo, apaixonou-se por seu cunhado. Quando sua irmã morreu ainda jovem, vítima de uma enfermidade, ela pensou junto ao leito de morte da irmã: “Agora ele está livre e pode se casar comigo!”. Este pensamento naturalmente entrou em conflito direto com o seu superego. Era um pensamento tão hediondo que ela o reprimiu, como Freud diz. Quer dizer, ela o enterrou no inconsciente. Depois, aquela jovem senhora ficou doente e passou a apresentar sérios sintomas de histeria. E quando Freud assumiu o tratamento dela, ficou claro que ela tinha se esquecido completamente da cena junto ao leito de morte de sua irmã e do desejo terrível, egoísta, que sentira vir à tona dentro de si. Durante o tratamento, a paciente voltou a se lembrar da cena, reviveu aquele momento que era a causa de sua enfermidade e ficou curada.  

Freud (Parte 02/09)



- O psicanalista pode “cavoucar” a mente do paciente, com a ajuda dele, é claro, a fim de trazer à luz as experiências e vivências que, em algum momento da vida passada, provocaram seu distúrbio psíquico. Para Freud, portanto, guardamos bem no fundo de nós todas as lembranças do passado.
- Agora estou entendendo.
- E pode ser que neste processo o terapeuta encontre uma experiência ruim que o paciente sempre tentou esquecer, mas que está bem viva e presente dentro dele e lhe rouba as forças. No momento em que tal “experiência traumática” é trazida ao consciente e o paciente tem a chance de encará-la de frente, por assim dizer, ele pode “se entender” com ela e se curar.  

Freud (Parte 01/09)



(…)
Alberto e Sofia ficaram parados à porta da cabana. Por fim, Alberto disse:
- É melhor entrarmos. Hoje vou contar a você sobre Freud e sua teoria do inconsciente.
Sentaram-se à janela. Sofia olhou para o relógio e disse:
- Já são duas e meia e eu ainda preciso providenciar algumas coisas para a festa.
- Eu também. Vamos falar rapidamente sobre Sigmund Freud.
- Ele foi um filósofo?  

Salvador Dali - Maldoror - Núpcias


Salvador Dali - Amigos adeus


Salvador Dali - Maldoror - Transfiguração Carnal


O maior vendedor do mundo - Og Mandino


O negociante Hafid tornou-se o "Maior Vendedor do Mundo" seguindo os princípios escritos em velhos pergaminhos. Descubra, no decorrer da leitura, o que aconteceu com Hafid depois de seu longo retiro para começar uma nova carreira. 

Descartes e suas certezas



Após ter concluído que os sentidos - como a visão, a audição, o olfato, o paladar e o tato - poderiam nos enganar sobre um conhecimento de fato, Descartes parte para uma dúvida metódica a respeito de tudo.
Por exemplo, muitas vezes sonhamos que estamos diante de seres fantásticos quando sabemos que estes seres habitam apenas a nossa fantasia; ou então bebemos e o mundo parece girar, quando, na verdade, trata-se de um efeito ilusório do álcool fazendo o cenário à nossa volta adquirir um movimento circular; ou deveras quando estamos resfriados e não podemos sentir precisamente os sabores dos alimentos ou os diversos odores das coisas; ou ainda quando se está com algum membro do corpo dormente e nele já não há sensibilidade; também pode ocorrer de ouvirmos uma voz que chama pelo nosso nome quando ninguém de fato o fez. São estes alguns exemplos simples sobre como podemos nos enganar com os sentidos.  

Descartes e o método



Já acompanhamos o surgimento da dúvida em Descartes. Qual dúvida? A dúvida acerca de como podemos conhecer verdadeiramente as coisas, os objetos, o mundo ou os nossos pensamentos. Também acompanhamos o seu raciocínio sobre como deve ser este conhecimento. Isto é, um conhecimento realmente bom, um conhecimento realmente válido, deve possuir duas características principais: ser Universal e ser Necessário. Muito resumidamente podemos dizer que ser universal é ser válido para todos;
e ser necessário é decorrer (existir) obrigatoriamente.  

Descartes e a dúvida



Neste estágio de nosso aprendizado em Filosofia passaremos a verificar alguns dos pensamentos que um pequeno grupo de filósofos produziu acerca, principalmente, dos temas sobre os quais nos dedicamos no momento anterior de anteriormente. Nem todos os filósofos que um dia já pensaram sobre estes temas serão trazidos à baila. Também, nem todos os temas que já discutimos serão novamente abordados; por outro lado, alguns como, por exemplo, o do Conhecimento, com o qual iniciamos esta nossa última etapa de investigação crítica, será apontado diversas vezes e de modos mais ou menos distintos por mais de um pensador. A ordem em que estes temas vão aparecer aqui obedece à ordem cronológica com que foram tratados pela história da filosofia; assim sendo, existem certos pressupostos históricos que não devem ser ignorados - a ordem em que as aulas acontecem é vital para a compreensão das mesmas.  

