"Nada se espalha com maior rapidez do que um boato" (Virgílio)

Estado e Economia na Primeira República (Parte 02/02)

A República Oligárquica (Parte 01/02)


Como a República introduziu novos costumes políticos no Brasil. A distribuição de cargos e de verbas públicas já servia para troca de interesses entre o Executivo e o Legislativo.

A República Oligárquica (Parte 02/02)

Conquista e colonização da América - Resumo (Parte 06/06)


A colonização francesa na América

No século XVII, quando era ministro da França o cardeal Richeljeu, Samuel Champlain fundou a Companhia da Nova França e liderou uma expedição colonizadora. Dessa expedição resultou a fundação da cidade de Québec. No final desse século, Robert Cavélier de La Saíle, ainda procurando uma passagem para o Pacifico, adentrou o rio Mississippi, percorrendo-o até o golfo do México. Tomou posse da região, denominando-a de Louisiana. Ainda no século XVII, os franceses estabeleceram-se na América Central. Conquistaram as ilhas de São Domingos, Martinica, Guadalupe e Dominica, nas quais introduziram a pecuária e, posteriormente, a plantação de cana-de-açúcar.
Na América do Sul, além das tentativas de fundação, no Brasil, da França Antártica (1555-1567) e da França Equinocial (1610-1614), os franceses dominaram a Guiana e fundaram a cidade de Caiena.
Se o século XVII representou o auge das conquistas francesas, o século XVIII significou a decadência do império colonial francês na América. Com a derrota na Guerra dos Sete Anos, com a Inglaterra, a França perdeu o Canadá e renunciou à posse dos territórios situados às margens do Mississippi.

Conquista e colonização da América – Resumo (Parte 05/06)


A colonização da América inglesa

No século XVII, as guerras político-religiosas na Inglaterra provocaram o êxodo de parte da população, que, em busca de abrigo e paz, dirigiu-se para a América com o objetivo de se estabelecer, provocando um povoamento efetivo.
As possessões inglesas na América do Norte estavam distribuídas em 13 colônias. Desde o período colonial, os Estados Unidos tiveram uma diversificação na forma econômica de ocupação. O Norte e a parte da região central, pobres em terrenos agrícolas e com uma estreita planície costeira, que dificultava a exploração e impedia a aquisição de vastas extensões de terras, dedicaram-se mais ao comércio e à manufatura do que à agricultura. Multiplicaram-se as pequenas e médias explorações agrícolas, o comércio, o artesanato, as indústrias de pesca e a construção naval. Desenvolveu-se a vida urbana e formou-se uma aristocracia comercial.
Já as colônias do Sul apresentavam terras férteis e clima ameno, condições favoráveis ao desenvolvimento de uma intensa atividade agrícola. Proliferaram as grandes fazendas, principalmente de algodão. Formou-se uma poderosa aristocracia agrária e o trabalho sustentava-se na mão-de-obra escrava negra. A empresa agrocomercial do Sul proporcionava altos lucros para a metrópole.

Conquista e colonização da América – Resumo (Parte 04/06)

Celebração da Primeira Missa em território brasileiro

A colonização da América portuguesa

Após um período de trinta anos, durante o qual o Brasil ficou praticamente abandonado, Portugal iniciou a colonização.
A primeira atividade econômica desenvolvida no Brasil foi a exploração de pau-brasil, madeira da qual se extraia uma tinta de cor vermelha usada no tingimento de tecidos. A partir de 1532, houve o desenvolvimento da economia açucareira. As lavouras de cana, iniciadas na capitania de São Vicente, conseguiram condições favoráveis para o seu desenvolvimento na Região Nordeste. A economia açucareira sustentou a colônia nos séculos XVI e XVII. Essa economia desenvolveu-se com o trabalho dos escravos negros, trazidos por traficantes portugueses, com o apoio de Portugal, que conseguia bom lucro com o tráfico.
No século XVIII, a economia brasileira baseou-se na exploração de minérios nas regiões de Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás. Mais uma vez, a mão-de-obra usada foi a do escravo negro. A mineração levou ao desenvolvimento do comércio interno e a capital foi mudada para o Rio de Janeiro. Paralelamente a esses dois produtos, desenvolveu-se uma economia de subsistência, com a plantação de produtos para consumo local, e a criação de gado.

