"Nada se espalha com maior rapidez do que um boato" (Virgílio)

MARCAS DO SILÊNCIO – [1996] – 97min.

 


Uma história de paixão e violência baseada em fatos reais. A vida de Anney parece destinada a dar errado. Grávida e solteira, ela decide ter sua filha. Por sorte, aparece Lyle, que está decidido a criar a pequena Boné, recém-nascida. Ela tem outra filha de Lyle e sua vida parece se acertar. O destino, no entanto, reserva uma tragédia – Lyle morre em um acidente. Não tarda a aparecer outro pretendente, Glen. Desde o inicio ele se mostra hostil. A relação piora quando Anney engravida e em seguida perde o filho. Ele começa, então, a descontar sua raiva em Boné. Anney se vê dividida entre o amor pela filha e o marido. 

LUTERO – [2003] – 112 min.

 


Após quase ser atingido por um raio, Martim Lutero (Joseph Fiennes) acredita ter recebido um chamado. Ele se junta ao monastério, mas logo fica atormentado com as práticas adotadas pela Igreja Católica na época. Após pregar em uma igreja suas 95 teses, Lutero passa a ser perseguido. Pressionado para que se redima publicamente, Lutero se recusa a negar suas teses e desafia a Igreja Católica a provar que elas estejam erradas e contradigam o que prega a Bíblia. Excomungado, Lutero foge e inicia sua batalha para mostrar que seus ideais estão corretos e que eles permitem o acesso de todas as pessoas a Deus. 

HAMLET – [1990] – 134 min.



Com a morte do pai, Hamlet (Mel Gibson) retorna às pressas ao seu país natal, para descobrir perplexo que a mãe mal terminou o funeral, já se casou com seu tio. Hamlet tenta assimilar a situação, mas logo o fantasma do pai surge e comprova a suspeita: o tio e a mãe armaram uma conspiração para acabar com o rei. Hamlet passa então a ser atormentado pela decisão de vingar a morte do pai ou ter uma atitude passiva em relação ao fato.

HAMBURGER HILL – [1987] – 110 min.




Vietnã, 1969. Montanha 937. 10 dias de combate. 70 % de perda dos soldados americanos na frente de batalha. Esses são os fatos – esta é a história. Os homens da Companhia Bravo foram mandados para o front para dominar uma colina e foram caindo pelo caminho até formar uma montanha de corpos. O diretor John Itvin (Jogo Bruto) impressionado com o relato quis recriá-lo com a dimensão que o fato merecia. O filme aborda a desintegração individual e os horrores psicológicos provocados pela guerra em um grupo americano diverso: há o rebelde, o romântico, o racista. Mas na hora de defender a vida, todos acabam muito parecidos. Para contar essa magnífica história – que alguns críticos consideram o relato mais realista que já fizeram do conflito no Vietnã – Irvin contou com a participação de alguns atores novatos (Don Cheadle, Dylan McDermott), nomes que se consagrariam em Hollywood a seguir.

Inseparáveis – [2017] – 108 min.



Um rico empresário se tornou tetraplégico devido a um acidente e está procurando por um novo assistente terapêutico. Apesar de conhecer pessoas muito qualificadas, ele decide contratar o assistente de seu jardineiro, ainda que as pessoas mais próximas a ele desaprovem sua escolha. Incrivelmente, uma amizade entre os dois começa a brotar.

Terapia de prazer – [1997] – 103 min.



O recém-casado Joseph (Craig Sheffer) ama imensamente Maria (Sheryl Lee), sua mulher, mas fica chocado quando em uma sessão conjunta de terapia ela confessa que sempre fingiu os orgasmos. Ele fica mais transtornado ainda ao descobrir acidentalmente que ela frequenta a clínica de um médico, Baltazar Vincenza (Terence Stamp), que tem sexo com as pacientes como parte da terapia. Ele procura o consultório do terapeuta e o ameaça, dizendo para ele ficar longe de Maria, mas logo muda de comportamento e pede que Baltazar o oriente a ajudar Maria. O que ninguém sabe é que ela esconde um traumático segredo.

Castelo de Vidro – [2017] – 128 min.



