"A Vida, como a fizeres, estará contigo em qualquer parte." (Autoria desconhecida)

TATUAGEM VIRTUAL- ROBSON DOMINI (AUTORAL)


VEM DE VESTIDO SOLTO NAS ASAS DO VENTO
PARECE QUE LÊ MEU PENSAMENTO
 O TEMPO PÁRA ELA PASSAR
TEM A CHAVE QUE ABRE LABIRINTO
DESFAZ O MAU TEMPO EM MEU SENTIMENTO
ELA É O SUJEITO DO VERBO AMAR
ELA SABE QUE A SUA IMAGEM
É MINHA TATUAGEM VIRTUAL
VEM DE VESTIDO SOLTO NAS ASAS DO VENTO
PARECE QUE LÊ MEU PENSAMENTO
O TEMPO PÁRA PRA ELA PASSAR
PORÉM, SE DE SALTO ALTO INVADE MEU PEITO
DESANDA MEU SAMBA DE PARTIDO ALTO
ME FAZ OBJETO DO VERBO AMAR
ELA SABE QUE A SUA IMAGEM
É MINHA TATUAGEM VIRTUAL

HGCB - Vol. 11 - O Brasil republicano: economia e cultura (1930-1964) - Bóris Fausto e Sérgio Buarque de Holanda


Este volume, o último da coleção, analisa economia e cultura brasileiras entre a Revolução de 1930 e o Golpe Militar de 64.

HGCB - Vol. 10 - O Brasil republicano: sociedade e política (1930-1964) - Bóris Fausto e Sérgio Buarque de Holanda


Este volume analisa sociedade e política brasileiras entre a Revolução de 1930 e o Golpe Militar de 64.

HGCB - Vol. 9 - O Brasil republicano: sociedade e instituições (1889-1930) - Bóris Fausto e Sérgio Buarque de Holanda


Este volume analisa a sociedade e as instituições brasileiras entre a Proclamação da República e a Revolução de 1930.

HGCB - Vol. 8 - O Brasil republicano: Estrutura de poder e economia (1889-1930) - Bóris Fausto e Sérgio Buarque de Holanda


Este volume analisa a estrutura de poder e economia entre a Proclamação da República e a Revolução de 1930.

HGCB - Vol. 7 - O Brasil monárquico: do Império à República - Bóris Fausto e Sérgio Buarque de Holanda


HGCB - Vol. 6 - O Brasil monárquico: declínio e queda do Império - Bóris Fausto e Sérgio Buarque de Holanda


HGCB - Vol. 5 - O Brasil monárquico: reações e transações - Bóris Fausto e Sérgio Buarque de Holanda


Este volume, Reações e transações, está dividido em três partes: Vida política, Da escravidão ao trabalho livre e Ciências, Letras e Artes.

HGCB - Vol. 4 - O Brasil monárquico: dispersão e Unidade - Bóris Fausto e Sérgio Buarque de Holanda


Este volume, Dispersão e unidade, está dividido em seis partes: A Regência, As Províncias do Norte e do Oeste, O Nordeste e a Bahia, As Províncias do Centro, As Províncias do Sul e A Reação Monárquica.

HGCB - Vol. 3 - O Brasil monárquico: o processo de emancipação - Bóris Fausto e Sérgio Buarque de Holanda


Este volume sobre O processo de emancipação está dividido em quatro partes: O Novo Descobrimento do Brasil, O Movimento da Independência, Lutas Externas e O Primeiro Reinado.

HGCB - Vol. 2 - A época colonial: administração, economia, sociedade - Bóris Fausto e Sérgio Buarque de Holanda


O segundo volume, Administração, economia, sociedade está dividido em cinco partes: Política e Administração; Vida Espiritual; Letras, Artes, Ciências; Economia e Finanças e A Caminho da Emancipação Política. 

HGCB - Vol. 1 - A época colonial: Do descobrimento à expansão territorial - Bóris Fausto e Sérgio Buarque de Holanda


Do descobrimento à expansão territorial, pertence ao Tomo 1 — A época colonial e está dividido em cinco partes — O velho mundo e o Brasil; A terra e a gente; O advento do homem branco; A ameaça externa; e A expansão territorial.

