"A Vida, como a fizeres, estará contigo em qualquer parte." (Autoria desconhecida)

Escola - Robson Domini


SE EU FOSSE MATEMÁTICA
VOCÊ DÍZIMA PERIÓDICA 
SE EU FOSSE PORTUGUÊS
VOCÊ SERIA GRAMÁTICA
SE EU FOSSE BIOLOGIA
VOCÊ SERIA A PRÓPRIA VIDA
SE EU FOSSE FÍSICA
VOCÊ SERIA CINEMÁTICA
VOCÊ É A MINHA ESCOLA
EM MINH'ALMA DEITA E ROLA
VOCÊ É A MINHA PROVA A TAREFA DE CASA
EU SEM VOCÊ: NOVES FORA NADA
SE EU FOSSE GEOGRAFIA
VOCÊ RELEVO PERFEITO
SE EU FOSSE HISTÓRIA
VOCÊ SERIA O IMPÉRIO GREGO
SE EU FOSSE QUÍMICA
VOCÊ A ROSA DE HIROSHIMA
SE EU LITERATURA
VOCÊ SERIA BRÁS CUBAS
SE EU FOSSE INGLÊS
VOCÊ CERTAMENTE TO BE
SE EU FOSSE VOCÊ
APAIXONARIA POR MIM

Reforma Trabalhista - Jornada de Trabalho


Reforma Trabalhista - Home Office


Reforma Trabalhista - Gravidez


Reforma Trabalhista - Férias


Reforma Trabalhista - Descanso


Reforma Trabalhista - Demissão


Reforma Trabalhista - Banco de Horas


Boyhood: da infância a juventude - 165 min.


O filme conta a história de um casal de pais divorciados (Ethan Hawke e Patricia Arquette) que tenta criar seu filho Mason (Ellar Coltrane). A narrativa percorre a vida do menino durante um período de doze anos, da infância à juventude, e analisa sua relação com os pais conforme ele vai amadurecendo.

Era uma vez no Oeste - 175 min.


Em virtude das terras que possuía serem futuramente a rota da estrada de ferro, um pai e todos os filhos são brutalmente assassinados por um matador profissional. Entretanto, ninguém sabia que ele, viúvo há seis anos, tinha se casado com um prostituta de Nova Orleans, que passa ser a dona do local e recebe a proteção de um hábil atirador, que tem contas a ajustar com o frio matador.

A chegada - 114 min.


Quando seres interplanetários deixam marcas na Terra, a Dra. Louise Banks (Amy Adams), uma linguista especialista no assunto, é procurada por militares para traduzir os sinais e desvendar se os alienígenas representam uma ameaça ou não. No entanto, a resposta para todas as perguntas e mistérios pode ameaçar a vida de Louise e a existência de toda a humanidade.

Walt Disney nos bastidores de Mary Poppins - 125 min.


Durante 20 anos, Walt Disney (Tom Hanks) tentou adquirir os direitos de Mary Poppins da escritora australiana P.L. Travers (Emma Thompson), que sempre se recusou a vendê-los para que Disney fizesse "um de seus desenhos bobos". Entretanto, a crise financeira faz com que ela tenha que negociar. Desta forma, Travers viaja até os Estados Unidos e passa a trabalhar juntamente com a equipe escolhida por Walt Disney para que Mary Poppins possa chegar às telas. Minuciosa e com muita má vontade, ela começa a encontrar problemas de todo o tipo. Como o contrato lhe dá o direito de cancelar a cessão dos direitos caso não concorde com a adaptação, Disney e sua equipe precisam aceitar seus caprichos para que o filme, enfim, saia do papel.

Incondicional - 97 min.


Samantha Crawford (Lynn Collins) é uma autora e ilustradora de livros infantis que tinha a vida perfeita até teu marido Billy (Diego Klattenhoff) ser assassinado. Ela perde a esperança na vida e toma para si a obrigação de descobrir o assassino. Porém, a vida lhe surpreende quando coloca em seu caminho Macon (Kwesi Boakye) e Keisha (Gabriella Phillips), dois órfãos que vivem de pequenos furtos e Joe Bradford (Michael Ealy), seu amigo de infância, um ex-presidiário que assume a direção de uma ONG e luta contra uma doença renal.