Em O Castelo de Vidro, a jovem Jeannette (Brie Larson) reflete sobre sua educação não convencional nas mãos de seus pais artísticos e inconformistas, que às vezes resultavam na pobreza da família disfuncional. Agora noiva de um homem que trabalha com finanças em Nova York, ela enfrenta duras críticas de seus pais por ter traído supostos valores. Baseado no livro "Castelo de Vidro", da jornalista Jeanette Walls, a trama retrata a infância da escritora, criada com os irmãos no seio de uma família desequilibrada, bastante pobre e nômade, com uma mãe que é uma artista excêntrica e um pai alcoólatra.

Sai de Baixo – o filme – [2019] – 103 min.



Caco Antibes (Miguel Falabella) acaba de sair da prisão e está de volta ao apartamento do Largo do Arouche, agora prestes a ser vendido. Com isso, Magda (Marisa Orth), Cassandra (Aracy Balabanian) e Caquinho (Rafael Canedo) estão vivendo no apertado apartamento de Ribamar (Tom Cavalcante), no mesmo prédio. A situação muda quando tanto Caco quanto Caquinho se envolvem no transporte de pedras preciosas, o que pode deixá-los ricos ou enviá-los para a cadeia.

Jeremias (O) – [2018] – 97 min.



Jeremias (Martín Castro) é uma criança de 8 anos extremamente inteligente. Quando descobre que é um gênio, com um Q.I. acima do normal, ele luta para ser bem sucedido, apesar da ignorância e pobreza da sua família, cujo pai tenta lucrar com a genialidade do filho. Aos 8 anos, ele precisa antecipar uma das mais difíceis questões da vida e desvendar o que deseja ser quando crescer.

Guardiões (Os) – [2017] – 89 min.



Em plena Guerra Fria, uma organização secreta chamada "Patriota" recrutou um grupo de super-heróis russos, modificando o DNA de quatro indivíduos, com o objetivo de defender o país de ameaças sobrenaturais. Arsus, Khan, Ler e Xenia representam os diferentes povos que compõem a União Soviética, e mantêm suas identidades bem guardadas para, também, não expor aqueles que têm a missão de proteger.

Mentes Sombrias – [2018] – 104 min.

 


Em um mundo apocalíptico, onde uma pandemia mata a maioria das crianças e adolescentes da América, alguns sobreviventes desenvolvem poderes sobrenaturais. Eles então são tirados pelo governo de suas famílias e enviados para campos de custódia. Entre elas está Ruby (Amandla Stenberg), que precisa se esconder entre as crianças sobreviventes devido ao poder que possui.

Deusas Gregas


NOME GREGO
NOME ROMANO
PAPEL NA MITOLOGIA

 


Afrodite
Vênus
Deusa da beleza, do amor e do desejo sexual (na mitologia romana, deusa dos campos e jardins)
Anfritite

Deusa do mar

Ártemis
Diana
Deusa da caça (mitologia greco romana posterior: deusa da Lua); Tida como virgem e defensora da pureza, era também protetora das parturientes e estava ligada a ritos de fecundidade; embora fosse em essência uma deusa caçadora, encarnava as forças da natureza e tutelava as ninfas, os animais selvagens e o mundo vegetal.
Atena
Minerva
Deusa das artes e ofícios, e da guerra; auxiliadora dos heróis (mitologia greco romana posterior: deusa da razão e da sabedoria); Era o símbolo da inteligência, da guerra justa, da casta mocidade e das artes domésticas e uma das divindades mais veneradas.
Démeter
Ceres
Deusa da colheita e dos cereais
Destinos

As três deusas que determinavam a vida humana e suas ligações, também conhecidas como "Moiras". As Moiras repartiam para cada pessoa, no momento de seu nascimento, uma parcela do bem e do mau, embora uma pessoa pudesse acrescer o mau em sua vida por si própria; Retratadas na arte e na poesia tanto como mulheres velhas e severas quanto virgens sombrias, as deusas eram freqüentemente vistas como fiadeiras.
Cloto - a fiadeira principal, tecia o fio da vida;
Láquesis - a distribuidora de quinhões, decidia a quantidade e designava o destino de cada pessoa; e
Átropos - a implacável, carregava o poder de cortar o fio da vida no tempo designado. As decisões das Moiras não podiam ser alteradas, nem mesmo pelos deuses.

Erínias

Também conhecidas como Fúrias, eram as três divindades que administravam a vingança divina, sendo elas:
Tisífona (a vingança contra os assassinos);
Megera (o ciúme) e
Alecto (a raiva contínua).
Eram justas, mas sem piedade e jamais analisavam as circunstâncias que levaram a pessoa a cometer o erro.

