"Nada se espalha com maior rapidez do que um boato" (Virgílio)

A cura - 98 min


Erik (Brad Renfro) é um garoto solitário que atravessa todas as barreiras que o preconceito ergueu e se torna amigo do seu vizinho, Dexter (Joseph Mazzello), um garoto de 11 anos que tem AIDS. Erik se torna muito ligado a Linda (Annabella Sciorra), a mãe de Dexter, e na verdade fica mais próximo dela que da sua própria mãe, Gail (Diana Scarwid), que é negligente com ele e quase nunca lhe dá atenção. Quando os dois garotos leem que um médico de Nova Orleans descobriu a cura da AIDS, os meninos tentam chegar a este médico para conseguir a cura.

Faroeste caboclo - [2013] - 100 min


João (Fabrício Boliveira) deixa Santo Cristo em busca de uma vida melhor em Brasília. Ele quer deixar o passado repleto de tragédias para trás. Lá, conta com o apoio do primo e traficante Pablo (César Troncoso), com quem passa a trabalhar. Já conhecido como João de Santo Cristo, o jovem se envolve com o tráfico de drogas, ao mesmo tempo em que mantém um emprego como carpinteiro. Em meio a tudo isso, conhece a bela e inquieta Maria Lúcia (Ísis Valverde), filha de um senador (Marcos Paulo), por quem se apaixona loucamente. Os dois começam uma relação marcada pela paixão e pelo romance, mas logo se verá em meio a uma guerra com o playboy e traficante Jeremias (Felipe Abib), que coloca tudo a perder.

São João Bosco - [2004] - 146 min


O filme narra a trajetória de João Bosco, desde sua infância na Itália até ele fundar a congregação Salesiana. Bosco ficou conhecido como Pai da Juventude, devido seu grande amor aos jovens. Uma estória emocionante!

Hipocampos


Sempre presentes no séquito de Poseidon, os hipocampos eram animais marinhos, metade cavalo e metade peixe. Puxavam a carruagem do deus Poseidon e também serviam de montaria às belas ninfas nereidas.


Fonte: Superinteressante

Sereias


Hoje, a palavra sereia indica uma bela mulher com rabo de peixe – mas, na Grécia mitológica, as sereias eram monstros com corpo de pássaro e rosto humano. Apesar da aparência grotesca, tinham vozes hipnóticas: seus cantos atraíam os marinheiros, fazendo com que os navios naufragassem contra os rochedos da ilha de Capri. Odisseu foi o único que ouviu seu canto e viveu para contar a história. Ao navegar por Capri, ele ordenou que seus companheiros o amarrassem ao mastro do navio – e mandou que todos os outros marujos tapassem os ouvidos com cera.


Fonte: Superinteressante

Équidna


Conhecida como a Mãe dos Monstros, Équidna tinha metade do corpo em forma de serpente e a outra metade na forma de mulher. Alguns mitos dizem que ela era filha dos titãs Fórcis e Ceto; outros, que foi gerada por Tártaro e Gaia. Uma coisa é certa: Équidna e Tifão fizeram sexo, e da pavorosa união nasceu uma legião de monstros. Entre os filhos do casal tétrico, estão Cérbero, o cão de três cabeças que guardava as portas do inferno; a Hidra de Lerna, com corpo de cachorro e dezenas de cabeças de serpente; a esfinge que assolou Tebas; e a Quimera.


Fonte: Superinteressante

Tifão


O filho de Gaia e Tártaro foi o mais horrendo monstro da mitologia. Tinha cem cabeças de serpente, com línguas sibilantes, e era tão alto que roçava as estrelas. Com seus imensos braços, tocava ao mesmo tempo o Ocidente e o Oriente. O monstro quase destruiu os deuses olímpicos: chegou a arrancar os músculos e tendões de Zeus e os guardou numa caverna. Hermes e Pã conseguiram resgatar os pedaços do deus supremo e reconstruíram seu corpo. Finalmente, Zeus soterrou Tifão sob uma montanha.

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Górgonas


Medusa nem sempre foi um monstro: no início, ela era uma mulher de rara beleza, assim como suas irmãs, Esteno e Euríale. Certa vez, as três ousaram dizer que eram mais bonitas que as deusas. Como punição, dentes de javali rasgaram suas gengivas, e suas longas madeixas se transformaram em víboras venenosas. A partir de então quem as olhasse viraria pedra.