Ponte dos espiões - 132 min.


Em plena Guerra Fria, o advogado especializado em seguros James Donovan (Tom Hanks) aceita uma tarefa muito diferente do seu trabalho habitual: defender Rudolf Abel (Mark Rylance), um espião soviético capturado pelos americanos. Mesmo sem ter experiência nesta área legal, Donovan torna-se uma peça central das negociações entre os Estados Unidos e a União Soviética ao ser enviado a Berlim para negociar a troca de Abel por um prisioneiro americano, capturado pelos inimigos.

Ben-Hur (1959) - 212 min


Em Jerusalém, no início do século I, vive Judah Ben-Hur (Charlton Heston), um rico mercador judeu. Mas, com o retorno de Messala (Stephen Boyd), um amigo da juventude que agora é o chefe das legiões romanas na cidade, um desentendimento devido a visões políticas divergentes faz com que Messala condene Ben-Hur a viver como escravo em uma galera romana, mesmo sabendo da inocência do ex-amigo. Mas o destino vai dar a Ben-Hur uma oportunidade de vingança que ninguém poderia imaginar.

Agnus Dei - 115 min


Durante o fim da Segunda Guerra Mundial, na Polônia, a enfermeira francesa Mathilde (Lou de Laâge) descobre que as freiras moradoras de um convento vizinho foram estupradas por soldados invasores. Muitas delas estão grávidas. Apesar da ordem de prestar socorro apenas aos franceses, Mathilde começa a tratar secretamente de todas as freiras e madres. Ela deve enfrentar os julgamentos das próprias pacientes, que se sentem culpadas por terem violado o voto de castidade, e se recusam a ter o corpo tocado por quem quer que seja, mesmo uma enfermeira.

Quadrilha do Presidente - Robson Domini



NO SÃO JOÃO NÃO VAI FALTAR
QUADRILHA, MILHO VERDE, MUNGUNZÁ
FORRÓ, ARRASTA-PÉ, BAIÃO, GONZAGÃO E MULHER
NA QUADRILHA PODE ENTRAR QUALQUER SUJEITO
NÃO IMPORTA SE O SUJEITO É BRANCO OU PRETO
VEREADOR, SENADOR, DEPUTADO
JUIZ DO SUPREMO OU DELEGADO
Ô SEU DOUTOR, VENHA VER
O MEU POVO TÁ QUERENDO LHE DIZER
QUE DO NORDESTE À BRASÍLIA 
ATÉ O PRESIDENTE ENTRA NA QUADRILHA

As cores da escravidão - Ieda de Oliveira


Em “As cores da escravidão”, o garoto Tonho vive o sonho de uma vida melhor. Embalado pelas histórias da avó, ele convence seu amigo João a seguirem um gato (homem que recruta trabalhadores, servindo de intermediário entre o empreiteiro e o peão) que apareceu na cidade. A realidade encontrada pelos meninos é dura e triste, em uma história sobre inocência roubada, sonhos frustrados, infância escravizada. Mas também, de esperança, compaixão, amizade e amor. 

Pequenas palavras ao vento - Adriana Falção


Jovens e adultos vão se divertir com as definições que ela encontrou para palavras com que a vida a confrontou e que agora são soltas ao vento, para nos emocionar e fazer pensar.

Grafias urbanas: antologia de contos contemporâneos - Adilson Miguel


A proposta desta antologia é apresentar olhares diversos de escritores contemporâneos para a vida urbana. As histórias aqui reunidas constituem uma amostra da produção literária contemporânea. São dez textos que demonstram uma inquietação criativa e, ao mesmo tempo, sensibilidade e atenção para os problemas da realidade.

Moby Dick - Hemann Melville


O livro traz o relato de um marinheiro letrado, Ishmael, sobre a última viagem de um navio baleeiro de Nantucket, o Pequod, que parte da costa leste dos Estados Unidos rumo ao Pacífico Sul, onde encontra o imenso cachalote branco que, no passado, arrancara a perna do vingativo capitão Ahab. Ao longo do livro Herman Melville explora diversos gêneros literários para compor sua história, da narrativa de viagens ao teatro shakespeareano, do sermão à poesia popular, passando pela descrição científica e a meditação filosófica.

