"O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário" (Autoria desconhecida)

Monte Verità - Gustavo Bernardo


Através de um apurado passeio pelo pensar filosófico, Gustavo Bernardo traz, em Monte Verità, críticas contundentes ao etnocentrismo, ao racismo, ao especismo, à violência, à depredação ambienta, enfim: às nossas maiores vergonhas éticas.

O primeiro emprego: uma breve visão - Inácio de Loyola Brandão


O desemprego, que afeta milhões de pessoas no Brasil e no mundo, atingindo com especial perversidade os jovens, em busca de uma primeira oportunidade profissional, foi tema de uma pesquisa apaixonada de Maria Rita Loyola, filha do escritor Ignácio de Loyola Brandão. Sugestionado pelo interesse da filha e suas indagações a respeito do primeiro emprego na década de 1950, quando ele se iniciou na vida profissional, o escritor resvalou para o túnel do tempo, lembrando sua experiência pessoal. Daí, para a elaboração de um texto, recordando o início de sua vida profissional, foi um pulo. O relato de Ignácio de Loyola conta fatos do passado, com insights no presente, utilizando como contraponto trechos da pesquisa de Maria Rita e fotos de época, estabelecendo dessa forma um paralelo entre duas épocas. "Juntando as peças, o leitor terá a imagem de uma questão que não angustia apenas os jovens e adultos em busca de emprego, mas governantes e empresários, porque se trata de uma preocupação que envolve os destinos do Brasil", observa Brandão. Como o autor faz questão de frisar, não se trata de memórias, mas da lembrança de um momento da vida de um jovem, "filho de operário, que não parecia ter muitas chances na vida, avaliando o panorama de empregos de uma época".

O regime militar brasileiro:1964-1985 - Marcos Napolitano


Para muitos, o regime militar que vigorou no Brasil entre 1964 e 1985 é ainda a lembrança amarga de um tempo vivido sob o medo. Para a maioria dos jovens que cursam o ensino médio, entretanto, trata-se de um período conhecido apenas pelos relatos dos pais e de parentes mais velhos. Apresentar essa fase agitada da nossa história, desde a crise desencadeada pela renúncia de Jânio Quadros até a posse de José Sarney, oferecendo uma visão mais sistematizada e geral da política, da economia e da sociedade, é o objetivo desta obra. 

Esta força estranha: trajetória de uma autora - Ana Maria Machado


Neste livro autobiográfico, Ana Maria Machado descreve, com toda a 'força estranha' da palavra, a trajetória de uma leitora que se tornou autora, oferecendo aos leitores o mesmo presente que recebeu desde a infância - o fascínio das histórias contadas e escritas ontem, hoje e sempre.

Puratig: o remo sagrado e outros contos - Moacyr Scliar entre outros


O mito do guaraná, um dos mais típicos frutos brasileiros, é aqui contado pela voz de um índio do povo Saterê Mawé, conhecido como "povo do guaraná", ao qual se juntam mais sete belíssimas histórias que compõem a tradição ancestral dos índios que ocupam atualmente uma faixa demarcada pela Funai, situada nos Estados do Amazonas e do Pará. Ilustrado por Queila da Glória, pelo próprio autor, especialista em pintura corporal, e pelas crianças Mawé.

O menino no espelho - Fernando Sabino


Nesta obra, o menino Fernando, que vem a ser o próprio autor, vive todas as fantasias de sua infância, através de aventuras mirabolantes. Ensina uma galinha a conversar, aprende a voar com os pássaros, fica invisível, encontra-se com Tarzan e Mandrake, visita o sítio do Pica Pau Amarelo, torna-se agente secreto e campeão de futebol, vive aventuras na selva, enfrenta o valentão da sua escola. E, no menino que vê refletido no espelho, descobre o melhor de si mesmo, a projeção do ideal de pureza que só uma criança pode alcançar - simbolizada na libertação dos passarinhos.