Conquista e colonização da América - Resumo (Parte 03/06)


A economia e a sociedade na América espanhola

A economia da América Espanhola caracterizou-se pela exploração de metais preciosos — ouro e prata -, principalmente no México, onde os astecas já desenvolviam essa atividade.
A exploração de prata foi maior do que a de ouro e teve como mais importantes centros o vice-reino do México e as minas de Potosí, situadas no território da atual Bolívia. O regime empregado era o do monopólio real, aplicado por meio de impostos, como o quinto.
O ouro e a prata eram levados à Europa por galeões pertencentes à Coroa. Além dos metais preciosos, a América Espanhola também enviava para a Europa produtos agrícolas, como o milho, o açúcar e o tabaco, cultivados em algumas regiões. A metrópole controlava o comércio colonial.
Com o declínio da mineração, no século XVIII, a agricultura e a pecuária passaram a ser atividades econômicas significativas. A mão-de-obra do escravo negro foi utilizada, sobretudo na atividade agrícola.
Na sociedade colonial espanhola, a divisão social apresentava rígidas camadas, e a mobilidade era praticamente inexistente. Eram elas:
chapetones - brancos nascidos na Espanha e que ocupavam altos cargos civis e eclesiásticos;
criolos - filhos dos espanhóis nascidos na América. Eram grandes proprietários de terras e minas, comerciantes, grandes pecuaristas e profissionais liberais;
mestiços - resultantes da miscigenação entre brancos e negros, e brancos e índios. Eram mascates, servidores domésticos e trabalhadores assalariados;
índios e negros escravos - a camada inferior, considerada apenas como força de trabalho.

Conquista e colonização da América - Resumo (Parte 02/06)


A colonização da América Espanhola

Ao iniciar a colonização, o governo espanhol montou uma estrutura de governo para administrar suas possessões. Foram criados:
• a Casa de Contratação, em 1503, para supervisionar as relações marítimas e comerciais entre a América e a metrópole. Exercia, no setor comercial, a função de Corte de Justiça;
• o Real Supremo Conselho das Índias, em 1511, responsável pela administração geral da colônia, como a preparação das leis e dos decretos.
A extensão territorial da colônia espanhola na América levou a uma divisão administrativa. Foram criados quatro vice-reinos e quatro capitanias-gerais.
Os quatro vice-reinos eram: Nova Espanha, Nova Granada, Peru e Prata; as quatro capitanias-gerais eram: Guatemala, Cuba, Venezuela e Chile.
Os vice-reinos e as capitanias-gerais eram governados, respectivamente, por vice-reis e capitães-gerais, nomeados pelo Conselho das Índias.
A Igreja Católica teve papel significativo na colonização espanhola da América. Os padres jesuítas eram responsáveis pela conversão dos indígenas ao cristianismo. Exerciam sobre eles uma vigilância muito grande, obrigando-os a viver em aldeias (missões) e forçando-os a trabalhar a terra. A Igreja auxiliava o rei a manter sua autoridade sobre a população espanhola por meio dos Tribunais de Inquisição, instalados no México e no Peru.

Conquista e colonização da América - Resumo (Parte 01/06)


O processo de conquista e colonização da América pelos europeus provocou significativa devastação ambiental e morte das populações nativas.
O objetivo dos conquistadores espanhóis, portugueses, ingleses e franceses era explorar as suas colônias e proporcionar o maior lucro possível para as metrópoles. Em função disso, apropriaram-se das terras, escravizaram, mataram, destruíram. Duas grandes civilizações da América pré-colombiana, asteca e inca, foram dominadas pelos espanhóis. O fabuloso Império Asteca foi conquistado por Hernán Cortês. O responsável pela conquista do Peru foi Francisco Pizarro.
No inicio do século XVI, Portugal e Espanha e, um pouco mais tarde, a Inglaterra, a França e a Holanda promoveram a colonização das terras que haviam conquistado na América.
A colonização implantada estava ligada à expansão marítima e comercial da Europa, ao fortalecimento das monarquias absolutistas e à política econômica do mercantilismo.
O monopólio do comércio colonial garantia à metrópole a aquisição de todos os produtos coloniais a um preço mínimo, porém suficiente para estimular a produção. As colônias eram também um centro consumidor dos produtos metropolitanos.
Tanto a Espanha como Portugal foram levados a colonizar suas possessões americanas devido às pressões políticas de alguns países europeus, particularmente França e Inglaterra. Esses países só respeitavam as terras efetivamente ocupadas, e não aquelas garantidas pelo Tratado de Tordesilhas.