A máquina de ser - João Gilberto Noll


Cada um dos 24 contos de 'A máquina de ser' é um convite à observação da solidão. Para isso, o autor concentra suas narrativas no campo onde o ser humano está condenado a ser sempre só - o do pensamento, insondável e impenetrável. Em meio aos gestos automáticos e banais do dia-a-dia, seus personagens tentam se encontrar na vastidão de suas mentes, onde não há ninguém para ajudá-los a erguer as fronteiras entre o que é vivido de fato e o que é imaginado, sonhado ou fantasiado. A disposição temática dos contos reunidos em 'A máquina de ser' contempla uma diversidade de narradores e atmosferas cujo encadeamento confirma e, ao mesmo tempo, renova a habilidade que o autor tem de surpreender - e desestabilizar - seu leitor, na medida em que revela novas, profundas e inesgotáveis possibilidades de ser.

Novelas para um ano: O velho Deus - Luigi Pirandello


Primeiro volume publicado no Brasil das famosas Novelas para um ano, que reuniram toda a produção novelística do autor. Sua importância no conjunto da obra de Pirandello é ressaltada pelo crítico Giovanni Macchia: "As Novelas para um ano têm um papel central na produção de Pirandello, um lugar sempre bem defendido no decorrer dos anos, de seu início até a morte do autor. A fidelidade absoluta a este gênero literário, ao longo do caminho tão acidentado de sua carreira, foi respeitada mesmo quando os outros gêneros por ele cultivados se interrompiam e entravam em crise".

Vésperas - Adriana Lunardi


Vésperas é uma homenagem a grandes escritoras, transformadas em personagens e retratadas nesse belo livro em sua solidão, ambiguidades, paixões e angústias. A ideia da morte, sob diferentes focos, perpassa a obra, tecida pela prosa poética de Adriana Lunardi. São nove histórias, cada uma delas envolvendo uma personalidade da literatura: Virginia Woolf, Dorothy Parker, Ana Cristina César, Colette, Clarice Lispector, Katherine Mansfield, Sylvia Plath, Zelda Fitzgerald e Júlia da Costa. Valendo-se de detalhes biográficos dessas mulheres, Lunardi recria momentos de suas vidas, mesclando-os com fatos ficcionais.  

Feitiço do boêmio: contos inspirados na vida e na obra de Noel Rosa - Esther Maria Largman (Organização)


Noel de Medeiros Rosa (1910 – 1937) entrou para a história como um dos maiores e mais importantes artistas da música no Brasil. Apesar da brevidade de sua vida intensa – repleta de música, bares, madrugadas e amores –, a qualidade de seu legado é indiscutível. Sua contribuição foi essencial para a legitimação do samba de morro através do rádio, principal meio de comunicação em sua época. 

Desorientais: Hai-Kais - Alice Ruiz S.


Alice soube cavar uma maneira pessoal de se relacionar com essas formas mínimas, sem perder o gosto pela brincadeira zen, mas sem também vulgarizá-la com exotismo ou fascínio hipertrofiado - daí seu desafio quase provocativo de nomear o conjunto de "desorientais".

Retratos Narrados - Adriano Bitaraes Netto


'Retratos Narrados' tem o intuito de introduzir os leitores no universo de literatura brasileira ao apresentar, por meio de contos poéticos, personagens imortais criados pelos mais significativos escritores da tradição brasileira. O livro remonta às obras originais de Machado de Assis, Monteiro Lobato, Graciliano Ramos, Mário de Andrade, José Cândido de Carvalho, Guimarães Rosa e Aníbal Machado, relendo-as de modo que busca ser lírico e lúdico. Contudo, não só a história dos personagens é retomada nos contos, mas também o estilo dos autores. Desse modo, através do pastiche, pretende-se estabelecer um diálogo enriquecedor com a linguagem de cada um desses personalidades da língua portuguesa.