O flautista misterioso e os ratos de Hamelim - Bráulio Tavares


'O flautista misterioso e os ratos de Hamelin' é a versão do paraibano Braulio Tavares para a famosa lenda medieval alemã, também consagrada pelos irmãos Grimm e pelo poeta inglês Robert Browning. Agora narrada em forma de cordel, ela encanta pela leveza que o ritmo dos versos metrificados e as rimas dão a essa história impressionante, que mostra como a corrupção moral de um grupo político é capaz de provocar uma tragédia coletiva. A narrativa tem início quando a pacata cidade de Hamelin, às margens do rio Wesel, é tomada por uma infinidade de ratos. Assustados, os habitantes da cidadezinha tentam encontrar uma solução. Mas o que poderiam fazer? Eis que chega em Hamelin um flautista misterioso e põe fim ao drama da população. Mas por pouco tempo - algo muito pior ainda estava por acontecer. O livro traz ainda dois apêndices - um que explica as origens da lenda; outro - do próprio autor - que analisa a história e as características do cordel. Dessa maneira, crianças, pais, professores e todo tipo de leitor poderão conhecer um pouco mais sobre a tradição oral alemã e sobre este gênero poético tão profundamente enraizado na cultura nordestina e brasileira.

Um pé de milho - Rubem Alves


Neste livro encontram-se crônicas intensamente líricas, inspiradas por um grande amor, joias de humorismo e outras histórias que são pequenos folhetins surrealistas, crônicas de costume e de política, recordações de Paris e Casablanca. Flagrantes da vida.

O barbeiro e o judeu da prestação contra o sargento da motocicleta - Joel Rufino dos Santos


Uma novela de amor, sangue e subversão numa trama diabólica. Um morro do Rio de Janeiro, uma barbearia, um sargento de polícia, um vendedor ambulante de origem judaica, uma mulher negociada por dois homens, um embrulho de jornal misterioso. Esta novela - uma das melhores de Joel Rufino dos Santos - se passa no final da Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O nazismo seria derrotado. A ditadura brasileira do Estado Novo (1937-1945) seria derrotada. Era uma época de esperança na paz mundial. Ninguém sofreria mais por pertencer a raças diferentes, professar religião diferente, sentir ou pensar diferente. A Palestina seria repartida entre judeus e não-judeus. Era uma esperança. Não foi uma realidade. Gente continuou a sofrer pelas mesmas razões de antes. Mas continuou, também, a ter, como sempre, desejo de amar, criar filhos, sonhar com o futuro.

SOCIOLOGIA – 3º ANO – MATUTINO E VESPERTINO


Conteúdos para a Prova de Recuperação Final

  1. Sociologia do Desenvolvimento
  2. Globalização e integração regional
  3. Sociedade e espaço urbano
  4. Gênero e sexualidade
  5. Sociedade e meio ambiente

SOCIOLOGIA – 2º ANO – MATUTINO E VESPERTINO


Conteúdos para a Prova de Recuperação Final

  1. Poder, Política e Estado
  2. Democracia, cidadania e Direitos Humanos
  3. Movimentos Sociais
  4. Trabalho e Sociedade
  5. Estratificação e desigualdades sociais

SOCIOLOGIA – 1º ANO – VESPERTINO


Conteúdos para a Prova de Recuperação Final

  1. Produção de conhecimento: uma característica fundamental das sociedades humanas
  2. A Sociologia e a relação entre o indivíduo e a sociedade
  3. Cultura e Ideologia
  4. Socialização e controle social
  5. Raça, etnia e multiculturalismo

FILOSOFIA – 3º ANO – MATUTINO E VESPERTINO


Conteúdos para a Prova de Recuperação Final

  1. Política: para quê?
  2. Direitos Humanos
  3. A política normativa
  4. A autonomia da política
  5. As teorias socialistas
  6. O liberalismo
  7. Ciência, tecnologia e valores

FILOSOFIA – 2º ANO – MATUTINO E VESPERTINO


Conteúdos para a Prova de Recuperação Final

  1.       O que podemos conhecer?
  2.       Ideologias
  3.       A busca da verdade
  4.       Entre o bem e o mal
  5.       Ninguém nasce moral
  6.       Teorias éticas

FILOSOFIA – 1º ANO – VESPERTINO


Conteúdos para a Prova de Recuperação Final

  1. A experiência filosófica
  2. As origens da Filosofia
  3. Natureza e Cultura
  4. Linguagem e Pensamento
  5. Trabalho, alienação e consumo

Sociologia – 3º Ano – Vespertino – Turmas A - Unidade III – Final – Prova: Ni



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ATIVIDADE AVALIATIVA – UNIDADE III - VESPERTINO

FINAL – 2017 – PROVA NI

Sociologia – 3º Ano – Vespertino – Turmas A - Unidade III – Final – Prova: Mi



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ATIVIDADE AVALIATIVA – UNIDADE III - VESPERTINO

FINAL – 2017 – PROVA MI

Sociologia – 1º Ano – Vespertino – Turmas A e B - Unidade III – Final – Prova: Iota