Raça


O termo raça significa dizer que há grupos de pessoas que possuem características fisiológicas e biológicas comuns. No entanto, o uso do termo raça acaba classificando um grupo étnico ou sociedade, levando também à hierarquização.
Apesar da diversidade, existem aspectos universais nas culturas humanas. A linguagem é um exemplo. Apesar de existirem diferentes línguas, a necessidade de comunicação é comum a todas as culturas. Existem outros exemplos de características universais: partilha, inter-ajuda, relações afetivas, religião, solidariedade etc.
A socialização transforma os seres humanos em seres sociais. Sendo um processo de construção da identidade social não destrói a identidade individual, passa a fazer parte dela. É o processo pelo qual os homens aprendem as normas das culturas de origem, e que lhes permite o contato social com as gerações passadas e futuras, pela partilha dessas normas.  

Etnia


O conceito de etnia distingue-se do conceito de raça e cultura. Etnia é um conceito associado a uma referência, origem comum de um povo, são grupos que compartilham os mesmos laços linguísticos, intelectuais, morais e culturais. Embora possuam uma mesma situação de dependência de instituições e organização social, econômica e política, não se constitui em uma nação, mas apenas em um agrupamento étnico. Etnia é, portanto, um conceito diferente de raça e cultura.  

Herança social e legado cultural


Herança social e legado cultural: são processos de transmissão cultural, que ocorrem ao longo da história, nos quais as gerações mais velhas transmitem às gerações mais jovens a cultura do grupo.
Muitos sociólogos e historiadores brasileiros, a partir do século XIX, buscaram explicar a formação do povo brasileiro, caracterizado pela diversidade cultural, enquanto uma nação. E o olhar de alguns desses autores foi exclusivamente dedicado ao aspecto cultural. O legado cultural que herdamos dos povos que se misturam deu origem aos brasileiros.  

Diversidade Cultural


Costumamos dizer que somos o povo brasileiro, que vivemos no país do futebol e do carnaval. Pelo menos é assim que nos veem os outros povos. Contudo, quando somos indagados e questionados sobre nossa identidade nacional, ou seja, que povo realmente somos e, qual o sentido da nossa formação enquanto nação, ficamos na maior “crise de identidade”.
Ora, como definir quem realmente somos em meio à diversidade cultural? Mas, será que temos mesmo uma única e autêntica identidade nacional?
Quando falamos em identidade, logo pensamos em quem somos, no sentido individual, gostos, preferências, família, RG onde somos identificados, não como pessoas, mas como um número em meio a tantos outros etc. E o mais interessante, está ali a nossa nacionalidade, a que nação e povo pertencemos e também nossa naturalidade, que indica a qual região do nosso país pertencemos.
Um exemplo desse processo social de transmissão de cultura é a educação ou criação familiar. A cada geração vai se transmitindo, ou melhor, ensinando aos filhos e jovens certos conhecimentos e valores morais adquiridos pela geração mais velha.  

Mudanças culturais e aculturação


A mudança cultural ocorre quando acontece qualquer tipo de alteração na cultura. Essa mudança pode ser pequena ou de grandes proporções, alterando toda uma cultura, como por exemplo acontece há tempos em várias regiões da África. Pode ser aceita facilmente ou por resistência.
As mudanças podem ocorrer por vários motivos, dentre eles, contato com outros povos, tecnologia, intempéries da natureza. No Brasil, com a chegada dos portugueses, os povos indígenas que aqui viviam viram sua cultura ser modificada; as tribos que não foram exterminadas viram parte de sua cultura perder suas qualidades distintivas.  