O mundo moderno e o capitalismo para Weber


Uma contribuição relevante de Weber, neste caso, é demonstrar que o mecanismo do modo de produção capitalista, no ocidente europeu, principalmente, contou com a existência, em alguns países, de um conjunto de valores de fundo religioso que ajudou a criar entre certos indivíduos, predisposições morais e motivações para se envolverem na produção e no comércio de tipo capitalista.
Na crença dos calvinistas, os homens já nasceriam predestinados à salvação ou ao inferno, embora não pudessem saber, exatamente, seu destino particular. Assim sendo, e para fugir da acusação de pecadores e desmerecedores do melhor destino, dedicavam-se a glorificar Deus por meio do trabalho e da busca do sucesso na profissão.  

A ação racional para Max Weber


Segundo Weber, as pessoas podem atuar, em geral, mesclando quatro tipos básicos de ação social. São eles:
A ação racional com relação a fins:  o indivíduo age para obter um fim objetivo previamente definido. E para tanto, seleciona e faz uso dos meios necessários e mais adequados do ponto de vista da avaliação. O que se destaca, aqui, é o esforço em adequar, racionalmente, os fins e os meios de atingir o objetivo. Na ação de um político, por exemplo, podemos ver um foco: o de obter o cargo com o poder que deseja com fins que dependem do político, de seu caráter. 

As teorias sociológicas na compreensão do presente: Max Weber


O pensamento deste sociólogo alemão segue diretrizes diferentes das dos dois autores que vimos anteriormente. Max Weber (1864-1920), ao contrário de Durkheim e Comte, acreditou na possibilidade da interpretação da sociedade partindo não dos fatos sociais já consolidados e suas características externas (leis, instituições, normas, regras, etc), ele propôs começar pelo indivíduo que nela vive, ou melhor, pela verificação das “intenções”, “motivações”, “valores” e “expectativas” que orientam as ações do indivíduo na sociedade. Sua proposta é a de que os indivíduos podem conviver, relacionar-se e até mesmo constituir juntos algumas instituições (como a família, a igreja, a justiça), exatamente porque quando agem eles o fazem partilhando, comungando uma pauta bem parecida de valores, motivações e expectativas quanto aos objetivos e resultados de suas ações. E mais, seriam as ações recíprocas (repetidas e “combinadas”) dos indivíduos que permitiriam a constituição daquelas formas duráveis (Estado, Igreja, casamento, etc.) de organização social. 

O mundo moderno para Durkheim


A humanidade, para esse autor, está em constante evolução, o que seria caracterizado pelo aumento dos papéis sociais ou funções. Por exemplo, para Durkheim, existem sociedades que organizam-se sob a forma de um tipo de solidariedade denominada mecânica e outras sociedades organizam-se sob a forma de solidariedade orgânica.
As sociedades organizadas sob a forma de solidariedade mecânica seriam aquelas nas quais existiriam poucos papéis sociais. Segundo Durkheim, nessas sociedades, os membros viveriam de maneira semelhante e, geralmente, ligados por crenças e sentimentos comuns, o que ele chama de consciência coletiva. Neste tipo de sociedade existiria pouco espaço para individualidades, pois qualquer tentativa de atitude “individualista” seria percebida e corrigida pelos demais membros.  

Os fatos sociais para Durkheim


Mas Durkheim acreditava que os acontecimentos sociais – como os crimes, os suícidios, a família, a escola, as leis – poderiam ser observados como coisas (objetos), pois assim, seria mais fácil de estudá-los.
Então ele propôs algumas das regras que identificam que tipo de fenômeno poderia ser estudado pela Sociologia. A esses fenômenos que poderiam ser estudados por uma ciência da sociedade ele denominou de fatos sociais.
E as características dos fatos sociais são: Coletivo ou geral ( generalidade) – significa que o fenômeno é comum a todos os membros de um grupo; Exterior ao indivíduo (exterioridade) – ele acontece independente da vontade individual; Coercitivo (coercitividade) – os indivíduos são “obrigados” a seguir o comportamento estabelecido pelo grupo.  

