"A Vida, como a fizeres, estará contigo em qualquer parte." (Autoria desconhecida)

América Pré-Colombiana - 2º Ano - Textos


Abaixo textos sobre a "América Pré-Colombiana" já existentes nesse blog. Basta clicar no link com o título e será redirecionado para o tema.

A América Pré-Colombiana - textos diversos
Incas, Astecas e Maias - textos diversos
Índios brasileiros - textos diversos
Índios norte-americanos - textos diversos

Fanny Brennan - Chateau

Fanny Brennan - Cascade

Fanny Brennan - Captive Balloons

A lenda dos guardiões - trailer

A lenda dos guardiões - 90 min.


Soren (Jim Sturgess) é uma corujinha fascinada pelas histórias épicas contadas pelo pai sobre os Guardiões de Ga’Hoole, míticos guerreiros alados que lutaram em uma grande batalha para salvar as corujas de uma grande ameaça. Por outro lado, seu irmão Kludd (Ryan Kwanten) zomba dele e tem ciúmes, procurando sempre atrair a atenção do pai. Um dia, os dois são capturados e caem nas mãos dos Puros, corujas do mal que querem dominar o Reino do Oeste e a Grande Árvore. Chegou a hora de Soren botar em prática toda a sua vontade e conhecimento para realizar uma fuga audaciosa e ajudar na derrota dos Puros e, assim, salvar o futuro das corujas.

O coronelismo e o mundo rural (Parte 01/02)

O coronelismo e o mundo rural (Parte 02/02)

Da Monarquia à República (Parte 01/02)


Nesta teleaula veremos como o Brasil se transformou numa República presidencialista e federalista, e com uma nova Constituição.

Da Monarquia à República (Parte 02/02)

Balada do Louco


Intérprete: Ney Matogrosso
Composição: Arnaldo Baptista / Rita Lee


Dizem que sou louco por pensar assim
Se eu sou muito louco por eu ser feliz
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
Se eles são bonitos, sou Alain Delon
Se eles são famosos, sou Napoleão
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz

Eu juro que é melhor
Não ser o normal
Se eu posso pensar que Deus sou eu

Se eles têm três carros, eu posso voar
Se eles rezam muito, eu já estou no céu
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz

Eu juro que é melhor
Não ser o normal
Se eu posso pensar que Deus sou eu

Sim sou muito louco, não vou me curar
Já não sou o único que encontrou a paz
Mais louco é quem me diz
E não é feliz
Eu sou feliz

Fanny Brennan - Big Horn

Fanny Brennan - Art Forms

Fanny Brennan - Aqueduct

Novo layout para o blog


Olá galerinha boa, tudo bem?

A felicidade é grande porque estamos estreando um novo layout para o nosso blog. Quem o produziu foi o Rogério Maia, jornalista de Fortaleza, que gentilmente nos agraciou com o seu talento. Muito obrigado amigo e que Deus o abençoe.

A virtude em Aristóteles e Sêneca - Textos


Abaixo links do texto "A virtude em Aristóteles e Sêneca"

O Progresso da Ciência - Textos


Abaixo links do texto "O Progresso da Ciência"

História: classificação


Devido à amplitude do objeto da história, foi preciso dividir seu campo de estudo em vários segmentos. Considerando-se o meio geográfico a ser estudado, a história é universal quando se refere a todas as sociedades humanas no mundo; é nacional no caso de se limitar à de um único país; é regional ou local para áreas geográficas definidas mas não nacionais. Segundo uma classificação estritamente temporal, divide-se em pré-história, que se ocupa das culturas anteriores ao surgimento da escrita, e história.
Assim, a história propriamente dita parte dos testemunhos escritos e foi, por sua vez, dividida em períodos que, embora de certo modo arbitrários, refletem grandes blocos bem definidos entre si: idade antiga, medieval, moderna e contemporânea. Pode-se falar também de história recente, no caso do estudo das últimas décadas, e de história geral para os panoramas históricos que abarcam todos os períodos. A história da arte ou da cultura ocupa espaço próprio. Cada uma dessas grandes seções em que se divide a história como disciplina acadêmica pode, por sua vez, ramificar-se em diversos temas específicos, centrados em áreas geográficas ou períodos delimitados.
O estudo histórico pode estruturar-se segundo pontos de vistas ou campos de interesse diferentes; assim, pode-se falar de orientação militar e política, de história sagrada, de história da igreja, ou de história da cultura, história social e história econômica. Na segunda metade do século XX desenvolveu-se um tipo de história quantitativa, que utilizou sistemas estatísticos e matemáticos como método para determinar a classificação dos fenômenos, mediante comparações e análises destes a partir de dados quantificados. Esse sistema é empregado especialmente na história econômica e na demografia histórica. Outra perspectiva é a da história integral, que se dedica a unir os diferentes aspectos da evolução das sociedades.