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ATIVIDADE AVALIATIVA – UNIDADE III - VESPERTINO
FINAL – 2017 – PROVA IOTA


QUESTÃO 05 – Resposta: F, V, V, F

Sociologia – 2º Ano – Vespertino – Turmas A - Unidade III – Final – Prova: Ni



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FINAL – 2017 – PROVA NI

Sociologia – 2º Ano – Vespertino – Turmas A - Unidade III – Final – Prova: Ksi



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ATIVIDADE AVALIATIVA – UNIDADE III - VESPERTINO

FINAL – 2017 – PROVA KSI

Sociologia – 2º Ano – Matutino – Turmas A e B - Unidade III – Final – Prova: Mi



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ATIVIDADE AVALIATIVA – UNIDADE III - MATUTINO

FINAL – 2017 – PROVA MI

Filosofia – 2º Ano – Unidade III – Final – Prova: Capa



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ATIVIDADE AVALIATIVA – UNIDADE III

FINAL – 2017 – PROVA LAMBDA

Filosofia – 1º Ano – Unidade III – Final – Prova: Lambda



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ATIVIDADE AVALIATIVA – UNIDADE III

FINAL – 2017 – PROVA LAMBDA

Filosofia – 3º Ano – Prova Final – Unidade III



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ATIVIDADE AVALIATIVA – FILOSOFIA – UNIDADE III

FINAL – PROVA LAMBDA

A jovem rainha Vitória - 104 min.


Dominada por sua mãe possessiva (Miranda Richardson) desde criança, a jovem Vitória (Emily Blunt) se recusa a conceder a ela a regência nos últimos dias de seu tio, William IV (Jim Broadbent).  O maior interessado em que isto ocorra é John Conroy (Mark Strong), companheiro da mãe de Vitória, que sabe que perderá poder e prestígio tão logo ela alcance a maioridade e assuma a coroa inglesa. Pouco antes de ser coroada, Vitória se aproxima de Albert (Rupert Friend), príncipe da Bélgica, que se afeiçoa a ela. Após ser coroada ela passa a ser cortejada pelo lorde Melbourne (Paul Bettany), primeiro ministro da época. Dividida entre Melbourne e Albert, Vitória se vê diante de uma crise institucional devido à sua interferência nos assuntos políticos do país.

Núcleo: missão ao centro da Terra - 134 min.


Repentinamente a Terra parou de realizar seu movimento de rotação, devido a uma força ainda desconhecida que está agindo sobre o planeta. A paralização traz consequências desastrosas para o planeta, já que proporciona a deterioração do magnetismo da Terra e, consequentemente, também de sua atmosfera. Para tentar descobrir o que está havendo e resolver a crise o geofísico Josh Keyes (Aaron Eckhart) escala uma equipe com alguns dos mais brilhantes cientistas do planeta, que tem por missão ir até o núcleo da Terra para reativar a rotação do planeta.

Super 8 - 110 min.


Joe Lamb (Joel Courtney) perdeu a mãe há pouco tempo, o que fez com que seu relacionamento com o pai (Kyle Chandler), um policial dedicado que não sabe como se comportar com o filho, se deteriorasse. Fã de cinema e estudioso de maquiagem, ele se diverte ao lado dos amigos Charles (Riley Griffiths), Martin (Gabriel Basso) e Cary (Ryan Lee) ao tentar rodar um filme caseiro para participar de uma competição local para jovens cineastas. Joe logo se anima quando Charles convida Alice Dainard (Elle Fanning) para o elenco, já que está a fim dela. O grupo vai de madrugada rodar, às escondidas, uma cena na estação ferroviária local. É quando uma caminhonete se choca com um trem, provocando um descarrilhamento de grandes proporções. Logo o local está cercado pelo exército, que procura algo que estava alojado em um dos vagões. Estranhos desaparecimentos começam a acontecer na pequena cidade de Lillian, primeiro de motores de carro e depois de pessoas.