Conceituando “cultura”


Cultura, muitas vezes é confundida com aquisição de conhecimentos, com educação, com erudição. A cultura é informação, é a reunião de conhecimentos aprendidos no decorrer de nossas vidas, é herança social.
Por ser uma herança social, o ser humano “recebe” a cultura dos seus antepassados, mas cada pessoa, cada indivíduo é capaz de modificar a cultura herdada, pois a cultura é modificável, flexível, o ser humano “recebe” a cultura e a remodela, portanto a cultura não é fixa.
Cultura é tudo aquilo que aprendemos e compartilhamos com nossos semelhantes. Ela é relativa, não existe uma cultura boa, ou uma cultura ruim, superior ou inferior, como acreditavam os alemães, inclusive criadores da compreensão que muitos de nós ainda temos de “Cultura” com C maiúsculo, indicando superioridade, e neste sentido quem compreende a cultura desta forma arcaica e equivocada tende a fazer afirmações do tipo: “fulano é culto”, “fulano não tem cultura” ora, todos e todas temos cultura!  

Karl Marx e a crítica da sociedade capitalista.



O alemão, filósofo e economista Karl Marx (1818–1883), foi o fundador do materialismo histórico. Foi o primeiro a empregar o termo “classe social”. Em suas obras, Marx sugeria uma ampla mudança na área política, social e econômica. Para ele, o capitalismo alienou o trabalhador dos meios de produção, pois este conhecia apenas parte desse processo; e o alienou da política, propondo que ele fosse representado por outros. Dessa forma um dos conceitos fundamentais na teoria marxista é a alienação.
Marx foi um dos responsáveis, se não o maior deles, em promover uma discussão crítica da sociedade capitalista que se consolidava, bem como da origem dos problemas sociais que este tipo de organização social originou.
Para Marx “a história de todas as sociedades tem sido a história da luta de classes”.

Para este pensador o capital é uma relação social  

Magma - João Guimarães Rosa


Livro de poemas deste que é um dos maiores prosadores da língua portuguesa. Premiado no concurso literário da Academia Brasileira de Letras em 1936, este pequeno volume só foi publicado seis décadas depois, revelando assim o talento de Guimarães Rosa em um gênero pelo qual jamais voltaria a enveredar.

Melhores poemas de Manuel Bandeira - Manuel Bandeira


Como em toda a obra posterior, nesses escritos o poeta se mostra descomplicado, sarcástico e despojado, mas sempre com um acento autobiográfico e confessional. Com seleção e prefácio de Francisco de Assis Barbosa, esse presente em forma de livro traz toda poesia e lírica típicas de Manuel Bandeira, poeta em permanente estado de poesia.

As melhores histórias das mil e uma noites - Carlos Heitor Cony


O livro apresenta as fábulas das 'Mil e uma Noites', com seu colorido oriental, a paisagem encharcada de areia, camelos, palmeiras, tâmaras e beduínos. Aladim e a Lâmpada Maravilhosa; Ali Babá e os Quarenta Ladrões; Sindbá, o Marujo e O Califa de Bagdá estão entre as mais conhecidas e amadas histórias.

O príncipe Teiú e outros contos brasileiros - Marco Haurelio


Os contos brasileiros deste livro fazem parte de um estudo realizado pelo autor – uma pesquisa de campo sobre os contos populares. A mistura de elementos encontrada nos contos de encantamento aqui selecionados só evidencia o quanto nossa tradição oral mantem vivos ensinamentos, crenças e mitos. Versões de diferentes regiões foram se modificando e se perpetuando durante os séculos de formação do povo brasileiro.

Originários da Europa – sobretudo Portugal –, da África e dos povos indígenas, os contos populares brasileiros adaptam antigas tradições às características locais: ambiente, costumes e cultura de cada região.

Letras perdidas - Luís Dill


Vítor põe sua mente esperta para trabalhar e começa a desvendar os mistérios que rondam a morte de sua vizinha, dona Catarina.

Viagem 2 - A Ilha misteriosa - 94 min.


Sean Anderson recebe um código e seu padrasto o ajuda a decifrar a mensagem. Descobrem que seu avô encontrou uma misteriosa ilha no Pacífico. Sean e seu padrasto decidem viajar até lá, sem conhecer os perigos que a ilha esconde.