As teorias sociológicas na compreensão do presente: Émile Durkheim


Continuando o trabalho iniciado por Comte, de fazer da Sociologia uma ciência, numa visão positiva, surge o sociólogo francês Émile Durkheim (1858-1917). Coube a ele dar à Sociologia uma reputação científica, torna-la uma disciplina acadêmica com rigor científico foi o seu principal trabalho. É a partir desse pensador que a Sociologia ganha um formato mais “técnico”, sabendo o que e como ela iria buscar na sociedade. Com métodos próprios, a Sociologia deixou de ser apenas uma ideia e ganhou “status” de ciência.  

As teorias sociológicas na compreensão do presente: Auguste Comte


Auguste Comte (1798-1857), foi quem criou o termo “sociologia” a partir da organização do seu curso de Filosofia Positiva. O que desejava Comte com esse curso?
Ele pretendia fazer uma síntese da produção científica, ou seja, verificar aquilo que havia sido acumulado em termos de conhecimento, bem como os métodos das ciências já existentes, como os da matemática, da física e da biologia. Ele queria saber se os métodos utilizados nessas ciências, os quais já haviam alcançado um “status” de positivo, poderiam ser utilizados na física social, denominada, por ele de Sociologia.
Este pensador era de uma linha positivista, o que quer dizer que acreditava na superioridade da ciência e no seu poder de explicação dos fenômenos de maneira desprendida da religiosidade, como era comum se pensar naquela época. Como positivista ele acreditava que a ciência deveria ser utilizada para organizar a ordem social.  

Sorte - Robson Domini


VOU PINTAR O CÉU COM A COR QUE VOCÊ GOSTA
ESCREVER SEU NOME COM A ESQUADRILHA DA FUMAÇA
TE DAR UM COLAR FEITO DE MIL ESTRELAS
POSSO ATÉ NADAR COM A BALEIA MOBY DICK 
LUTAR COM JACK SPARROW EM PIRATAS DO CARIBE
COBRIR COM DIAMANTE O CAMINHO ONDE PASSE
EU SEI QUE PODE PARECER MUITO EXAGERADO
MAS AMOR SE ESTOU DO SEU LADO 
EU ME SINTO MUITO MAIS FORTE
EU TIVE SORTE DE TER LHE ENCONTRADO
SEU AMOR ME FAZ MAIS COMPLETO MAIS ESPERTO, BONITO
POSSO DERRUBAR UM LUTADOR DE SUMÔ
LUTAR NO OCTÓGONO COM ANDERSON E ZÉ ALDO
ENSINAR FUTEBOL PRA MESSI E CRISTIANO RONALDO
PINTAR MEU CORAÇÃO COM SUA COR PREDILETA
DEIXAR O MEU CARRÃO E VOLTO A ANDAR DE BICICLETA
TORÇO PRO CORINTHIANS DEIXO DE SER FLAMENGUISTA

Daens: um grito de justiça - 138 min.


Na cidade de Aalst, norte da Bélgica, um grupo de trabalhadores vive em condições miseráveis, vítimas da exploração da indústria de tecidos onde estão empregados. A situação começa a mudar quando um padre revolucionário é transferido para a cidade e assume a igreja local.

O voo - 138 min.


Whip (Denzel Washington) está separado de sua esposa e filho, é um experiente piloto da aviação comercial, mas tem sérios problemas com bebidas e drogas. Certo dia, ele acabou salvando a vida de diversas pessoas quando a aeronave que pilotava apresentou uma pane, mas sua frieza e conhecimento permitiu que uma aterrizagem, praticamente, impossível acontecesse. Agora, apesar de ser considerado um herói por muitos e contar com o apoio de amigos, ele se vê diante do jogo de empurra na busca pelos culpados da queda e das mortes ocorridas. É quando seus erros e escolhas do passado passam a ser decisivos para definir o que ele irá fazer de seu futuro.

Irmã Dulce - 90 min.


