"Nada se espalha com maior rapidez do que um boato" (Virgílio)

Antropologia Cristã – José Comblin



Petrópolis: Vozes, 1985. 272p. 

Duas Rainhas – [2019] – 124min.

 


Em Duas Rainhas, Mary Stuart (Saoirse Ronan), ainda criança, foi prometida ao filho mais velho do rei Henrique II, Francis, sendo levada para França. Assim que Francis morre, Mary volta para a Escócia, em uma tentativa de derrubar sua prima Elizabeth I (Margot Robbie), a Rainha da Inglaterra.

Liga da Justiça – [2017] – 120 min.

 

Em Liga da Justiça, impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman (Henry Cavill), Bruce Wayne (Ben Affleck) convoca sua nova aliada Diana Prince (Gal Gadot) para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam com agilidade um time de meta-humanos, mas mesmo com a formação da liga de heróis sem precedentes - Batman, Mulher-Maraviha, Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e Flash (Ezra Miller) -, poderá ser tarde demais para salvar o planeta de um catastrófico ataque.

Nuvem (A) – [2021] – 101 min.

 


A Nuvem acompanha Virginie (Suliane Brahim), uma mãe solteira que vive em uma fazenda com os filhos adolescentes Laura (Marie Narbonne) e Gaston (Raphael Romand), criando gafanhotos como fonte de proteína. Com sérios problemas financeiros e preocupações do cotidiano, Virginie ainda precisa resolver as tensões entre os filhos e vizinhos em meio a constantes brigas. Porém, quando descobre que os gafanhotos gostam de sangue, ela decide criar uma nova forma de ganhar dinheiro.

Insubstituível – [2016] – 102 min.

 


Em Insubstituível, todas as pessoas numa área rural podem contar com Jean-Pierre (François Cluzet), o médico que os atende, cura e os tranquiliza diariamente, sete dias por semana, há anos. Com Jean-Pierre doente, Natalie (Marianne Denicourt), recém-formada, chega da cidade para tentar ajudá-lo e enfrenta dois grandes dilemas: conseguir se adaptar a esta nova vida e, principalmente, substituir o homem que a população acredita ser insubstituível.

Menino que Matou Meus Pais (O) – [2021] – 80 min.

 


O Menino que Matou Meus Pais parte da perspectiva de Suzane Von Richthofen (Carla Diaz), que, em 2002, foi acusada junto ao seu namorado, Daniel Cravinhos (Leonardo Bittencourt), de cometer o brutal assassinato de seus pais, Manfred von Richthofen (Leonardo Medeiros) e Marísia von Richthofen (Vera Zimmermann), caso criminal que chocou o país.

Menina que matou os pais (A) – [2021] – 80 min.


A Menina que Matou os Pais se passa em 2002, quando um crime cometido em São Paulo chocou o Brasil. A jovem Suzane von Richthofen (Carla Diaz), junto ao seu namorado Daniel Cravinhos (Leonardo Bittencourt) e seu irmão Cristian (Allan Souza Lima), assassinaram seu pai Manfred von Richthofen (Leonardo Medeiros) e sua mãe Marísia (Vera Zimmerman). Dezoito anos depois, o caso é revisitado em A Menina que Matou os Pais sob o ponto de vista de Daniel, que revela seus motivos para participar do assassinato.

Estranha Perfeita (A) – [2007] – 109 min.

 


Rowena Price (Halle Berry) é uma repórter investigativa, que teve uma amiga assassinada recentemente. Ela descobre que este fato pode estar relacionado a Harrison Hill (Bruce Willis), um poderoso executivo de publicidade. Com a ajuda de Miles Haley (Giovanni Ribisi), Rowena decide se infiltrar disfarçada. Passando-se por Katherine, uma funcionária temporária na agência de Hill, e Veronica, uma garota com quem Hill flerta pela internet, Rowena passa a cercá-lo por todos os lados possíveis. Porém ela logo descobre que não é a única que está trocando de identidade.

Quanto vale? – [2021] – 118 min.


Em Quanto Vale?, Ken Feinberg (Michael Keaton) é um advogado que precisa aprender o verdadeiro significado de empatia quando se depara com uma tarefa quase impossível: determinar como compensar as famílias que sofreram perdas incalculáveis como resultado dos atentados de 11 de setembro de 2001. Baseado em uma história real.

Culpado (O) – [2021] – 90 min.



O filme acompanha o policial Joe Bayler (Jake Gyllenhaal) em um dia tedioso na central de chamadas de emergência 911. Bayler foi punido e rebaixado, por isso vive sempre rabugento. Um dia em questão, após ficar atendendo chamadas de emergência enquanto acontece um incêndio florestal que vai se aproximando da cidade de Los Angeles, Califórnia, EUA, ele recebe uma chamada inusitada. A princípio uma mulher (Riley Keough) parece estar chamando seu filho, mas na verdade está discretamente reportando seu próprio sequestro. Tentando encaixar cada detalhe vago que ela dá, Bayley precisa colocar a cabeça para funcionar para garantir sua segurança, jogando todas as suas habilidades e intuição, mas a partir que o crime começa a se revelar, mostrando sua verdadeira natureza, o psicológico do policial começa a se enfraquecer, mas precisa se forçar para se reconciliar com demônios do passado.

Relações Igreja-Estado no Brasil. Vol. 6: durante o governo do General Geisel (1978-1979) – VV.AA.



São Paulo: Loyola, 1987. 198p.

Relações Igreja-Estado no Brasil. Vol. 5: durante o governo do General Geisel (1977) – VV.AA.



São Paulo: Loyola, 1987. 255p.

Relações Igreja-Estado no Brasil. Vol. 4: durante o governo do General Geisel (1974-1976) – VV.AA.



São Paulo: Loyola, 1987. 311p.

Relações Igreja-Estado no Brasil. Vol. 3: durante o governo do General Médici (1970-1974) – VV.AA.



São Paulo: Loyola, 1987. 222p.

Relações Igreja-Estado no Brasil. Vol. 2: durante o governo do Marechal Costa e Silva (1967-1970) – VV.AA.



São Paulo: Loyola, 1986. 167p.

Relações Igreja-Estado no Brasil. Vol. 1: durante o governo do Marechal Castelo Branco (1964-1967) – VV.AA.




São Paulo: Loyola, 1986. 95p.

Curso Básico de História da Igreja – Roland Frohlich



São Paulo: Paulinas, 1987. 174p.

Igreja Católica no Brasil: um estudo de mentalidade ideológica – José Carlos Souza Araújo



São Paulo: Paulinas, 1996. 114p.

Igreja no Brasil (A). Vol. IV: galicanismo imperial (1822-1889) – Arlindo Rubert



Santa Maria (RS): Pallotti, 1993. 271p. 

Temas de História Eclesiástica do Brasil – Heliodoro Pires



São Paulo: s/ed., 1946. 518p.