Divergente - 139 min.


Na futurística cidade de Chicago, ao completar 16 anos, Beatrice precisa escolher entre as diferentes facções em que a cidade está dividida. Cada uma representa um valor diferente e, ao contrário de sua família, a jovem opta pela facção dos destemidos, a Audácia. Ela então se torna Tris e inicia uma jornada para afastar seus medos e descobrir quem realmente é. Durante essa jornada, acaba conhecendo o jovem Quatro, um rapaz experiente que tem o dom de intrigá-la e de encantá-la ao mesmo tempo.

Um toque de felicidade - 90 min.


Na véspera do Natal, Goose (Larry Mills) conhece Anthony (Eddie Izzard), um homem que tem alguns estranhos poderes psíquicos que aparentemente conseguem trazer de voltar e tocar as pessoas com o que elas perderam. Goose, que acaba de perder seu cão, encontra em Anthony a esperança, e o convence em ajudá-lo. Os dois partem busca do cão se Goose e acabam provocando surpresas na vida de algumas pessoas que acabam se envolvendo com a história no meio da jornada atrás do que está perdido.

Uma questão de fé - 128 min.


O filme conta a história de uma garota cristã que vai pra faculdade e lá é confrontada com uma teoria de que o mundo não foi criado por Deus e sim ocasionado pela evolução. A garota fica cheia de dúvidas e o pai dela ao notar algo estranho busca fazer algo pra que a fé da garota não se esfrie.

Ele vai até a faculdade e confronta o professor que cheio de persuasão contamina a cada dia os alunos com suas teorias antibíblicas.

Palavras Cruzadas - Domínio de Vocabulário


Domínio de Vocabulário
Palavras Cruzadas
Filosofia e Sociologia

SINESTESIA - ROBSON DOMINI (AUTORAL)


O SOM DE SUA VOZ SEMPRE ME FAZ FELIZ
COMO PODER OUVIR OS DISCOS DE ELIS
EM ALTO E BOM SOM
NAVEGAR EM SEU OLHAR TRAZ ALEGRIA
COMO ESCUTAR A NONA SINFONIA DE BEETHOVEN
DENTRO DE SUAS CARTAS A MINH'ALMA VOA
NAS ASAS DO ASSARÉ VAI ATÉ LISBOA
VOCÊ ME FAZ VIAJAR PELO UNIVERSO
DENTRO DO SEU ABRAÇO
O SOM DE SUA VOZ SEMPRE ME FAZ FELIZ
COMO PODER OUVIR IS DISCOS DO BEE GEES
EM ALTO E BOM SOM
NAVEGAR EM SEU OLHAR TRAZ ALEGRIA
COMO ESCUTAR A NONA SINFONIA DE BEETHOVEN
O AROMA DOCE EM SUAS PALAVRAS
RASGA A MINH'LMA FEITO EXCALIBUR
VOCÊ ME FAZ VIAJAR PELO UNIVERSO
DENTRO DO SEU ABRAÇO

Leitura racionai


Esse tipo de leitura exige uma compreensão mais abrangente do texto e mobiliza, além do sentimento, as capacidades racionais do leitor, como, por exemplo, a capacidade de analisar o texto, separar suas partes, estabelecer relações entre elas e outros textos, sintetizar as ideias do autor etc.
Nesse nível, estabelecemos um diálogo com o texto, fazendo perguntas que nos levem a compreender sua forma de construção e seus significados mais profundos. Os textos, em geral, não são construções transparentes, não nos entregam totalmente os seus significados logo numa primeira leitura. Temos, na verdade, de conquistar o texto, respeitando suas características próprias que o fazem diferente dos demais. 

Leitura emocional


É a leitura subjetiva, que nos empolga, liberando emoções e dando asas à nossa fantasia. Entregamo-nos de corpo e alma ao universo criado pelo autor, seja ele imaginário ou real, viajando no tempo e no espaço, experimentando prazer ou angústia. Nós nos colocamos no lugar do narrador ou de alguma personagem, na situação em que esta se encontra, e nos solidarizamos com seus sentimentos e atitudes. Durante esse processo de identificação, participamos da vida afetiva alheia e liberamos emoções que, muitas vezes, não nos permitimos ter na vida real. É o que acontece quando lemos um romance interessante ou assistimos a uma novela na TV.  