Eumênides

Antigos espíritos da terra ou deusas associados à fertilidade, mas também tendo certas funções sociais e morais. Protetoras dos suplicantes.

Géia, Gaia ou Gê
Terra
Mãe Terra; O nome Géia, Gaia ou Gê, é utilizado como prefixo para designar as diversas ciências relacionadas com o estudo do planeta; A deusa foi também a propiciadora dos sonhos e a protetora da fecundidade. Gaia é a personificação da Terra.
Graças ou Cárites

As três deusas da alegria, charme e beleza. Chamavam-se: Aglaia (o Esplendor); Eufrosina (a Alegria) e Tália (a Floração). As Graças presidiam sobre os banquetes, danças e todos os outros eventos sociais agradáveis, trazendo alegria e boa vontade tanto para os deuses quanto para os mortais.

Hebe

Deusa da juventude. Durante muito tempo Hebe foi a copeira dos deuses.

Hécate

Deusa da escuridão representava seus terrores. Em noites sem luar acreditava-se que ela vagava pela terra com uma matilha de uivantes lobos fantasmas; Era a deusa da feitiçaria e era especialmente adorada por mágicos e feiticeiras que sacrificavam cães e cordeiros negros a ela; Como deusa da encruzilhada, acreditava-se que Hécate e seu bando de cães assombravam lugares fúnebres que pareciam sinistros aos viajantes.

Hera

Juno

Deusa do matrimônio e da fertilidade; protetora das mulheres casadas; rainha dos deuses
Héstia
Vesta
Guardiã do lar

Íris

Como mensageira de Zeus e de sua esposa Hera, Íris deixava o Olimpo apenas para transmitir os ordenamentos divinos à raça humana, por quem ela era considerada como uma conselheira e guia; Viajava com a velocidade do vento, podia ir de um canto do mundo ao outro, ao fundo do mar ou às profundezas do mundo subterrâneo; Era representada como uma linda virgem com asas e mantos de cores brilhantes e um aro de luz em sua cabeça, deixando no céu o arco-íris como seu rastro. Para os gregos, a ligação entre os homens e os deuses é simbolizada pelo arco-íris.

Musas

Nove deusas e todas filhas de Zeus e de Mnemósina, a deusa da memória. As Musas presidiam as artes e as ciências e acreditava-se que inspiravam todos os artistas, especialmente poetas, filósofos e músicos.
Calíope era a musa da poesia épica; Clio da história;  Euterpe da poesia lírica; Melpômene da tragédia; Terpsícore das canções de coral e da dança; Erato da poesia romântica; Polímnia da poesia sagrada; Urânia da astronomia e Tália da comédia.

Nêmesis

Entre os antigos gregos, Nêmesis foi a deusa da equanimidade e, mais tarde, a personificação da desaprovação dos deuses à arrogância. Seu nome se inspira no grego némein, "repartir segundo o costume ou a conveniência"; A missão de Nêmesis era punir os faltosos e impor a execução de normas que restabelecessem o equilíbrio entre os homens.

Nikê

Deusa da vitória. É representada carregando uma grinalda ou palma da vitória.

Perséfone

Deusa da terra e da agricultura. Era uma personificação do renascimento da natureza na primavera.

Réia
Cibele
Esposa de Crono/Saturno; Deusa mãe

Selene

Deusa da Lua. Era uma linda deusa, de braços brancos, com longas asas, que percorria o céu sobre um carro para levar aos homens a sua plácida luz.

Deuses Gregos



NOME GREGO
NOME ROMANO
PAPEL NA MITOLOGIA
Anteros

 

Símbolo do amor desgraçado, da resistência ao amor, da vingança ao amor não correspondido ou ao desamor.
Apolo
Febo
Deus da profecia, da medicina e da arte do arco e flecha (mitologia greco romana posterior: deus do Sol); Na lenda de Homero ele era considerado, principalmente, como o deus da profecia. Apolo era músico e encantava os deuses com seu desempenho com a lira. Era também um arqueiro-mestre e excelente corredor, sendo creditada a ele a primeira vitória nos Jogos Olímpicos. Era também o deus da agricultura, do gado, da luz e da verdade. Ensinou aos humanos a arte da cura. Talvez por causa de sua beleza, Apolo era representado com mais freqüência na arte antiga que qualquer outra divindade
Ares
Marte
Deus da guerra; sanguinário e agressivo, personificava a natureza brutal da guerra. Embora Ares fosse guerreiro e feroz, não era invencível, mesmo contra os mortais.
Aristeu

