"Nada se espalha com maior rapidez do que um boato" (Virgílio)
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SOCIOLOGIA – 2º ANO – PROVA: ISAAC NEWTON




SOCIOLOGIA – 2º ANO – PROVA FINAL – 2ª UNIDADE
PROVA: ISAAC NEWTON


01
02
03
04
05
A
D
B
E
C


06
07
08
09
10
E
C
A
B
D


Resposta do Vocabulário:


10
4
7
9
6



5
3
1
2
8


SOCIOLOGIA – 2º ANO – PROVA PARCIAL



2ª UNIDADE – 2018 – Prova: John Locke

01 – C

02 – A

03 – B

04 – E

05 – Resposta: São as relações assalariadas de produção (trabalho assalariado). Tais relações baseiam-se na propriedade privada dos meios de produção pela burguesia. Como não são proprietários dos meios de produção, os trabalhadores são obrigados a trabalhar para a burguesia.

06 – Resposta: Para Marx, socialismo seria a primeira etapa de construção de uma nova sociedade, em que os operários, depois de derrubarem a burguesia, instalariam um novo Estado, chamado Estado Operário. Com o desenvolvimento desse Estado – baseado na ampliação da participação dos produtores de riqueza nas decisões econômicas e políticas da sociedade – aos poucos, os indivíduos perceberiam que este não seria mais necessário, evoluindo para uma sociedade comunista, onde todos desfrutariam das riquezas produzidas, extinguindo definitivamente as desigualdades e a exploração do homem pelo homem. Vladimir Lênin, líder da Revolução Russa, em 1917, escreveu que o socialismo só poderia ser realmente válido com um regime democrático, em que o poder fosse exercido pelos próprios trabalhadores. Afirmava que o Estado, após a revolução vitoriosa, se extinguiria paulatinamente, conforme defendia Marx. Lênin, na Rússia revolucionária, incumbia aos sovietes (comitês de soldados, camponeses e operários), em caráter transitório, o exercício do poder de Estado, baseado na ampla democracia e participação operária e camponesa nas decisões econômicas do país. Isso até que se chegasse ao autogoverno dos trabalhadores – o comunismo – com o fim do Estado e de todas as formas de opressão. Outra ideia fundamental de Marx e Lênin era que esse processo de mudanças revolucionárias deveria ser internacional e não restrito a um país ou grupos de países.

07 – Resposta:  É preciso dissociar o mito da realidade. Então se deve entender o que se relaciona com o mito: mundo sem fronteiras, cidadania global, cosmopolitanismo e o “pensamento único” (McLuhan). Para revelar a ideia de aspectos perversos, é preciso demonstrar a assimetria centro-periferia, o papel da mídia na difusão de mitos, a crença irrestrita no progresso (que nem sempre provê os avanços teóricos), restrições à imigração (Santos Gómez). É necessário relacionar os meios e os discursos do mito, já citados neste gabarito, com aquilo que realmente ocorre e não é divulgado.

O CONHECIMENTO POSITIVO



Segundo Comte, o único conhecimento válido é que se baseia em fatos. Por isso, a imaginação deve estar completamente subordinada a observação da realidade sensível e manipulável pela técnica. Constantemente, abandona-se qualquer tentativa de conhecimento absoluto ou pelas causas, o objetivo é chegar às leis, ou seja, as relações constantes que os fatos possuem entre si.
 Para Comte, somente a filosofia positivista, livre das teologias e da metafísica, poderia superar as contradições da humanidade, levando a alcançar o seu destino de progresso.

3.5. A CLASSIFICAÇÃO DAS CIÊNCIAS

Comte classificou as ciências segundo dois critérios interdependentes:
a).O critério de generalidade decrescente e complexidade crescente;
b).O critério histórico, a ordem histórica das ciências: matemática, astronomia, física, química, biologia e sociologia.

A LEI DOS TRÊS ESTADOS



1°. Estado teológico ou fictício – na fase inicial da evolução histórica, o mundo, a vida, os fenômenos em geral são explicados através dos recursos das forças sobrenaturais, mágicas dos deuses, primeiramente é a forma de feiticismo no monoteísmo.
A esta forma de conhecimento, corresponde uma forma de organização sócio-política: o Governo Monárquico em que o poder real absoluto é legitimado pelo direito divino. Aqui se explicam os diversos fenômenos através de causas primeiras, em geral personificadas nos deuses. O estado teológico subdividiu-se em:
a). Fetichismo, em que o homem confere vida, ação e poder sobrenaturais a seres inanimados e a animais.
b). Politeísmo, quando atribui às diversas potências sobrenaturais ou deuses certos traços da natureza humana (motivações, vícios e virtudes).
c). Monoteísmo, quando se desenvolve a crença num Deus único.  

