"Nada se espalha com maior rapidez do que um boato" (Virgílio)
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Dicas de como fazer um fichamento e normas de referência bibliográfica da ABNT


Segue arquivo anexo para download ou impressão das dicas de como fazer um fichamento e a forma correta das indicações bibliográficas segundo normas da ABNT. Bons estudos (clique aqui)

Exercícios - Palavras Cruzadas - Totalitarismos no Brasil e no Mundo


Exercícios - Palavras Cruzadas
Totalitarismos no Brasil e no Mundo

Exercícios - Palavras Cruzadas - História Geral 01


Palavras Cruzadas

História Geral 01

A história do Brasil logo após a independência


Perto das 16h30 de 7 de setembro de 1822, um rapaz de 23 anos alcançava o alto de uma colina ao lado do riacho Ipiranga, nos arredores da vila de São Paulo, seguido de alguns acompanhantes. Era o príncipe regente dom Pedro, montado numa mula, coberto de poeira e com as botas sujas de lama. A viagem fora mais uma vez interrompida pela diarreia incômoda que o perseguia desde a partida de Santos, antes do amanhecer.

A crise da monarquia (Resumo)



Os últimos anos da Monarquia brasileira

Na segunda metade do século XIX, a economia brasileira estava passando por sensíveis transformações. Entretanto, na política, D. Pedro II, exercendo o Poder Moderador, continuava governando de forma centralizada. Os liberais e os conservadores continuavam se alternando no poder, enquanto isso, os republicanos iam, gradativamente, ganhando espaço.
Em 1870, é assinado por muitos intelectuais o Manifesto Republicano, propondo o regime republicano. No Rio de Janeiro, é fundado o jornal A República.
Em julho de 1873, na Convenção de Itu, foi fundado o Partido Republicano Paulista (PRP), composto pela nova aristocracia cafeeira (do Oeste paulista), que via a monarquia como um empecilho ao progresso do Brasil.
O movimento republicano contou com a participação de jovens oficiais, influenciados por Benjamin Constant, professor da Escola Militar. Em São Paulo, os adeptos da república procuravam agir com cautela, aliando-se aos conservadores. No Rio de Janeiro, estavam divididos em:
Radicais, liderados por Aristides Lobo, Silva Jardim e Benjamin Constant, queriam a proclamação imediata da República; Moderados, liderados por Quintino Bocaiúva e Saldanha Marinho, preferiam aguardar o momento da sucessão monárquica.

Do trabalho escravo ao trabalho livre (Resumo)


De 1850 a 1888, a extinção do escravismo foi tenta e gradual, isto é, não foi feita de uma só vez, mas por meio de diversas leis que buscavam mais adiar o fim da escravidão do que extingui-la. A partir de 1888, os ex-escravos foram vender a sua força de trabalho no mercado livre e em condições desiguais.

A extinção do tráfico negreiro

Desde 1810, a Inglaterra pressionava o Brasil para que acabasse com o tráfico de escravos. Em 1845, o Parlamento inglês votou o BilI Aberdeen, lei que autorizava a marinha inglesa a aprisionar navios negreiros e julgar os traficantes em um tribunal inglês.
Em 1850, a Lei Eusébio de Queirós proíbe o tráfico de negros africanos para o Brasil e estabelece severas penas a quem a desrespeitasse. Acentuou-se o tráfico interprovincial entre o Sul e o Nordeste. Como não entravam mais africanos no país, o preço do escravo subiu assustadoramente.

A economia no segundo reinado (Resumo)

A economia cafeeira

Durante a segunda metade do século XIX, o café sustentou a economia brasileira. Originário da Abissínia, foi trazido no século XVIII pelos franceses para a Guiana Francesa e, em 1727, introduzido por Francisco de MeIo Palheta nas regiões próximas a Belém do Pará. Em 1761, João Alberto Castelo Branco levou algumas sementes para o Rio de Janeiro, onde o produto se desenvolveu graças a mão-de-obra abundante, facilidades de transporte e proximidade do porto.
Do Rio de Janeiro, a lavoura cafeeira espalhou-se para províncias vizinhas (Vale do Paraíba) e, em alguns anos, o Brasil tornou-se o maior produtor mundial.
De início, manteve-se a estrutura colonial de produção: mão-de-obra escrava, latifúndio e monocultura, atendendo ao modelo econômico agrário-exportador.
No final do período monárquico, a terra roxa e a mão-de-obra dos imigrantes tornaram São Paulo o grande produtor nacional de café. A acumulação de capital aí gerada favoreceu o desenvolvimento industrial paulista.