Fahrenheit 451


Imagine uma época em que os livro são uma ameaça a sociedade. Para exterminá-los, basta chamar os bombeiros - os responsáveis pela manutenção da ordem, queimando publicações e impedindo que o conhecimento se dissemine como praga. Mas Guy Montag, um desses profissionais, passa a questionar a sociedade em que vive. Um clássico de Ray Bradburry.

Controle Absoluto - 118 min.


Jerry Shaw (Shia LaBeouf) e Rachel Holloman (Michelle Monaghan) não se conhecem, até que um telefonema feito por uma mulher desconhecida os une. Ameaçando a vida de ambos e de suas famílias, a voz utiliza a tecnologia do dia-a-dia para rastrear e controlar todos os seus movimentos. Logo eles se tornam os fugitivos mais procurados do país, precisando se unir para descobrir o que realmente está ocorrendo.

Palavras de Amor - 104 min.


Eliza (Flora Cross) é uma jovem que tem grande facilidade em soletrar. Ela é a filha caçula de Saul (Richard Gere) e Miriam (Juliette Binoche), sendo que no momento se prepara para participar do Campeonato Nacional de Soletrar a ser realizado em Washington. Entretanto à medida que Eliza melhora sua capacidade de soletrar a comunicação entre seus pais e seu irmão (Max Minghella) piora, cabendo a ela reunir os fragmentos de sua família.

O Operário - 61 min.


A última vez em que Trevor Reznik (Christian Bale) dormiu foi há um ano, sendo que desde então o cansaço vem destruindo progressivamente sua saúde física e mental. Ele trabalha numa fábrica operando maquinário pesado, e faz de tudo para manter seu emprego. Envergonhado por causa de seu problema, Trevor isola-se cada vez mais, tornando-se paranóico. Depois de se envolver em um acidente no trabalho em que um homem perde um braço, Trevor começa a crer que seus colegas estão conspirando para demiti-lo. Ele precisará lutar não apenas para se manter no cargo, mas também para manter a sanidade.

A Bússola de Ouro - 113 min.


Lyra Belacqua (Dakota Blue Richards) é uma órfã que foi criada na Universidade Oxford. No mundo em que vive todas as pessoas têm um "daemon", ou seja, uma manifestação de sua própria alma em forma animal. Lyra leva uma vida tranquila até ela e seu daemon, Pantalaimon, descobrirem a existência de uma substância misteriosa chamada "pó". Isto provoca um estranho efeito nas crianças, o que faz com que as autoridades religiosas se convençam de que representa o mal. Seguindo o misterioso Lorde Asriel (Daniel Craig), seu protetor, Lyra parte em busca de uma resposta. Em Londres ela descobre que diversas crianças estão desaparecendo, entre elas Roger (Ben Walker), seu melhor amigo. Com a ajuda de um instrumento ancestral, que se parece com uma bússola de ouro, ela parte numa jornada que pode alterar o mundo para sempre.

Ponto de Impacto - Dan Brown



Quando um novo satélite da NASA encontra um estranho objeto escondido nas profundezas do Ártico, a agência espacial aproveita a descoberta para contornar uma série crise econômica e de credibilidade, gerando sérias implicações para a política espacial norte-americana e, sobretudo, para a iminente eleição presidencial. Com o objetivo de verificar a autenticidade da descoberta, a Casa Branca envia a analista de Inteligência Rachel Sexton para o local. Acompanhada por uma equipe de especialistas, incluindo o carismático pesquisador Michael Tolland, Rachel se depara com indícios de uma fraude científica que ameaça abalar o planeta com uma profunda revelação. Antes que Rachel possa falar com o presidente dos Estados Unidos, ela e Michael são perseguidos por assassinos profissionais controlados por uma pessoa que é capaz de tudo para encobrir a verdade. Em uma fuga desesperada para salvar suas vidas, a única chance de sobrevivência para Rachel e Michael é desvendar a identidade de quem se esconde por trás de uma conspiração sem precedentes.

Karol: o homem que se tornou Papa - 155 min



Karol Wojtyla (Piotr Adamczyk) é um jovem de 18 anos que está apenas começando sua vida como ator, poeta e escritor quando, do dia para a noite, assiste à sua pátria - a Polônia - ser cruelmente invadida por tropas nazistas. Após seu êxodo para a Cracóvia, passando pelos mais impensáveis horrores, Karol decide tornar-se padre. Poucos anos depois, o Comunismo também invade a Polônia. E Karol, humanista e defensor da tolerância, acabará combatendo o regime totalitarista com uma coragem que enfim fará a Polônia despertar de seu torpor, chamando a atenção de todo o planeta. Está inevitavelmente traçado o caminho de Karol Wojtyla rumo ao seu santo destino, tornando-se um dos Papas mais célebres, queridos e populares de todos os tempos...