OS TRÊS PRINCÍPIOS BÁSICOS DO POSITIVISMO COMTEANO



I – Prioridade do todo sobre as partes: significa que, para compreender e explicar um fenômeno social particular devemos analisá-lo no contexto global a que pertence. Considerava que tanto a sociologia estática (estudo da ordem das sociedades em determinado momento histórico) quanto à sociologia dinâmica (estudo da evolução das sociedades no tempo) deveriam analisar a sociedade, de uma determinada época, correlacionando-a a sua história e a história da humanidade (a sociologia de Comte é, na realidade, sociologia comparada, tendo como quadro de referência a história universal);

II – O progresso do conhecimento é característica da sociedade humana: a sucessão de gerações, com seus conhecimentos permiti uma cumulação de experiências e de saber que constitui um patrimônio espiritual objetivo e liga as gerações entre si, existe uma coerência entre o estágio dos conhecimentos e a organização social;

III – O homem é o mesmo por toda à parte e em todos os termos: em virtude de possuir idêntica constituição biológica e sistema cerebral.

Disponível em <http://jkcarlossofia.blogspot.com.br> Acesso: 30/mai/2018

Auguste Comte: vida e obra



Isidore Augusto Marie François Xavier Comte, filósofo e matemático francês, nasceu em Montpelier a 19 de janeiro de 1798. Foi fundador do positivismo foi ele também que batizou com o nome de sociologia uma nova ciência que antes ele chamava de “física social”. Augusto Comte foi importante para a sociologia, pois, através de sua perspectiva positivista que deu os primeiros passos para a cientificidade da sociologia, mas ainda confundida com uma filosofia social e religiosidade de tipo ideologicamente conservadora. Suas principais obras são: Curso de Filosofia Positiva e Sistema de Política Positiva.

Disponível em <http://jkcarlossofia.blogspot.com.br> Acesso: 30/mai/2018

OS CLÁSSICOS DA SOCIOLOGIA



Os primeiros pensadores que testemunharam as transformações sociais que ocorriam desde o século XVIII e que se preocuparam em compreender e explicá-las, não eram homens de ciência ou sociólogos que viviam desta profissão. Eram antes de tudo homens voltados para a ação, que desejavam introduzir determinadas modificações na sociedade. Participavam ativamente dos debates ideológicos em que se envolviam as correntes liberais, conservadoras e socialistas. Eles não desejaram introduzir um mero conhecimento sobre as novas condições de vida geradas pela revolução industrial, mas procuravam extrair dele orientações para a ação, tanto para manter, como para reformar ou modificar radicalmente a sociedade de seu tempo. Entre esses pensadores podemos destacar: Comte, Marx, Durkheim e Weber. Estes são considerados clássicos da sociologia, pois seus pensamentos ainda têm poder explicativo, sua vitalidade teórica e explicativa ainda alcança a era contemporânea, embora apresente limitações.

        COMTE                         MARX                        DURKHEIM                        WEBER

Disponível em <http://jkcarlossofia.blogspot.com.br> Acesso: 30/mai/2018

AS CORRENTES SOCIOLÓGICAS



A existência de interesses opostos na sociedade capitalista penetrou e invadiu a formação da sociologia, impedindo um entendimento comum por parte dos pensadores, por isso, a sociologia se dividiu ideologicamente entre a conservação e a transformação do status quo, dando margem ao nascimento de diferentes tradições sociológicas (correntes sociológicas) que representam as diferentes tendências ideológicas de compreensão e explicação da sociedade capitalista. Assim, temos as primeiras teorias sobre as transformações provocadas pelo capitalismo:
Profetas do passado – representados pelos pensadores Edmund Burk (1729-1797), Joseph de Maistre (1753-1821) e Louis de Bonald (1754-1840). Estes eram conservadores e tradicionalistas, tinham um pensamento reacionário: condenavam o iluminismo e a revolução francesa, culpavam pelo caos social, desorganização da família, da religião, das corporações. Estes ideólogos eram apaixonados pelo equilíbrio das instituições religiosas, monárquicas e aristocráticas da época feudal. Por isso, defendiam a ordem e o equilíbrio da sociedade, preocuparam-se com o controle, integração, posição, hierarquias sociais e também com os rituais da sociedade.

A RELAÇÃO DO CAPITALISMO COM A SOCIOLOGIA



O surgimento, a formação e o desenvolvimento da sociologia estão relacionados diretamente com a consolidação do capitalismo a partir da Revolução industrial e da Revolução francesa do século XVIII, que criaram novas condições socioeconômicas e político-ideológico, que caracterizam a sociedade capitalista, como o surgimento da indústria, da relação entre burguesia e operário, de regimes políticos e leis burguesas.
O sistema capitalista possui uma estrutura social inédita na história da humanidade, que nos instiga a uma reflexão sobre este sistema, suas transformações, suas crises, seus antagonismos.
É dentro desse contexto que surge a necessidade de se compreender e explicar essa nova realidade. Por isso, precisou-se de uma ciência que estivesse voltada para essas transformações. A sociologia constitui em certa medida uma resposta intelectual às novas situações geradas pela nascente sociedade capitalista industrial.