O café na década de 1870

Declínio das áreas fluminense e vale - paraibana: devido à escassez de terras próprias para o cultivo do café, má distribuição dos cafeeiros, acelerado esgotamento das reservas naturais e utilização de tecnologia rudimentar, tanto no preparo da terra, quanto no beneficiamento do produto. O fim do tráfico negreiro, em 1850, também influenciou.
Ascensão do Oeste Paulista: condições geoclimáticas favoráveis (terra roxa), topografia pouco acidentada, técnicas mais sofisticadas no plantio e beneficiamento do produto, o que reduziu o custo de produção e aumentou a produtividade.

O Segundo Reinado (Resumo)


Em 1840, a classe dominante, temerosa pelos movimentos revolucionários que estavam Levando à fragmentação política no País, antecipou a maioridade de Pedro de Alcântara, que deveria governar a nação imediatamente. Essa antecipação foi organizada pelo Partido Liberal, para derrotar os conservadores do governo Araújo Lima, e é chamada de Golpe da Maioridade. Com o inicio do Segundo Reinado, a Balaiada e a Guerra dos Farrapos chegaram ao fim, mas dois novos movimentos começaram: a Revolta dos Liberais de 1842, em São Paulo e Minas Gerais, e a Praieira, em Pernambuco, em 1848 e 1849.

A Segunda Guerra Mundial em dois vídeos.


Tema importante da História contemporânea, a II Guerra Mundial já foi chamada de “a guerra total” que confrontou ideologias diferentes, envolveu países de todos os continentes e mobilizou toda sociedade na frente de combate, no trabalho na retaguarda e nas lutas de resistência.
Uma guerra que durou seis anos (1939-1945), matou mais de 50 milhões pessoas, deixou 35 milhões de feridos e 3 milhões de desaparecidos – números que dão a dimensão de seu impacto demográfico sobre a população civil. Na Europa, somente quatro países não entraram no conflito: Portugal, Espanha (apesar de ambos apoiarem o Eixo), Suíça e Suécia.


Disponível em http://www.ensinarhistoriajoelza.com.br/a-ii-guerra-mundial-em-2-videos-curtos/ . Acesso: 28/set/2017. - Blog: Ensinar História - Joelza Ester Domingues

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O Diabo na água: A história do banho


De universal e frequente na Antiguidade, o hábito se tornou tão incomum que algumas pessoas tomavam um por ano.

A América no século XIX – Resumo (Parte 05/05)


A Guerra de Secessão

A Guerra de Secessão agitou os Estados Unidos de 1861 a 1865. As diferenças econômicas e políticas dos Estados do Norte e do Sul foram decisivas para a eclosão do conflito.
  • O Norte possuía economia sustentada na indústria e no comércio; defendia tarifas alfandegárias protecionistas; apoiava a abolição dos escravos; era favorável a um governo central forte.
  • O Sul possuía economia agrária; era exportador de produtos agrícolas e importador de manufaturados; defendia tarifas alfandegárias baixas; lutava pela manutenção do escravismo; era favorável a um governo central fraco.

A América no século XIX – Resumo (Parte 04/05)


A expansão territorial norte-americana

No inicio do século XIX, os norte-americanos começaram a se expandir em direção ao Oeste, conquistando terras dos povos indígenas e estendendo suas fronteiras do Atlântico ao Pacifico. Buscavam terras férteis para a agricultura, pastagens para a criação de animais, matérias-primas para as indústrias do Norte e riquezas minerais. 

A América no século XIX – Resumo (Parte 03/05)


Estados Unidos no Século XIX

No século XIX ocorreu uma série de transformações econômicas, políticas e sociais nos Estados Unidos. A agricultura passou a ser diversificada e realizada com novo padrão técnico. As indústrias floresceram e atingiram elevado índice de exportações. Em decorrência, novas camadas sociais surgiram e aumentou ainda mais a imigração. Por fim, a burguesia industrial e financeira norte-americana expandiu-se no mercado latino-americano.