Trumbo: a lista negra - 124 min


O roteirista Dalton Trumbo (Bryan Cranston) tem uma história singular em Hollywood: apesar de ter escrito algumas das histórias de maior sucesso da época, como A Princesa e o Plebeu (1953), ele se recusou a cooperar com o Comitê de Atividades Antiamericanas do Congresso e acabou preso e proibido de trabalhar. Mesmo quando saiu da prisão, Trumbo demorou anos para vencer o boicote do governo, sofrendo com uma série de problemas envolvendo familiares e amigos próximos.

Onde está segunda? - 124 min.


2073. O aumento crescente da população faz com que os recursos naturais da Terra se tornem cada vez mais escassos, especialmente após a América do Sul tornar-se um imenso deserto. A saída é investir em alimentos geneticamente modificados, de forma a ampliar a produção em um espaço físico cada vez mais limitado. Entretanto, tal iniciativa gera como efeito colateral o nascimento cada vez maior de gêmeos, o que aumenta ainda mais o problema da superpopulação. Neste contexto, Nicolette Cayman (Glenn Close) surge com uma proposta drástica: cada casal pode ter apenas um filho, e os irmãos são confinados em ambiente criogênico para serem despertados quando a situação do planeta estiver sob controle. Todos os países adotam esta proposta, com a criação de uma agência implacável que fiscaliza os cidadãos através de pulseiras eletrônicas. Apesar de tamanha vigilância, Terrence Settman (Willem Dafoe) consegue salvar a vida de suas sete netas fazendo com que elas se revezem nos dias da semana, de forma que todas assumam o codinome Karen Settman - o mesmo nome de sua mãe, que faleceu no parto. Trinta anos depois, as sete irmãs seguem esta rígida rotina até que uma delas, Segunda (Noomi Rapace), misteriosamente não retorna para casa.

Apocalipse - 115 min.


Após um longo tempo, Chloe (Cassi Thomson) decidiu visitar os pais. Ela andava irritava com a mãe, Irene (Lea Thompson), que há cerca de um ano insistia na pregação religiosa a todos à sua volta. Ainda no aeroporto ela encontra por acaso com seu pai, Rayford (Nicolas Cage), um piloto de avião que iria trabalhar bem no dia do aniversário. Não demora muito para que Chloe perceba que ele arquitetou a viagem para ter um encontro com uma das aeromoças, o que a deixa bastante decepcionada. Também no aeroporto ela conhece Buck (Chad Michael Murray), que se interessa por ela mas embarca no voo que será pilotado por Rayford. Durante a viagem, algo repentino acontece em todo o planeta: milhões de pessoas simplesmente desaparecem, sem deixar vestígios. A situação causa um pânico geral.

Tecnologia e tecnocracia


A tecnologia, uma vez constituída globalmente, não se deixa programar li­vremente pelo homem; ela é que o programa compulsivamente, ameaçando es­tender o seu domínio ao próprio curso da história. A tecnologia se transforma em tecnocracia, que não consiste no poder pessoal dos técnicos e sim no poder impessoal da técnica, amoldando totalmente o universo em que vivemos. A dis­seminação da tecnologia nuclear, independente da vontade das grandes potên­cias, dos tratados de não-proliferação atômica, é bem um exemplo do quanto pode o impulso autônomo que dirige a expansão mundial da técnica. Antes que se avalie se é bom ou mau, econômico ou antieconômico, moral ou imoral, oportuno ou inoportuno adquirir o controle da tecnologia nuclear, eis que, um de­pois do outro, os países desenvolvidos ou em desenvolvimento conquistam o domínio do ciclo de enriquecimento do urânio, sem que nada possa ser feito concretamente para impedi-lo. (...)  

Tecnociência


Nas sociedades programadas a tecnociência atravessa de ponta a ponta a vida cotidia­na. O ambiente pós-moderno é povoado pela cibernética, a robótica industrial (no Japão há 150 mil robôs nas indústrias), a biologia molecular, a medicina nuclear, a tecnologia de alimentos, as terapias psicológicas, a climatização, as técnicas de embelezamento, o trânsito computadorizado, junto com o walkman, o videogame, o videocassete, o videodata (TV-computador-telefone), a TV por cabo e os computadores domésticos. Essa revolu­ção se deve ao chip. Com milhares de micro circuitos em 1/2 cm², ele reduziu a computa­ção à escala individual. (Jair Ferreira dos Santos.)  