Cinebiografia de Irmã Dulce (Bianca Comparato/Regina Braga), que, em vida, foi chamada de “Anjo Bom da Bahia”, também indicada ao Nobel da Paz e beatificada pela Igreja. Contemplando da década de 1940 aos anos 1980, o filme mostra como a religiosa católica enfrentou uma doença respiratória incurável, o machismo, a indiferença de políticos e até mesmo os dogmas da Igreja para dedicar sua vida ao cuidado dos miseráveis – personificados na figura do fictício João (Amaurih Oliveira) –, deixando um legado que perdura até hoje.

Doutor Estranho - 115 min.



Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) leva uma vida bem sucedida como neurocirurgião. Sua vida muda completamente quando sofre um acidente de carro e fica com as mãos debilitadas. Devido a falhas da medicina tradicional, ele parte para um lugar inesperado em busca de cura e esperança, um misterioso enclave chamado Kamar-Taj, localizado em Katmandu. Lá descobre que o local não é apenas um centro medicinal, mas também a linha de frente contra forças malignas místicas que desejam destruir nossa realidade. Ele passa a treinar e adquire poderes mágicos, mas precisa decidir se vai voltar para sua vida comum ou defender o mundo.

Para sempre Alice - 99 min.


A Dra. Alice Howland (Julianne Moore) é uma renomada professora de linguística. Aos poucos, ela começa a esquecer certas palavras e se perder pelas ruas de Manhattan. Ela é diagnosticada com Alzheimer. A doença coloca em prova a força de sua família. Enquanto a relação de Alice com o marido, John (Alec Baldwinse), fragiliza, ela e a filha caçula, Lydia (Kristen Stewart), se aproximam.

Contracultura


Nas Ciências Humanas, os conceitos de “cultura de massa” e “indústria cultural” surgiram para consolidar a ideia de que nas sociedades capitalistas, a organização da sociedade e das instituições promoveu a prática de um processo de homogeneização da população como um todo, e, diversos teóricos apontaram a reprodução de ideologias ou visões de mundo que prescreviam normas para as formas de pensar, agir e sentir que estariam sendo levadas a todos os indivíduos com o objetivo de disseminar uma mesma compreensão do mundo, isto homogeneizar.  

Consumo e identidade


Ao pensarmos “Identidade” somos remetidos quase que imediatamente ao RG, nosso registro civil, que possuí um número para nos identificar e uma série de outras informações que nos tornam “reconhecíveis” para o “sistema”, aos olhos da lei, para questões burocráticas etc. Nele constam nossa naturalidade indicando em que estado nascemos, nacionalidade, indicando nosso país, filiação e data de nascimento; contudo o termo “Identidade” tem um significado muito mais complexo e abrangente, afinal não podemos ser resumidos apenas em um número. Para Jurandir Freire Costa (1989)

 “(…) a identidade é tudo que se vivencia (sente, enuncia) como sendo eu, por ocasião àquilo que se percebe ou anuncia como não-eu (aquilo que é meu; aquilo que é outro) (…) “a identidade não é uma experiência uniforme, pois é formulada por sistemas de representações diversos. Cada um destes sistemas corresponde ao modo como o sujeito se atrela ao universo sociocultural. Existe assim, uma identidade social, étnica, religiosa, de classe; profissional, etc.”  

Cultura de massa e indústria cultural – novas tecnologias


“A expressão ‘cultura de massa’, posteriormente trocada por ‘indústria cultural’, é aquela criada com um objetivo específico, atingir a massa popular, maioria no interior de uma população, transpondo, assim, toda e qualquer diferença de natureza social, étnica, etária, sexual etc.. Todo esse conteúdo é difundido por meio dos veículos de comunicação de massa.
Os filósofos alemães da Escola de Frankfurt, Theodor Adorno e Max Horkheimer, foram os responsáveis pela criação do termo ‘Indústria Cultural’. Estes pensadores presumiram a forma negativa como a recém-criada mídia seria utilizada durante a Segunda Guerra Mundial. Ambos eram de etnia judia, portanto sofreram perseguição dos nazistas e, para fugir deste contexto, partiram para os EUA.  