Djavan - Oceano

Adoniran Barbosa e Elis Regina 1978 (completo)


Encontro de Adoniran Barbosa e Elis Regina.
Músicas: "Iracema", "Um samba no Bexiga" e "Saudosa Maloca".

Bar da Carmela - Bairro do Bexiga - São Paulo - 1978

O livro de Eli - 118 min


Um guerreiro não por opção, mas por necessidade, Eli (Denzel Washington) só quer viver em paz, porém, se desafiado, ele destroçará seus agressores antes que eles se deem conta do seu erro fatal. Não é sua própria vida que ele guarda tão ferozmente, e sim a sua esperança de um futuro para a humanidade; uma esperança que ele nutre e protege há 30 anos e que está determinado a concretizar. Movido pelo seu compromisso e guiado pela crença em algo muito maior do que ele, Eli faz o que é preciso para sobreviver — e seguir adiante.

O livro de Eli - Trailer

Platão


Um dos filósofos que mais influenciaram a cultura ocidental, Platão, cujo nome verdadeiro era Aristócles, nasceu de uma família rica, envolvida com políticos. Muitos estudiosos de sua obra dizem que o grego ficou conhecido como Platão por causa do seu vigor físico e ombros largos ("platos" significa largueza). A excelência na forma física era muito apreciada na Grécia antiga e os seus "diálogos" estão repletos de referências às competições esportivas.

Ainda na juventude, tornou-se discípulo de Sócrates, com quem conviveu durante oito anos, iniciando-se na filosofia. Depois de acompanhar todo o processo que condenou o seu mestre (Sócrates, acusado de corromper a juventude e de não acreditar nos "deuses", foi obrigado a beber o veneno cicuta, que o levaria à morte), Platão, desiludido com a democracia ateniense, viaja para outras cidades da Grécia, Egito e sul da Itália, e começa a escrever.

Platão teve uma educação semelhante à dos jovens aristocratas da sua época, recebendo aulas de retórica, música, matemática e ginástica. Em 387 AC, funda em Atenas uma escola chamada Academia, com uma exigência, escrita na fachada: "Que aqui não entre quem não for geômetra". Em pouco tempo, esta escola tornou-se um dos maiores centros culturais da Grécia, tendo recebido políticos e filósofos como Aristóteles, Demóstenes, Eudoxo de Cnido e Esquines, entre outros.

A sua obra conta com 28 diálogos (alguns historiadores dizem que foram 30) basicamente centrados em Sócrates, onde procura definir noções como a mentira (Hípias menor), o dever (Críton), a natureza humana (Alcibíades), a sabedoria (Cármides), a coragem (Laques), a amizade (Lísis), a piedade (Eutífron) e a retórica (Górgias, Protágoras).

Entre 387 e 361 AC, escreveu Menexeno, Ménon (sobre a virtude), Eutidemo (sobre a erística), Crátilo (sobre a justeza dos nomes), O banquete (sobre o amor), Fédon, a república (sobre a justiça), Fedro, Teeteto (sobre a ciência) e Parmênides. Os diálogos da maturidade são O sofista (sobre o ser), O político, Timeu (sobre a natureza), Crítias (sobre Atlântida), Filebo (sobre o prazer) e As leis. O filósofo também deixou algumas cartas.