O Papa Bom - João XXIII - 180 min



Ele mudou a história e tocou o coração de milhões de pessoas. Homem de origem humilde que se tornou o Papa mais influente do século passado. O filho de um camponês que viria a influenciar a política mundial do seu tempo. Um homem de caráter modesto, mas que revolucionou a igreja. João XXIII foi Papa durante um dos mais extraordinários capítulos da história contemporânea. Foi o tempo da Guerra Fria, da construção do Muro de Berlim, da crise dos mísseis, da conquista do espaço, da guerra do Vietnã e do assassinato de John Kennedy. No curto período como Papa, João XXIII tocou os corações de todas as raças e credos, sendo batizado pelo povo como O Bom Papa. Este filme vai ajudar-nos a compreender porque razão milhares de pessoas viajaram para Roma para estar mais perto dele e partilhar os seus últimos momentos de vida, e porque milhões de pessoas em todo o mundo choram a sua morte. Trata-se de um relato tocante sobre o humanismo de um homem, face ao sofrimento de toda a espécie humana. A história vista pelos olhos de um homem comum cujo grande objetivo era trazer a paz a um mundo á beira da destruição.

Fenda no Tempo - 180 min


Em um vôo rotineiro de Los Angeles para Boston algo extraordinário acontece, pois dez passageiros, que dormiam, ao acordarem constatam que são as únicas pessoas no avião. Brian Engle (David Morse), um dos passageiros, é um piloto que está acostumado em lidar com jatos, assim tenta levar a aeronave para algum lugar. Como não consegue se comunicar pelo rádio resolve ir para Bangor, Maine, onde o tráfego aéreo é menos intenso. Isto provoca a ira de Craig Toomy (Bronson Pinchot), um homem de negócios psicótico que tem uma importante reunião em Boston. Em Bangor o grupo vê um aeroporto vazio e nenhum sinal de vida, nem mesmo um eco, mas o pior ainda está por vir.

Cultura



Filosoficamente, a palavra “cultura” nos sugere duas interpretações bastante amplas. A primeira se deve à análise da evolução do espírito humano no decorrer da História. Isto é, se pode constatar que a aglutinação das pessoas, dando origem às sociedades, passa por modificações diversas no tempo e estas modificações apontam para um sentido, para uma direção histórica, que pode ser lida, interpretada e, algumas vezes, prevista. Assim, vê-se que o que antes eram formas de sociedade sem muitos vínculos que as sustentassem como tal, foram, de tempos em tempos, consolidando características particulares que as faziam diferir umas das outras.  

Verdade



Quando chegamos a um acordo entre os nossos pensamentos e o que podemos constatar a respeito da realidade presente, seja pela lógica seja pela experiência sensível, então uma certa satisfação e alívio tomam o lugar do que podia ser, antes, uma dúvida imposta por uma contradição entre o que vemos e o que pensamos. Neste caso, dizemos que encontramos a Verdade. Isto nos leva à conclusão de que a Verdade pode ser considerada uma espécie de acordo entre um mundo externo e um mundo interno ao Sujeito, o conduzindo, necessariamente, a um conhecimento sobre si mesmo ou sobre algo outro.  

A Razão



A razão é, dos atributos humanos, o mais importante. Talvez seja ela a característica que o coloque numa posição distinta da dos demais mamíferos e de outros seres vivos. Porém, quando perguntamos diretamente o que queremos dizer com a palavra “Razão”, é com certo embaraço que nos vemos diante de uma resposta pronta, quase sem significado, como esta que acabamos de oferecer acima. Esta resposta é utilizada, no mais das vezes, para reafirmar a posição de domínio dos seres humanos em relação às outras espécies viventes. Contudo o domínio humano sobre o restante do planeta não se identifica automaticamente com a Razão em sentido estrito. Talvez, então, seja melhor evitar, por enquanto, responder à pergunta “O que é Razão?” com este tipo de resposta já um tanto desgastada.  

Estética



A Estética é tida, atualmente, como a busca pelo conhecimento do Belo, da Beleza. Em seu sentido mais geral, “Estética” se refere a tudo o que aparece ou, em outras palavras, a tudo o que pode ser percebido por meio da percepção sensorial. Em filosofia, Estética é um campo de estudo que investiga as possibilidades teóricas do mundo sensorial enquanto objeto de manipulação e criação artística. A Estética faz uso do ideal de beleza (o Belo), assim como as artes em geral, mas, ao contrário delas, trata este ideal como um objeto de estudo e não como um fim a ser perseguido e alcançado.   

Salvador Dali - Maldoror - Infiltrações Carnais


Salvador Dali - Maldoror - Amor Canibal


Salvador Dali - Individual - Descanso do Guerreiro