Ciências Auxiliares da História


As contribuições de diversas ciências auxiliares, muitas vezes de grande complexidade em si mesmas, como a arqueologia, a geografia ou a filologia, complementam a análise das fontes e o estudo histórico. Nesses casos deve-se falar antes de um caráter interdisciplinar das ciências que estudam aspectos diversos da cultura e do ambiente humanos. Entre essas disciplinas poderiam incluir-se também a psicologia, a economia, a demografia etc. Além dessas, o historiador utiliza outras disciplinas, de caráter mais instrumental, que lhe permitem a compreensão imediata das fontes.
Entre essas outras disciplinas podem-se citar: a cronologia (estudo da sucessão e datação dos fenômenos históricos), a paleografia (leitura de escrituras antigas), a papirologia (estudo dos papiros egípcios e greco-romanos), a epigrafia (interpretação das inscrições), a numismática (estudo das moedas), a sigilografia (selos antigos), a filatelia (selos de correios), a heráldica (brasões) etc. Os métodos para ordenar os dados obtidos e quantificá-los derivam basicamente da estatística. Em casos mais precisos de datação, o historiador recorre a meios químicos, físicos e geológicos, assim como a técnicas complexas baseadas no conhecimento do tempo de desintegração de certos isótopos radiativos.
Segundo o período considerado, o historiador utiliza umas ou outras ciências auxiliares. Para o especialista em história antiga serão necessárias a arqueologia, a epigrafia, a numismática e a papirologia. A heráldica e a diplomática -- estudo dos documentos -- além da paleografia e da filologia, serão fundamentais para um medievalista etc.
A lingüística (para a antiguidade, período medieval e primeiros séculos da idade moderna) constitui disciplina indispensável para o historiador, como a psicologia, embora os resultados desta sejam menos seguros e sua aplicação científica relativamente nova. A psicologia histórica permaneceu confundida com a intuição pessoal do historiador, até a segunda metade do século XIX. Só no final do século XX a "história das mentalidades" começava a libertar-se de simplificações arbitrárias e de etnocentrismos.
A geografia histórica evoluiu, sobretudo a partir das últimas décadas do século XIX, para disciplina autônoma. Foi muito renovada pelas pesquisas que comprovaram alterações climáticas significativas no período geológico atual, em diversas épocas e partes do mundo. Embora uma justificada desconfiança cerque a utilização da geopolítica, devido às distorções de autores nazistas, é inegável sua necessidade para a compreensão da história.
A relação estabelecida entre as ciências humanas e a história é evidente, já que essas disciplinas, em sua referência ao estudo do passado e dos antecedentes dos fatos que analisam, aproximam-se necessariamente do método histórico, qualquer que este seja. A história proporciona uma visão temporal e abrangente que é imprescindível para entender as situações específicas estudadas pela sociologia ou pela psicologia. A relação entre história e arte é particularmente indissolúvel.

Fontes Históricas


Considera-se fonte histórica tudo que permite reconstituir os acontecimentos e formas de vida do passado. As fontes podem ser materiais e imateriais. As primeiras são os vestígios de civilização material: monumentos, utensílios, vestígios arqueológicos etc., assim como os documentos de diversas espécies. As fontes imateriais são os vestígios que sobrevivem nas sociedades e que são detectáveis em suas tradições, costumes, lendas, ritos e folclore. Outra classificação das fontes refere-se às diretas e indiretas, sendo estas últimas os vestígios que se rastreiam em criações humanas de tipo literário, artístico etc., não especificamente ligadas ao documento histórico.