 

Era adorado como o protetor dos caçadores, pastores e rebanhos, e como o inventor da apicultura e da arte de cultivar azeitonas. Era largamente venerado como um deus beneficente e freqüentemente era representado como um pastor juvenil carregando um cordeiro.
Asclépio
Esculápio
Deus da medicina com o poder de curar os enfermos. Era também patrono dos médicos e era representado como um homem barbudo, de olhar sereno, com o ombro direito descoberto e o braço esquerdo apoiado em um bastão, o caduceu, em volta do qual se enroscam duas serpentes, e que se transformou no símbolo da medicina.
Crono
Saturno
Deus do céu; soberano dos Titãs (mitologia romana: deus da agricultura)
Dionísio
Baco
Deus do vinho e da vegetação que mostrou aos mortais como cultivar as videiras e fazer vinho.
Eros
Cupido
Deus do amor e do desejo; Eros é descrito como o mais belo dos imortais, capaz de subjugar corações e triunfar sobre o bom senso.
Hades
Plutão
Deus dos mundos subterrâneos; Deus e senhor dos mortos. Em algum lugar na escuridão do mundo subterrâneo estava localizado o palácio de Hades. Era representado como um lugar fúnebre, escuro e repleto de portões, repleto de convidados do deus e colocado no meio de campos sombrios, uma paisagem assombrosa. Em lendas posteriores o mundo inferior é descrito como o lugar onde os bons são recompensados e os maus são punidos.

Hefesto
Vulcano
Deus do fogo; ferreiro dos deuses; tornou-se o ferreiro divino e instalou suas forjas no centro dos vulcões. Patrono dos ferreiros e dos artesãos em geral, é responsável, segundo a lenda, pela difusão da arte de usar o fogo e da metalurgia

Hélio

Era a representação divina do Sol. Na Grécia clássica, Hélio foi cultuado em Corinto e, sobretudo em Rodes, ilha que lhe pertencia e onde era considerado o deus principal, honrado anualmente com uma grande festa.

Hermes
Mercúrio
Mensageiro dos deuses; protetor dos viajantes, ladrões e mercadores; tinha sandálias com asas, um chapéu alado e um caduceu dourado, ou vara mágica, entrelaçado por cobras e coroado com asas. Hermes era também o deus do comércio e o protetor dos comerciantes e dos rebanhos. Como a divindade dos atletas, ele protegia os ginásios e estádios e atribuía-se a ele a responsabilidade pela fortuna e a riqueza.

Himeneu

Deus do casamento. Personificação dos cantos nupciais.

Hipnos
Sonho
Deus do sonho

Hipnos

Deus do sono

Morfeu

Deus dos sonhos. Morfeu formava os sonhos que vinham para aqueles que adormeciam. Ele também representava seres humanos em sonhos.

Nereu

Deus do mar.

Pã ou Pan

Nome que em grego significa "tudo", assumiu de certa forma o caráter de símbolo do mundo pagão e nele era adorada toda a natureza. Na mitologia grega, Pã era o deus dos caçadores, dos pastores e dos rebanhos. Representado por uma figura humana com orelhas, chifres, cauda e pernas de bode, trazia sempre uma flauta, a "flauta de Pã", que ele mesmo fizera.

Posêidon
Netuno
Deus dos mares e dos terremotos; normalmente é representado como uma figura majestosa e barbada segurando um tridente, e freqüentemente acompanhado por um golfinho

Príapo

Deus da fertilidade, protetor dos jardins e dos rebanhos.

Urano
Urano
Deus dos céus; pai dos Titãs; Personificação do céu é o deus do firmamento. Na mitologia clássica não havia culto a Urano

Zeus
Júpiter
Soberano dos deuses olímpicos. O deus supremo do mundo, o deus por excelência. Presidia aos fenômenos atmosféricos, recolhia e dispersava as nuvens, comandava as tempestades, criava os relâmpagos e o trovão e lançava a chuva com sua poderosa mão direita, à sua vontade, o raio destruidor; por outro lado mandava chuva benéfica para fecundar a terra e amadurecer os frutos. Chamado de o pai dos deuses, por que tinha autoridade sobre todos os deuses, dos quais era o chefe reconhecido por todos. Tinha o supremo governo do mundo e zelava pela ordem e a harmonia que reinava nas coisas.