Cultura e patrimônio


Agora que já sabemos o que é cultura, passemos para a compreensão de bem cultural, que compreende todo testemunho do homem e seu meio, apreciado em si mesmo, sem estabelecer limitações derivadas de sua propriedade, uso, antiguidade ou valor econômico. Os bens culturais podem ser divididos em três categorias: bens naturais, bens materiais e bens imateriais. (Fonte: Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais-IEPHA)

Já patrimônio cultural é o conjunto de todos os bens, materiais ou imateriais, que, pelo seu valor próprio, devam ser considerados de interesse relevante para a permanência e a identidade da cultura de um povo. O patrimônio é a nossa herança do passado, com que vivemos hoje, e que passamos às gerações futuras. 

Cultura popular e cultura erudita


Muito provavelmente você sabe o que é cultura, mas é preciso ressaltar que cultura, muitas vezes é confundida com aquisição de conhecimentos, com educação, com erudição. A cultura é informação, é a reunião de conhecimentos aprendidos no decorrer de nossas vidas, é herança social.
Por ser uma herança social, o ser humano “recebe” a cultura dos seus antepassados, mas cada pessoa, cada indivíduo é capaz de modificar a cultura herdada, pois a cultura é modificável, flexível, o ser humano “recebe” a cultura e a remodela, portanto a cultura não é fixa.
E, falando em erudição, a chamada cultura erudita está associada às elites, os seus produtores fazem parte de uma elite social, econômica, política e cultural e seu conhecimento é proveniente do pensamento científico, dos livros, das pesquisas universitárias ou do estudo em geral (erudito significa que tem instrução vasta e variada adquirida sobretudo pela leitura). A arte erudita e de vanguarda é produzida visando museus, críticos de arte, propostas revolucionárias ou grandes exposições, público e divulgação. A Cultura Erudita é a produção acadêmica centrada no sistema educacional, sobretudo na universidade, produzida por uma minoria de intelectuais. 

Ideologia: “O mundo escolar”



No mundo escolar existem várias ideias, concepções, pensamentos etc. que, sem percebermos, podem ser distinguidas como ideológicas, essas ideias podem ser expressas por professores, alunos (as), funcionários, pais, diretores ou mesmo podem ser trazidas de fora da escola por eles.

Exemplos:
“A escola dá oportunidades a todos os alunos de aprenderem as coisas da vida.”
“A função do professor é ensinar, a do aluno é aprender, e só.”
“Professor não pode falar de política em sala de aula.”  

Ideologia: quadro demonstrativo

Veja o quadro abaixo

Característica
O que faz
Exemplo

Prescrição de normas

Orienta as ações humanas. Modelam os interesses humanos.
Diz o que se deve fazer, pensar ou expressar
A ideia de monogamia faz com que homens e mulheres a achem justa
Representação da realidade


Dá sentido à realidade humana.
Se utiliza de símbolos e criação mental.
O conceito de pátria ou o sentimento patriótico

Generalização do particular

Trata o específico como exemplo de um fenômeno geral.
Todos os alunos (as) de uma determinada turma são iguais

Inversão da realidade

Esconde as reais causas de um fenômeno.
O MST não luta pela reforma agrária, mas invade as terras.

Naturalização das ações humanas

Torna normal e natural aquilo que é histórico e contingente.
A desigualdade entre os homens e mulheres é normal. Por isso devem ser tratadas de forma inferiorizada.

Reificação da realidade

As coisas aparecem com vida própria, ou seja, coisas inertes ganham aspectos naturais, não construídas pelos homens.
Os salários não expressam as relações desiguais de trabalho, mas são apenas salários

 Texto produzido pelo Prof. Valdinei Gomes Garcia para o Colégio Integrado, Campo Mourão (PR)

Ideologias e visões de mundo


Ideologia “é um conjunto lógico, sistemático e coerente de representações (ideias e valores) e de normas ou regras (de conduta) que indicam e prescrevem aos membros da sociedade o que devem pensar e como devem pensar, o que devem valorizar e como devem valorizar, o que devem sentir e como devem sentir, o que devem fazer e como devem fazer. Ela é, portanto, um corpo explicativo, de representações e práticas (normas, regras e preceitos) de caráter prescritivo, normativo, regulador, cuja função é dar aos membros de uma sociedade dividida em classes uma explicação racional para as diferenças sociais, políticas e culturais, sem jamais atribuir tais diferenças à divisão da sociedade em classes. Pelo contrário, a função da ideologia é a de apagar as diferenças, como as de classes, e de fornecer aos membros da sociedade o sentimento de identidade social, encontrando certos referenciais identificadores de todos e para todos, como, por exemplo, a humanidade, a liberdade, a igualdade, a nação, ou o Estado.” (Marilena Chauí, O que é ideologia, 1980).  