A América no século XIX – Resumo (Parte 02/05)


Independência da América Espanhola

Com exceção do Uruguai, de Cuba e Porto Rico, as colônias espanholas da América proclamaram sua independência entre 1804 e 1825.
Os primeiros movimentos de libertação da América Espanhola começaram no século XVIII. Entre eles, destacam-se a revolta dos indígenas no Peru, liderada por Tupac Amaru (1780) e a revolta dos escravos, a partir de 1791, em São Domingos, liderada por um ex-escravo, Toussaint Louverture, que proclamou a independência da ilha.  

A América no século XIX – Resumo (Parte 01/05)


No século XIX, ocorreram inúmeras transformações no continente americano. As colônias espanholas conseguiram libertar-se por meio de vários movimentos militares. Essa libertação armada favoreceu sua fragmentação em vários países. Também o Brasil, colônia de Portugal na época, tornou-se livre.  

Império Napoleônico – Resumo (Parte 06/06)

Santa Aliança: a união dos monarcas europeus contra os levantes inspirados na Revolução Francesa

A Santa Aliança

Por proposta do czar Alexandre I, a Rússia, a Áustria e a Prússia formaram a Santa Aliança. O objetivo era defender as monarquias absolutistas, em nome dos princípios cristãos. Metternich introduziu na Santa Aliança o direito de intervenção. Segundo ele, a Santa Aliança teria o direito de intervir nos países onde houvesse revoluções liberais e tentativas de emancipação política.  

Império Napoleônico – Resumo (Parte 05/06)


O Congresso de Viena

Logo depois da primeira derrota de Napoleão, em 1814, organizou-se na Europa um movimento conservador. As forças tradicionais absolutistas retomaram o antigo modelo de governo. Monarcas e ministros reuniram-se no
Congresso de Viena (1814-1815), com a finalidade de restabelecer o antigo equilíbrio político europeu, anterior à Revolução Francesa, e reorganizar o mapa político da Europa, que havia sido bastante alterado com as conquistas napoleônicas. 

Império Napoleônico – Resumo (Parte 04/06)


O fim do Império

A política napoleônica começou a ser contestada, inclusive pela burguesia. Enquanto a Inglaterra intensificou seu comércio com as colônias da América Latina, dos Estados Unidos e do Oriente, o Bloqueio Continental prejudicou a economia francesa e a dos países aliados, em razão da falta de produtos manufaturados e da paralisação dos portos. Em 1812, a Rússia rompeu o bloqueio.  

Império Napoleônico – Resumo (Parte 03/06)


O Império (1804-1815)

Em 1804, Napoleão fez realizar novo plebiscito, no qual 600/o dos votantes confirmaram a instituição do regime político monárquico, e ele tornou-se imperador da França.
No plano interno, ocorreu o incentivo à agricultura e à indústria.  

Império Napoleônico – Resumo (Parte 02/06)


O Consulado (1799 a 1804)

No Consulado, o Poder Executivo era exercido por três cônsules, e o Legislativo ficava a cargo de assembleias. Napoleão era o primeiro-cônsul e concentrava em suas mãos amplos poderes. Napoleão promoveu a reforma do Direito, elaborando o Código Civil Napoleônico, consolidando as conquistas da burguesia ocorridas durante a Revolução Francesa, tais como a laicizarão do Estado, a igualdade entre os iguais perante a lei, a propriedade privada, a liberdade econômica, a proibição das greves e da organização sindical e o restabelecimento da escravidão nas colônias.
Foi reorganizado o ensino francês, cujo objetivo era a formação de cidadãos aptos a servir ao Estado. O modelo napoleônico de educação visava moldar o comportamento político do cidadão, pois a escola era o veículo para a criança aprender a amar e a obedecer ao governo francês. Napoleão fundou a Escola Normal de Paris para a formação de professores. Contando com o apoio da burguesia, em 1802 Napoleão fez um plebiscito e tornou-se cônsul vitalício.