Disponível em <http://jkcarlossofia.blogspot.com.br> Acesso: 30/mai/2018

FATORES HISTÓRICOS QUE CONTRIBUÍRAM PARA O SURGIMENTO DA SOCIOLOGIA



Os fatores ou transformações históricas que contribuíram para a consolidação do capitalismo e o surgimento da sociologia estão relacionados ao contexto geral da transição do feudalismo para o capitalismo, onde podemos destacar:
Os fatores históricos que vinham ocorrendo desde o século XVI como:
Reforma Protestante (mudança religiosa), Formação dos Estados Nacionais e o Absolutismo (mudança política e territorial), Grandes navegações (mudança geográfica), Humanismo/Renascimento (mudança cultural), Revolução científica (mudança na ciência), Iluminismo (mudança ideológica).

As transformações socioeconômicas do século XVIII provocadas pela dupla revolução:
Revolução Francesa representou a mudança política-jurídica na história das sociedades ocidental, baseado nos ideais iluministas de liberdade, igualdade e fraternidade, a burguesia que já dominava o poder econômico reivindicava agora o poder político, o que aconteceu durante a revolução francesa. Assim adotaram novo regime político de representatividade política e sistemas econômicos favoráveis aos seus interesses.
Revolução Industrial representou as transformações de mudança socioeconômicas, com o surgimento das máquinas, com maior divisão técnica do trabalho, com o aumento da produção, da urbanização, do êxodo rural; a sociedade torna-se mais complexa e dinâmica, agravando-se também as questões sociais como:crescimento acelerado do desemprego, miséria, alcoolismo, prostituição e etc.

Disponível em <http://jkcarlossofia.blogspot.com.br> Acesso: 30/mai/2018

TEORIAS QUE INFLUENCIARAM NA FORMAÇÃO DA SOCIOLOGIA



Para a sociologia se consolidar como ciência ela teve que abandonar seu caráter normativo e finalista. Por isso, ela sofreu a influência de teorias e métodos das ciências biológicas e naturais: a teoria evolucionista de Charles Darwin (1809-1882), onde diz que ao longo de milhões de anos todas as espécies de seres vivos evoluíram; A biologia foi outra ciência que influenciou na cientificidade sociológica, através de Herbert Spencer (1820-1903), que criou uma sociologia organicista onde se fazia uma analogia do organismo vivo com a sociedade. Neste contexto foi fundamental aceitar a ideia de que os fenômenos sociais obedecem a leis naturais, embora produzidas pelos homens, esta foi a importância do positivismo que deu os primeiros passos para a cientificidade da sociologia. Foi, por isso, também, que logo no seu início, a sociologia recebeu outros nomes como fisiologia social (por Saint-Simon), ou física social (por Augusto Comte).
Outros teóricos fizeram suas interpretações sociais buscando dar à sociologia um caráter de ciência, buscando a consolidação definitiva sobre um conhecimento verdadeiro e importante para a sociedade; estes desenvolveram um conhecimento científico-social onde abrange todos os aspectos da sociedade, utilizando-se de outras ciências sociais como a economia (produção material), política (relações de poder), antropologia (aspectos culturais) e outras. Neste processo foram importantes as contribuições de Karl Marx, Emile Durkheim e Max Weber.

Disponível em <http://jkcarlossofia.blogspot.com.br> Acesso: 30/mai/2018


HISTÓRIA DO PENSAMENTO SOCIOLÓGICO



A busca de compreensão e explicação da sociedade já existia desde a Antiguidade, passando pelo Período Medieval e Idade Moderna, mas este pensamento não tinha uma base sociológica, pois os filósofos dessa época acreditavam que Deus e a natureza controlavam a sociedade, teorizavam modelos de sociedades ideais requisitando às pessoas que seguissem esses modelos, por isso, durante todos esses períodos o pensamento sobre o social estava influenciado por um caráter normativo (estabelecer regras para vida social) e finalista (objetivo de uma organização social ideal), impedindo um entendimento científico da realidade social. Outro fator que contribuiu para a inexistência da sociologia foi o fato de que as sociedades pré-capitalistas eram relativamente estáveis, o ritmo e o nível das mudanças eram razoavelmente lentos, não se percebendo a sociedade enquanto um “problema” merecedor de análises e investigação minuciosa (científica).

Disponível em <http://jkcarlossofia.blogspot.com.br> Acesso: 30/mai/2018

Dicas de como fazer um fichamento e normas de referência bibliográfica da ABNT


Segue arquivo anexo para download ou impressão das dicas de como fazer um fichamento e a forma correta das indicações bibliográficas segundo normas da ABNT. Bons estudos (clique aqui)