Aprendendo a ler um texto escrito


Trataremos, agora, apenas da leitura de textos verbais, que são os mais frequentes na vida escolar. Mais adiante, no capítulo sobre arte, discutiremos a leitura de textos não-verbais, que, pela variedade de linguagens utilizadas, precisarão ser examinados caso a caso. 

Aprendendo a ler o mundo


Pensando um pouco sobre o dia de ontem, percebo que fui obrigada a interpretar, ou seja, a dar significado a uma série de acontecimentos que invadiram o meu dia e me levaram a abandonar, temporariamente, o projeto de escrever. Vamos destacar alguns.
Primeiro, foi o cheiro ao qual atribuí o significado "feijão queimado". Em seguida, ao fato de o feijão ter queimado dei outro significado: a perda do almoço.  

Os instrumentos do filosofar


Hoje é o primeiro dia em que me sinto realmente em férias. E já é janeiro. Passou a correria da entrega de notas, reuniões de conselhos de classe, recuperação, fechamento dos diários de classe, seguida da outra correria, a preparação das festas de fim de ano. As compras, as visitas, a comida, o trânsito, o calor, a árvore a ser arrumada... Mas, hoje, finalmente em férias, posso começar a escrever outra vez.
Hmmm, estou sentindo um cheiro estranho. O que poderá ser? Nossa! Esqueci o fei­jão no fogo! Queimou. Lá se foi o meu almoço.
Tudo bem, faço um sanduíche, mas começo a escrever este novo livro.
Ó ilusão! Agora ouço um barulho. Será a campainha? Sempre posso fingir que não há ninguém em casa. Mas não é a campainha. O barulho continua, sempre igual e nos mesmos intervalos de tempo. Ah! é o telefone, já tocou umas dez vezes. Talvez seja algo importante. Será que aconteceu alguma coisa com as crianças e estão querendo me avi­sar? É melhor atender logo.
— Alô! Bom dia, mãe... O quê? Tenho de ir aí para ver o que está acontecendo? (Suspiro.) Tá bom, mãe. Já estou indo...

Pois é, acho que vou deixar para escrever amanhã.

Fonte:
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda e MARTINS, Maria Helena Pires. Temas de Filosofia. São Paulo, Moderna, 2000 (edição digital).

FILOSOFIA E SOCIOLOGIA – 1º ANO – EXERCÍCIO TETA


EXERCÍCIO AVALIATIVO – FINAL - UNIDADE II – 2017

CAÇA PALAVRAS – EXERCÍCIO TETA


FILOSOFIA E SOCIOLOGIA – 1º ANO – EXERCÍCIO IOTA


EXERCÍCIO AVALIATIVO – FINAL - UNIDADE II – 2017

CAÇA PALAVRAS – EXERCÍCIO IOTA


Sociologia - 3º ANO – Parcial – Prova Teta


ATIVIDADE AVALIATIVA – SOCIOLOGIA - UNIDADE II
PARCIAL – PROVA TETA

QUESTÃO 01 –D

QUESTÃO 02 –B

QUESTÃO 03 Respostas

a) A consolidação do sistema capitalista conduziu a uma grande concentração da população no ambiente urbano, o qual acabou se estabelecendo diversas consequências para as cidades, baseado nas relações sociais, econômicas, culturais e políticas. A partir do trabalho de intelectuais interessados no estudo dos problemas que essa nova realidade social gerava e entender todo o fenômeno que estava se desenvolvendo surgiu a Sociologia, como uma ciência, preocupada com as relações travadas no ambiente urbano. E o papel da Sociologia Urbana é estudar e compreender como e porque as cidades se desenvolveram como resultado das relações sociais e também de conflitos específicos, planejando os novos espaços urbanos a partir desses estudos.