Evocação - Márcia Kupstas


Magda decide narrar sua primeira experiência com o sobrenatural, ocorrida seis anos antes em uma viagem à praia com uns amigos e a avó. Durante o passeio, a convivência e o ciúme a fizeram alimentar ódio por Bárbara, e ela resolveu pregar uma peça na colega. Aproveitando a história sobre a morte de um adolescente surfista, Magda propôs que tentassem se comunicar com ele. Mas a brincadeira ganha contornos de realidade quando elas começam a vivenciar eventos sobrenaturais.

O que vi por aí: andanças e descobertas de um escritor pelo Brasil - Manuel Filho


Viajamos para conhecer lugares, pessoas, culturas diferentes e, até mesmo, para reencontrar nossas raízes. Neste livro, o autor relata as experiências que viveu em suas viagens pelo Brasil e nos revela histórias incríveis dos moradores das cidades que visitou. Uma obra que trata de memórias, de viagens, de vivências. Um encontro com a vida de pessoas comuns que, dia a dia, escrevem a história que é de todos nós.

Adolescência & Cia - Jorge Fernando dos Santos (organização)


A adolescência e seus desafios são apresentados nesta coletânea por importantes escritores mineiros. São temas delicados para pais e professores e importantíssimos para os jovens. A descoberta do corpo, as relações amorosas, a família, os amigos, os conflitos existenciais e sociais são abordados numa escrita sensível, honesta e bem-humorada. Leitura essencial para pais, educadores e, principalmente, jovens.

Antologia Poética - Cecília Meireles


Foi a própria autora que selecionou esses poemas que refletem as várias fases de sua poesia, que evidenciam solidão, melancolia, tristeza e todo lirismo da grande poetisa. Cecília morreu cedo, aos 63 anos deixando uma obra muito apreciada pelo público e crítica. Fez parte da segunda geração modernista no Brasil e esse livro foi publicado inicialmente em 1963 e é considerado um precioso autorretrato que reflete sua poesia intimista e reflexiva com profunda sensibilidade feminina que surge em seus poemas: "O pensamento é triste; o amor insuficiente; e eu quero sempre mais do que vem nos milagres. Deixo que a terra me sustente: guardo o resto para mais tarde"

O abraço - Lygia Bojunga


Em 'O abraço', Lygia Bojunga vai buscar no mais íntimo de sua personagem Cristina o saldo de uma experiência sexual amarga vivida por Cristina-menina e refletida na Cristina-mulher. A narrativa de Lygia é a denúncia de um crime que não tem perdão. Do primeiro ao último momento, esse abraço emociona e intriga.

Bem-vindo: histórias com as cidades de nomes mais bonitos e misteriosos do Brasil - Fabrício Carpinejar (Organização)


Todo brasileiro, em algum momento, já se perguntou: de onde vem o estranho nome dessa cidade? Quem inventou isso? Foi baseado nessa premissa, aliada a um texto de Roberto Pompeu de Toledo, que o poeta e cronista Fabrício Carpinejar desenvolveu Bem-vindo, livro que reúne histórias fictícias sobre 10 cidades de nomes curiosos e misteriosos, como São José dos Ausentes, Espera Feliz e Saudades.
Para escrever esta coletânea, o organizador reuniu grandes nomes da Literatura Brasileira: Altair Martins, Cíntia Moscovich, João Anzanello Carrascoza, Luiz Ruffato, Luiz Vilela, Lygia Fagundes Telles, Marçal Aquino, Maria Esther Maciel, Ronaldo Correia de Brito e Sergio Faraco.

Com exceção da capital federal, que não poderia faltar, o livro privilegiou locais do interior, para ampliar os horizontes do verbo e atrair o viajante.