Fontes Literárias
Entre as fontes materiais, as literárias são os textos escritos com propósito histórico ou narrativo. As mais antigas são as inscrições em pedra, de caráter fúnebre ou comemorativo, referentes a façanhas de guerra ou destinadas a suportes de códigos legais. Exemplos desses últimos são o Código de Hamurabi, as pedras rúnicas dos antigos povos germânicos, as estelas maias e os marcos miliários romanos (colunas que assinalavam distâncias de mil passos). Os códigos legais estabeleciam leis e costumes; os mais antigos, além do citado, são o Decálogo hebreu e as Doze Tábuas dos romanos. A poesia épica recolhia a tradição oral de fatos ocorridos em tempos remotos, como os textos gregos da Ilíada e da Odisséia, as sagas e o Beowulf dos povos germânicos. Os anais e calendários, a princípio de caráter religioso, registravam os fatos e festividades do ano civil e outros tipos de acontecimentos, como pestes, cometas ou a morte dos reis, já na Idade Média. Destacaram-se os anais dos mosteiros de Fulda e Saint-Gall. As crônicas resultaram da ampliação dos anais e eram redigidas nas escolas monásticas; destacaram-se a de Saint-Denis e a crônica de Vicent de Beauvais na França, a de Matthew Paris na Inglaterra, a de Snorri Sturluson na Noruega e a de Fernando Núñez de Toledo y Guzmán na Espanha. Crônicas, anais e códices são importantes também para o estudo das civilizações pré-colombianas da América. A hagiografia é o relato das vidas de santos, muitas vezes repletas de lendas milagrosas. A biografia possui uma extensa tradição clássica e durante a Idade Média mesclou-se com a hagiografia para servir como "exemplo".

Fontes Públicas e Administrativas
A intenção das fontes públicas e administrativas não é, em princípio, nem histórica nem literária; sua redação corresponde a necessidades administrativas, legais ou econômicas. Os livros de contas e documentos econômicos recolhem dados relativos a tributos, distribuição do gasto público, inventários, contratos, transações comerciais etc.; destacam-se os documentos ingleses medievais, assim como os das casas reais da França e de Castela e, a partir do século XVIII, os de quase todos os países. Os documentos administrativos incluem cartas reais, regulamentos de corporações, censos populacionais, textos de processos judiciais etc. Os documentos da Igreja Católica são abundantes, devido à antiguidade dessa instituição na história ocidental: cânones de concílios, bulas, registros dos pontífices, arquivos diocesanos e registros paroquiais.
A documentação diplomática concentra-se na correspondência entre estados e nas instruções dos governos aos embaixadores. Iniciou-se no século XV com os informes enviados pelos correspondentes das cidades italianas em diversos países. Podem-se incluir aqui também os tratados internacionais.
Conhece-se em parte a evolução política de um país pelos documentos parlamentares, importantes nos casos do Reino Unido, França, Alemanha e outros estados.
Outras fontes. Além das imateriais, transmitidas por meio das tradições, lendas e ritos dos povos, outras fontes escritas completam a dimensão humana dos fatos históricos: as memórias, autobiografias, relatos de viagens, diários e correspondência privada. Junto com essas fontes de caráter privado, a história contemporânea conta com tipos muito diversos de documentos de interesse histórico: panfletos, jornais, folhetos, revistas, manifestos etc. A esses somam-se a fotografia, o cinema, o vídeo, a fita magnética etc., que proporcionam uma informação mais direta e objetiva.

Fonte: Portal Estudante de Filosofia

Conceitos de História


Conceituar é tarefa difícil, senão impossível. Toda conceituação é incompleta, imperfeita. Condensar em poucas palavras todo o conteúdo de idéias de um objeto ou de coisa torna-se tarefa quase impossível. Todo conceito sofre limitações na essência e/ou na forma.
Por isso, ao iniciar o nosso estudo de história, achamos por bem trazer para debate os conceitos de História, elaborados por vários historiadores. Teremos a oportunidade de discutir e questionar esses conceitos e, talvez possamos dizer qual o conceito que melhor expressa a realidade histórica ou ainda, se for o caso, elaborar nossa própria conceituação da História.
Eis os principais conceitos:

1 - "A história é uma pesquisa que nos ensina o que o homem fez, portanto, o que é o homem." (Collinwood).
2 - "O objetivo da História é por natureza o homem." (Marc Bloch)
3 - "A história está para a humanidade assim como a memória está para o indivíduo, é a memória coletiva." (Piancantol)
4 - "A história é um profeta com o olhar voltado para trás. Pelo que foi e contra o que foi e anuncia o que será."(Eduardo Galeano)
5 - "Não há história pura, não há história imparcial. Toda história serve à vida, testemunho e compromisso." (José Honório Rodrigues)
6 - "A história é um processo dinâmico, dialético, no qual cada realidade traz dentro de si o princípio da sua própria contradição e o que gera a transformação constante na História é a luta de classe."(Karl Marx)
7 - "A realidade do social, a realidade fundamental do homem revê-la inteiramente nova aos nosso olhos e, queiramos ou não, nosso velho ofício de historiador não cessa de brotar e de reflorir em nossas mãos (...) Sim quantas mudanças!(...) Todas as Ciências Sociais, inclusive a História, evoluíram, igualmente de maneira espetacular, mas não menos decisiva." (Fernando Braudel)
8 - A História é a substância da sociedade. (Agnes Heller)


Ser chique é ...!


Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas, como nos dias de hoje.

A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. "Elegância é uma delas."
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano.
O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é....quem fala baixo, quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.

Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.

Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.

Chique mesmo é parar na faixa e dar passagem ao pedestre e evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor. É "desligar o radar" quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção a sua companhia.

Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos retornar ao mesmo lugar, na mesma forma de energia.

Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não te faça bem.

Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!

Glória Kalil

Mito e Filosofia - Texto


Abaixo links do texto "MITO E FILOSOFIA":

História: primeiros passos


Estamos iniciando nossos estudos da disciplina História.

Abaixo dois textos introdutórios que são imprescindíveis para esse inicio de caminhada.
Basta clicar no link e estudar; não se esqueça de fazer a síntese do conteúdo no caderno e de pesquisar os conceitos e vocabulários desconhecidos.

Limites da tolerância


Tudo tem limites, também a tolerância, pois nem tudo vale neste mundo. Os profetas de ontem e de hoje sacrificaram suas vidas porque ergueram sua voz e tiveram a coragem de dizer: "Não te é permitido fazer o que fazes...". Há situações em que a tolerância significa cumplicidade com o crime, omissão culposa, insensibilidade ética ou comodismo.

Não devemos ter tolerância com aqueles que têm poder de erradicar a vida humana do Planeta e de destruir grande parte da biosfera. Há que submetê-los a controles severos.

Não devemos ser tolerantes com aqueles que assassinam inocentes, abusam sexualmente de crianças, traficam órgãos humanos. Cabe aplicar-lhes duramente às leis.

Não devemos ser tolerantes com aqueles que escravizam menores para produzir mais barato e lucrar no mercado mundial. Aplicar contra eles a legislação mundial.

Não devemos ser tolerantes com terroristas que em nome de sua religião ou projeto político cometem crimes e matanças. Prendê-los e levá-los às barras dos tribunais.

Não devemos ser tolerantes com aqueles que falsificam remédios que levam pessoas à morte ou instauram políticas de corrupção que delapidam os bens públicos. Contra estes devemos ser especialmente duros, pois ferem o bem comum.

Não devemos ser tolerantes com as máfias das armas, das drogas e da prostituição que incluem seqüestros, torturas e eliminação física de pessoas. Há punições claras.

Não devemos ser tolerantes com práticas que, em nome da cultura, cortam as mãos dos ladrões e submetem mulheres a mutilações genitais. Contra isso valem os direitos humanos.

Nestes níveis não há que ser tolerante, mas decididamente firme, rigoroso e severo. Isso é virtude da justiça e não vício da intolerância. Se não formos assim, não teremos princípios e seremos cúmplices com o mal.

A tolerância sem limites liquida com a tolerância, assim como a liberdade sem limites conduz à tirania do mais forte. Tanto a liberdade quanto a tolerância precisam, portanto, da proteção da lei. Senão, assistiremos a ditadura de uma única visão de mundo que nega todas as outras. O resultado é raiva e vontade de vingança, fermento do terrorismo.

Onde estão então os limites da tolerância? No sofrimento, nos direitos humanos e nos direitos da natureza. Lá onde pessoas são desumanizadas, aí termina a tolerância. Ninguém tem o direito de impor sofrimento injusto ao outro.

Os direitos ganharam sua expressão na Carta dos Direitos Humanos da ONU, assinada por todos os países. Todas as tradições devem se confrontar com aqueles preceitos. Se práticas implicarem violação daqueles enunciados, não podem se justificar. A Carta da Terra zela pelos direitos da natureza. Quem os violar perde legitimidade.

Por fim, é possível ser tolerante com os intolerantes? A história comprovou que combater a intolerância com outra intolerância leva à aspiral da intolerância. A atitude pragmática busca estabelecer limites. Se a intolerância implicar crime e prejuízo manifesto a outros, vale o rigor da lei e a intolerância deve ser enquadrada. Fora deste constrangimento legal, vale a liberdade.

Deve-se confrontar o intolerante com a realidade que todos compartilham como espaço vital. Deve-se levá-lo ao diálogo incansável e fazê-lo perceber as contradições de sua posição.