Sociologia - 2º ANO – Parcial – Prova Teta


ATIVIDADE AVALIATIVA – SOCIOLOGIA - UNIDADE II
PARCIAL – PROVA TETA




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04






A
A
C
E






QUESTÃO 05 – DISSERTATIVA

O Diabo na água: A história do banho


De universal e frequente na Antiguidade, o hábito se tornou tão incomum que algumas pessoas tomavam um por ano.

Sociologia - 2º ANO – Parcial – Prova Eta


ATIVIDADE AVALIATIVA – SOCIOLOGIA - UNIDADE II
PARCIAL – PROVA ETA




01
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04






A
A
C
E





Sociologia - 1º ANO – Parcial – Prova Eta


ATIVIDADE AVALIATIVA – SOCIOLOGIA - UNIDADE II
PARCIAL – PROVA ETA





01
02
03
04






B
A
C
B



FILOSOFIA – 3º ANO – PARCIAL – UNIDADE II – PROVA ETA


ATIVIDADE AVALIATIVA – FILOSOFIA - UNIDADE II
PARCIAL - PROVA ETA



01
02
03
04
05
06




D
A
C
B
D
E




FILOSOFIA – 2º ANO – PARCIAL – UNIDADE II – PROVA ETA


ATIVIDADE AVALIATIVA – FILOSOFIA - UNIDADE II
PARCIAL – PROVA ETA



01
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05
06




C
B
B
E
D
A




FILOSOFIA – 1º ANO – PARCIAL – UNIDADE II – PROVA ETA


ATIVIDADE AVALIATIVA– FILOSOFIA - UNIDADE II
PARCIAL – PROVA ETA



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06




C
B
E
D
A
C




A construção da teia pela aranha


Veja o passo a passo da aranha na construção de sua teia: uma obra de arte.

Como a aranha constrói a teia?


A aranha fixa uma cercadura num suporte, por meio de um líquido viscoso que é segregado por glândulas situadas debaixo de seu abdome e que endurece ao entrar em contato com o ar. Tece fios em raios e depois uma espiral, enrolada do centro para fora. Por fim, percorre o caminho inverso, a fim de fazer uma fina espiral fechada e aderente, destruindo a primeira, da qual só conserva as primeiras espiras centrais, que asseguram a rigidez do conjunto. A aranha fica ligada à teia por um fio e quando um inseto cai na armadilha, a aranha percebe pela vibração. 

De onde vêm os sonhos?


Uma pessoa acordada usa a consciência para tomar decisões e agir. Ela é a parte do cérebro que convive e atua no dia-a-dia. Entre os vários níveis da consciência, existe o subconsciente. Ele, além de guardar as memórias pessoais, também é o responsável pela criação dos sonhos. Durante o sono, o subconsciente formula histórias para se comunicar com o consciente.


Fonte: Marcelo Duarte. O Guia dos Curiosos

Como se pode pesar o sol?


De acordo com Ednilson Oliveira, doutorando do Departamento de Astronomia do Instituto Astronômico e Geofísico da USP, o que se pode calcular é a massa do sol e não o seu peso. A forma tradicional se baseia na Lei da Gravitação Universal de Newton: sabendo-se qual é a distância entre a Terra e o Sol e a força de interação entre ambos, é possível fazer o cálculo da massa deste astro. “Além disso, podemos obter sua massa (equivalente a 1,989 x 1030 kg) conhecendo seu volume (por observação) ou a quantidade de energia que ele emana para a Terra por segundo”, afirma Ednilson.


Fonte: Marcelo Duarte. O Guia dos Curiosos

Exercícios de Ordenação de Frases 2 - Civilização Grega


Exercícios de Ordenação de Frases 2
Civilização Grega

Exercício de Ordenação de Frases - Civilização Grega


Exercício de Ordenação de Frases
Civilização Grega

Palavras Cruzadas - Civilização Grega


Exercícios - Palavras Cruzadas
Civilização Grega

Exercício de correspondência - Civilização grega


Civilização grega
Exercício de correspondência