Razão louca e razão sábia


Os tempos modernos surgiram mar­cados pelo ideal da racionalidade que culminou no Iluminismo do século XVIII. Superando a concepção medie­val, centrada na tradição e na visão re­ligiosa do mundo, a modernidade se toma laica (não-religiosa) e busca na ra­zão a possibilidade da autonomia do homem. O desenvolvimento técnico e científico é a expressão do racionalismo dos tempos modernos.
Mas, quando nos referimos à racio­nalidade da sociedade contemporânea, é bom indagar a respeito de que razão estamos falando. A razão que serve pa­ra o desenvolvimento da técnica é a ra­zão instrumental, bem diferente da razão vital, por meio da qual o homem se tor­na capaz de compreender criticamente a situação em que vive.
Ora, se nunca o homem teve tanto saber nem tanto poder em suas mãos, também é verdade que o acréscimo de saber e de poder não tem sido acom­panhado de sabedoria. O homem con­temporâneo sabe o que fazer e como fa­zer, mas perdeu de vista o para que fazer. 

A tecnocracia


O desenvolvimento acelerado da técnica cria o mito do progresso. Segundo essa crença, tudo tende para o aperfei­çoamento, mediante a atualização de potencialidades que se encontram em estado latente, embrionário. E, se tudo evolui para melhor, o desenvolvimen­to da ciência e da tecnologia faria só ace­lerar esse processo.
A partir de tal concepção, com­preende-se como natural a necessida­de do aumento crescente da produção (ideal de produtividade); para tanto é es­timulada a competitividade (a fim de que cada empresa seja melhor naquilo que produz), bem como a especialização (se­gundo a qual cada vez mais as grandes decisões são deixadas a cargo de espe­cialistas na área). 

Técnica e alienação


Retomemos a história do aprendiz de feiticeiro. Pelo menos duas interpretações podem ser feitas dessa lenda.
A técnica é um poder cujas conse­quências nem sempre aparecem mui­to claramente no início do processo, por isso convém não desprezar a sa­bedoria daqueles que desejam discu­tir sobre os fins a que ela se destina, Isso significa que o técnico não pode ser apenas técnico, mas deve ser capaz de refletir a respeito dos valores que en­volvem a aplicação da técnica. Por exemplo, a industrialização não-planejada transforma o mito do pro­gresso no pesadelo da poluição e do desequilíbrio ecológico.
Outra interpretação possível da ve­lha lenda é que o primeiro sonho do maquinismo foi a libertação do homem das tarefas mais árduas e repetitivas. No entanto, o que temos observado é a ampliação do "batalhão de operários" executando ordens mecanicamente sem que tenha havido significativa redução do tempo de trabalho ou melhoria da qualidade de vida.  

A onda (2015) - 110 min


Localizado na Noruega, o fiorde de Geiranger é um dos pontos turísticos mais espetaculares da região, mas também é um local propício para cataclismas. Após anos no centro de alerta do local, o geólogo Kristian (Kristoffer Joner) sente que alguma coisa não está normal. Os substratos estão mudando. Em plena alta temporada turística, uma onda gigante atinge o local, colocando a montanha abaixo e dando apenas dez minutos para que as pessoas consigam chegar a um terreno elevado.

O homem de aço - 143 min.


Nascido em Krypton, o pequeno Kal-El viveu pouco tempo em seu planeta natal. Percebendo que o planeta estava prestes a entrar em colapso, seu pai (Russell Crowe) o envia ainda bebê em uma nave espacial, rumo ao planeta Terra, e levando com ele importantes informações de seu povo. Contrariado com tal atitude, o General Zod (Michael Shannon) tenta impedir a iniciativa e acaba preso. Já em seu novo lar, a criança foi criada por Jonathan (Kevin Costner) e Martha Kent (Diane Lane), que passaram a chamá-lo de Clark. O tempo passa, seus poderes vão aparecendo e se tornando, de certa forma, um problema, porque isso evidencia que ele não é um ser humano. Já adulto, Clark (Henry Cavill) se vê obrigado a buscar um certo isolamento porque não consegue resistir aos salvamentos das pessoas e sempre precisa sumir do mapa para não criar problemas para seus pais. Mas o terrível Zod conseguiu se libertar e descobriu seu paradeiro. Agora, a humanidade corre perigo e talvez tenha chegado a hora das pessoas conhecerem aqueles que passarão a chama de o Super-Homem.