Pela tradição familiar, o seu destino deveria ser a política. Mas, a experiência dos políticos que governaram Atenas por imposição de Esparta (404 a.C/403 a.C), entre os quais estavam dois de seus tios, fez Platão afastar-se dessa forma de política. De acordo com o filósofo, uma cidade-modelo deveria distribuir os seus habitantes em três segmentos: os sábios deveriam pertencem à ordem dos governantes, os corajosos, que deveriam zelar pela segurança, à ordem dos guardiões, e os demais, responsáveis pela agricultura e comércio, fariam parte da ordem dos produtores.

O filósofo também não concordava que os políticos mais votados assumissem os principais cargos em uma cidade ou país. Para Platão, nem sempre o mais votado era o mais bem preparado. Dentro deste contexto, era necessário criar uma alternativa para impedir que a corrupção e a incompetência tomassem conta do poder público.

A forma dos escritos platônicos é o diálogo, transição espontânea entre o ensinamento oral e fragmentário de Sócrates e o método estritamente didático de Aristóteles. No fundador da Academia, o mito e a poesia confundem-se muitas vezes com os elementos puramente racionais do sistema. A atividade literária do filósofo grego compreende mais de cinqüenta anos da sua vida: desde a morte de Sócrates até a sua morte.

Fonte: Portal Netsaber

Sócrates


Primeiro dos grandes filósofos gregos da antiguidade, Sócrates estabeleceu um sistema de idéias sobre o relacionamento do homem com o mundo narutal que tem influenciado o pensamento intelectual e espiritual do Ocidente por mais de 2 mil anos.

Nascido em Atenas, Sócrates (cerca de 470 a.C. – 399 a.C.) serviu como hoplita (soldado da infantaria com armas pesadas) em três importantes campanhas durante a Guerra do Peloponeso, entre Atenas e Esparta.

Trabalhou por um tempo como escultor antes de se tornar filósofo. Embora não chamasse a si mesmo de professor, as pessoas se juntavam à sua volta para discutir idéias. O que surgiu de sua prática não-oficial é conhecido até hoje como o ”método socrático”, em que um professor e seus alunos analisam e examinam uma idéia sob todos os ângulos possíveis em busca da verdade. Numa situação ideal, o professor socrático não pressupõe que sua sabedoria é maior que a dos alunos; todos se engajam em um esforço colaborativo para chegar à verdade.

Sócrates acreditava que os seres humanos existiam por um motivo e que o certo e o errado tinham um papel crucial na definição dos relacionamentos de uma pessoa no mundo. Também enfatizou que a virtude decorria do autoconhecimento. Sentia que as pessoas eram basicamente honestas e que o mal era uma tentativa mal-direcionada de melhorar a própria condição.

Muitos dos alunos de Sócrates se distinguiram na filosofia e ciência. Euclides, Antístenes, Aristipo e o grande filósofo Platão se iniciaram intelectualmente na ”escola” não-oficial de Sócrates, que geralmente acontecia no mercado ao ar livre de Atenas. Nenhum dos escritos de Sócrates chegou até nós. Portanto, muito do que sabemos sobre seus pensamentos vem dos escritos de Platão e do soldado ateniense Xenofonte.

A crença de Sócrates em uma força única e unificada por trás do mundo natural contradizia a fé grega em um panteão de deuses. Em 399 a.C., essa contradição o levou à prisão e ao julgamento sob a acusação de corromper a juventude de Atenas. Sócrates se recusou a fazer uma defesa direta para a sua conduta. Alegou, ao invés disso, que sua voz interior sempre o guiava na busca pela verdade. Como então, poderia ele questionar sua própria motivação ?

Sócrates foi considerado culpado e condenado à morte. Platão e seus outros discípulos o visitaram na prisão e insistiram para que ele repudiasse seus pontos de vista. Sócrates respondeu que tinha sido condenado pela lei ateniense, que acreditava ser o sistema mais justo e humano do mundo. Ele não iria se retratar, nem fugir da cidade.

Em vez disso, Sócrates escolheu beber chá de cicuta, causando sua própria morte. Tornou-se fonte de admiração para muitos atenienses e sua fama se espalhou por todo o mundo antigo. Hoje, é reverenciado por sua busca incansável pela verdade e por sua crença inabalável na lei.

