"Nada se espalha com maior rapidez do que um boato" (Virgílio)
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D. Pedro: a história não contada - Paulo Rezzutti

 


Muito se fala do grito às margens do Ipiranga, da sexualidade exacerbada e do jeito impaciente que lhe rendeu a pecha de monarca difícil e de pouco tato político. Mas quase duzentos anos depois de sua morte, pouco ainda se sabe do homem de personalidade complexa que se dispunha a morrer por uma causa; do pai que queria para os filhos a educação que reconhecia falhar em si próprio; do governante que foi protagonista na transição do absolutismo ao liberalismo e ao regime constitucional no Brasil. Foi para preencher as inúmeras lacunas sobre nosso primeiro imperador que este livro foi escrito. Eis, enfim, a história não contada de d. Pedro. Ao morrer, d. Pedro deixou para as futuras gerações de brasileiros uma difícil tarefa: entender as muitas contradições da sua vida e extrair das suas memórias uma imagem fiel de sua personalidade, suas ideias, angústias e ambições. Até hoje, esta tarefa não havia sido bem cumprida. Em meio a um emaranhado de especulações e distorções históricas, restava ainda a interrogação: quem foi o primeiro imperador do Brasil? Foi para responder a essa pergunta que Paulo Rezzutti recorreu a uma ampla gama de fontes primárias e documentos originais que revelam uma miríade de facetas desconhecidas de d. Pedro, e que lhe deram acesso à história não contada do nosso primeiro monarca – esta que agora você tem em mãos. Em lugar da caricatura que tomou conta do imaginário nacional, o autor nos apresenta o homem por trás do imperador, com todas as contradições e riqueza de personalidade que o transformam em um dos personagens mais interessantes da nossa história – um homem que, para além das muitas amantes, dos filhos ilegítimos e da fama de turrão, nos deixou como legado uma história de sacrifícios em prol da unidade nacional; um homem repleto de defeitos morais e contradições políticas, mas que esteve ligado a grandes passagens da história do liberalismo mundial, e que, acima de tudo, viveu uma vida intensa e repleta de humanidade. São Paulo: Leya, 2020. 432p.

Como as democracias morrem – Steven Levitsky e Daniel Ziblatt



Democracias tradicionais entram em colapso? Essa é a questão que Steven Levitsky e Daniel Ziblatt – dois conceituados professores de Harvard – respondem ao discutir o modo como a eleição de Donald Trump se tornou possível. Para isso comparam o caso de Trump com exemplos históricos de rompimento da democracia nos últimos cem anos: da ascensão de Hitler e Mussolini nos anos 1930 à atual onda populista de extrema-direita na Europa, passando pelas ditaduras militares da América Latina dos anos 1970. E alertam: a democracia atualmente não termina com uma ruptura violenta nos moldes de uma revolução ou de um golpe militar; agora, a escalada do autoritarismo se dá com o enfraquecimento lento e constante de instituições críticas – como o judiciário e a imprensa – e a erosão gradual de normas políticas de longa data. Sucesso de público e de crítica nos Estados Unidos e na Europa, esta é uma obra fundamental para o momento conturbado que vivemos no Brasil e em boa parte do mundo e um guia indispensável para manter e recuperar democracias ameaçadas. São Paulo: Zahar, 2018. 272p. 

Gentilmente cedido pela colega Profª Augusta (CEAT)

Um pedaço do Brasil chamado Bahia - Texto 02 - BSR_2Ano

 



Um pedaço do Brasil chamado Bahia - Texto 02 - BSR_2Ano

Para fazer download basta clicar aqui

Divisão política do Brasil - Texto 01 - BSR_2Ano


 

Divisão política do Brasil - Texto 01 - BSR_2Ano

Mapa do Brasil por regiões - BSR_2Ano

 



Necropolítica – Achille Mbembe


Este ensaio pressupõe que a expressão máxima da soberania reside, em grande medida, no poder e na capacidade de ditar quem pode viver e quem deve morrer. Por isso, matar ou deixar viver constituem os limites da soberania, seus atributos fundamentais. Exercitar a soberania é exercer controle sobre a mortalidade e definir a vida como a implantação e manifestação de poder.

3ª ed. São Paulo: n-1 edições, 2018, 80p. 

Gentilmente cedido pela colega Lucymary do CEAT

Relações Igreja-Estado no Brasil. Vol. 6: durante o governo do General Geisel (1978-1979) – VV.AA.



São Paulo: Loyola, 1987. 198p.

Relações Igreja-Estado no Brasil. Vol. 5: durante o governo do General Geisel (1977) – VV.AA.



São Paulo: Loyola, 1987. 255p.

Relações Igreja-Estado no Brasil. Vol. 4: durante o governo do General Geisel (1974-1976) – VV.AA.



São Paulo: Loyola, 1987. 311p.

Relações Igreja-Estado no Brasil. Vol. 3: durante o governo do General Médici (1970-1974) – VV.AA.



São Paulo: Loyola, 1987. 222p.

Relações Igreja-Estado no Brasil. Vol. 2: durante o governo do Marechal Costa e Silva (1967-1970) – VV.AA.



São Paulo: Loyola, 1986. 167p.

Relações Igreja-Estado no Brasil. Vol. 1: durante o governo do Marechal Castelo Branco (1964-1967) – VV.AA.




São Paulo: Loyola, 1986. 95p.

Curso Básico de História da Igreja – Roland Frohlich



São Paulo: Paulinas, 1987. 174p.

Igreja Católica no Brasil: um estudo de mentalidade ideológica – José Carlos Souza Araújo



São Paulo: Paulinas, 1996. 114p.

Igreja no Brasil (A). Vol. IV: galicanismo imperial (1822-1889) – Arlindo Rubert



Santa Maria (RS): Pallotti, 1993. 271p. 

Temas de História Eclesiástica do Brasil – Heliodoro Pires



São Paulo: s/ed., 1946. 518p.

500 anos de História da Igreja na América Latina – Enrique Dussel (organizador)



São Paulo: Paulinas, 1992. 708p.

Episcopado Brasileiro (O): subsídios para a História da Igreja Católica no Brasil – Manuel de Alvarenga



São Paulo: s/ed, 1915. 202p.

Diogo Antônio Feijó (estudo) – Eugênio Egas



São Paulo: s/ed, 1912. 235p. 

Diogo Antônio Feijó (documentos) – Eugênio Egas



São Paulo: s/ed, 1912. 275p.