O melhor caminho é a democracia sem fim, que se propõe incluir a todos e a respeitar um pacto social comum.

Leonardo Boff

Tony Melendez: uma lição de vida.

Eu aprendi ...


1. Eu aprendi... que a melhor sala de aula do mundo, é estar junto de alguém mais velho.

2. Eu aprendi... que quando se está amando, se demonstra.

3. Eu aprendi... que se apenas uma pessoa me disser, "você fez meu dia!", faz meu dia.

4. Eu aprendi... que ter uma criança dormindo em meus braços é o maior sentimento de paz do mundo.

5. Eu aprendi... que ser gentil e amável é mais importante do que ser justo.

6. Eu aprendi... que nunca se deve falar não a um presente vindo de uma criança.

7. Eu aprendi... que sempre posso orar por uma pessoa, quando não tenho forças para ajudá-la de outra forma.

8. Eu aprendi... que não importa o quão sério a vida te obriga ser, todos nós precisamos de um amigo para brincar e se fazer de pateta.

9. Eu aprendi... que às vezes, tudo que uma pessoa precisa é de uma mão pra segurar e um coração pra lhe entender.

10. Eu aprendi... que uma simples caminhada com meu pai, em volta do quarteirão nas noites de verão, quando eu era criança, me fez um adulto melhor.

11. Eu aprendi... que a vida é como um rolo de papel higiênico, quanto mais perto do fim, mais rápido ele vai.

12. Eu aprendi... que deveríamos estar felizes por Deus não nos conceder tudo aquilo que pedimos.

13. Eu aprendi... que o dinheiro não compra classe.

14. Eu aprendi... que são as pequeninas coisas do dia a dia que faz da vida algo tão espetacular.

15. Eu aprendi... que dentro da dura concha de cada um de nós, existe alguém que quer ser apreciado e amado.

16. Eu aprendi... que se Deus não fez tudo em um só dia, o que me faz acreditar que posso?

17. Eu aprendi... que ignorar os fatos, não mudam os fatos.

18. Eu aprendi... que quando você planeja se igualar a alguém, você apenas continua se machucando.

19. Eu aprendi... que o amor, e não o tempo, curam todas as feridas.

20. Eu aprendi... que o jeito mais fácil de crescer como pessoa, é estar sempre rodeado de pessoas mais cheias de amor do que eu.

21. Eu aprendi... que toda pessoa que você conhecer, merece ser saudado com um sorriso.

22. Eu aprendi... que não há nada mais doce, do que dormir com seu bebê e sentir a respiração dele nas suas bochechas.

23. Eu aprendi... que a vida é dura, mas eu sou mais.

24. Eu aprendi... que as oportunidades nunca se perdem, alguém vai abraçar aquela que você deixou pra trás.

25 Eu aprendi... que quando você se abriga de amargura, a alegria aponta em outro lugar.

26. Eu aprendi... que eu gostaria de poder ter dito à minha avó "eu te amo" mais uma vez, antes dela partir.

27. Eu aprendi... a conservar as palavras suaves e gentis, por que amanhã talvez tenhamos que as engolir.

28. Eu aprendi... que o sorriso é um jeito barato de melhorar a nossa aparência.

29. Eu aprendi... que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer sobre.

30. Eu aprendi... que quando uma criança segura seu dedinho com seu pequeno punho, você está com o gancho da ida.

31. Eu aprendi... que todos querem estar no topo da montanha, mas toda a felicidade e crescimento ocorrem enquanto se está escalando a montanha.

32. Eu aprendi... que é melhor dar conselhos imediatos apenas em 2 circunstâncias: quando se é solicitado, e quando a situação é de vida ou morte.

33. Eu aprendi... que quanto mais tempo se tem, menos coisa se faz.

34. Eu aprendi... que o tempo é o verdadeiro presente, pra ser usado com inteligência, e não algo para se desperdiçar.

35. Eu aprendi... que mesmo vivendo em um mundo cheio de maldades existem pessoas de grande valor humano.

36.Eu aprendi... que jamais devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem sentir-se melhor.

Em fim vire-se para a pessoa a lado e diga :

Eu aprendi que...

Que legal ! Estamos de volta !


"(...) O tempo é algo que não volta atrás.

Por isso plante seu jardim e decore sua alma,

Ao invés de esperar que alguém lhe traga flores (...)

(William Shakespeare)

Vamos começar o nosso plantio?