Fonte: Portal A História

Aristóteles


Nasceu em Estagira, na península macedônica da Calcídica (por isso é também chamado de o Estagirita). Era filho de Nicômaco, amigo e médico pessoal do rei Amintas 2º, pai de Filipe e avô de Alexandre, o Grande.

Aos 16 ou 17 anos, Aristóteles mudou-se para Atenas, então o centro intelectual e artístico da Grécia, e estudou na Academia de Platão até a morte do mestre, no ano 347 a.C.

Depois disso, passou algum tempo em Assos, no litoral da Ásia Menor (atual Turquia), onde casou-se com Pítias, a sobrinha do tirano local. Sendo este assassinado, o filósofo fugiu para Mitilene, na ilha de Lesbos. Foi depois convidado para a Corte da Macedônia onde, durante três anos, exerceu o cargo de tutor de Alexandre, mais tarde "o Grande".

Em 355 a.C. voltou a Atenas e fundou uma escola próxima ao templo de Apolo Lício, de onde recebeu seu nome: Liceu. O caminho coberto ("peripatos") por onde costumava caminhar enquanto ensinava deu à escola um outro nome: Peripatética. A escola se tornaria a rival e ao mesmo tempo a verdadeira herdeira da Academia platônica.

Com a morte de Alexandre, em 323 a.C., o imenso império por ele erguido esfacelou-se. Em Atenas eclodiu um movimento que visava a restaurar a independência da cidade-Estado. Malvisto pelos atenienses por sua origem macedônica, foi acusado de "ateísmo" ou "impiedade". Para não ter o mesmo fim de Sócrates, condenado ao suicídio, exilou-se voluntariamente em Cálcida, na ilha da Eubéia, onde morreu um ano depois.

Aristóteles é considerado um dos mais fecundos pensadores de todos os tempos. Suas investigações filosóficas deram origem a diversas áreas do conhecimento. Entre outras, podem-se citar a biologia, a zoologia, a física, a história natural, a poética, a psicologia, sem falar em disciplinas propriamente filosóficas como a ética, a teoria política, a estética e a metafísica.

Cada uma dessas áreas é discutida minuciosamente pelo filósofo. Suas investigações, muitas vezes de caráter exploratório, não chegavam a conclusões definitivas. De modo geral, Aristóteles fazia uma lista das hipóteses já enunciadas sobre determinado assunto e demonstrava sua inconsistência para, a seguir, buscar respostas que preservassem o melhor das hipóteses analisadas.

As obras de Aristóteles que sobreviveram ao tempo foram obtidas a partir de anotações do próprio autor para suas aulas, de textos didáticos, de anotações dos discípulos, ou ainda de uma mistura de várias fontes. De suas obras destacam-se "Organon", dedicada à lógica formal; "Ética a Nicômaco" (cujo título indica o tema; Nicômaco era também o nome de seu filho); "Poética" e "Política".

Fonte: Portal UOL Educação

Fanny Brennan - Eclipse

Fanny Brennan - Cutting Clouds

Fanny Brennan - Christmas Tree

O Absolutismo Monárquico – Resumo (Parte 06/06)


A política econômica do Absolutismo: o Mercantilismo

A política econômica adotada pelos governos absolutistas denominou-se mercantilismo, e seu objetivo era tornar o Estado mais rico e poderoso. Essa política atingiu seu apogeu no Século XVII, mas algumas de suas características são encontradas ainda no final do século XVIII. Caracterizava-se por:
• controle estatal da economia;
• acumulação de metais preciosos;
• maior exportação e menor importação, para manter uma balança comercial favorável;
protecionismo: ou seja, adoção de uma política que consistia no lançamento de altas tarifas alfandegárias sobre os produtos importados, na tentativa de reduzir as importações, aumentar as exportações e incentivar a produção nacional;
colonialismo: um Estado tanto mais rico seria quanto maior número de colônias possuísse, pois estas abasteceriam a metrópole com os seus produtos e se constituiriam em mercados consumidores dos produtos metropolitanos.