Fonte: Superinteressante

Alexei Butirskiy - Antecipação


Alexei Butirskiy - Orgulho


Alexei Butirskiy - Após a tempestade


Noite de Adão - Alexei Butirskiy


As exigências fundamentais da verdade


Se examinarmos as diferentes concepções da verdade, notaremos que algumas exigências fundamentais são conservadas em todas elas e constituem o campo da busca do verdadeiro:
1. compreender as causas da diferença entre o parecer e o ser das coisas ou dos erros;
2. compreender as causas da existência e das formas de existência dos seres;
3. compreender os princípios necessários e universais do conhecimento racional;  

As concepções da verdade e a História


As várias concepções da verdade que foram expostas estão articuladas com mudanças históricas, tanto no sentido de mudanças na estrutura e organização das sociedades, como quanto no sentido de mudanças no interior da própria Filosofia.
Assim, por exemplo, nas sociedades antigas, baseadas no trabalho escravo, a ideia da verdade como utilidade e eficácia prática não poderia aparecer, pois a verdade é considerada a forma superior do espírito humano, portanto, desligada do trabalho e das técnicas, e tomada como um valor autônomo do conhecimento enquanto pura contemplação da realidade, isto é, como theoria.  

A concepção pragmática da verdade


Os filósofos empiristas tendem a considerar que os critérios anteriores são puramente teóricos e que, para decidir sobre a verdade de um fato ou de uma ideia, eles não são suficientes e podem gerar ceticismo, isto é, como há variados critérios e como há mudanças históricas no conceito da verdade, acaba-se julgando que a verdade não existe ou é inalcançável pelos seres humanos.  

Uma terceira concepção da verdade


Quando falamos sobre Filosofia contemporânea, fizemos referência a um tipo de filosofia conhecida como filosofia analítica.
A filosofia analítica dedicou-se prioritariamente aos estudos da linguagem e da lógica e por isso situou a verdade como um fato ou um acontecimento lingüístico e lógico, isto é, como um fato da linguagem. A teoria da verdade, nessa filosofia, passou por duas grandes etapas.
Na primeira, os filósofos consideravam que a linguagem produz enunciados sobre as coisas – há os enunciados do senso-comum ou da vida cotidiana e os enunciados lógicos formulados pelas ciências. A pretensão da linguagem, nos dois casos, seria a de produzir enunciados em conformidade com a própria realidade, de modo que a verdade seria tal conformidade ou correspondência entre os enunciados e os fatos e coisas.  

Uma outra teoria da verdade



Quando estudamos a razão, vimos os problemas criados pelo inatismo e pelo empirismo. Vimos também a “revolução copernicana” de Kant, distinguindo as estruturas ou formas e categorias da razão e os conteúdos trazidos a ela pela experiência, isto é, a distinção entre os elementos a priori e a posteriori no conhecimento.
Com a revolução copernicana kantiana, uma distinção muito importante passou a ser feita na Filosofia: a distinção entre juízos analíticos e juízos sintéticos.

A verdade como evidência e correspondência


Se observarmos a concepção grega da verdade (aletheia), notaremos que nela as coisas ou o Ser é o verdadeiro ou a verdade. Isto é, o que existe e manifesta sua existência para nossa percepção e para nosso pensamento é verdade ou verdadeiro. Por esse motivo, os filósofos gregos perguntam: Como o erro, o falso e a mentira são possíveis? Em outras palavras, como podemos pensar naquilo que não é, não existe, não tem realidade, pois o erro, o falso e a mentira só podem referir-se ao não-Ser? O Ser é o manifesto, o visível para os olhos do corpo e do espírito, o evidente. Errar, falsear ou mentir, portanto, é não ver os seres tais como são, é não falar deles tais como são. Como é isso possível?

Diferentes teorias sobre a verdade


Existem diferentes concepções filosóficas sobre a natureza do conhecimento verdadeiro, dependendo de qual das três idéias originais da verdade predomine no pensamento de um ou de alguns filósofos.
Assim, quando predomina a aletheia, considera-se que a verdade está nas próprias coisas ou na própria realidade e o conhecimento verdadeiro é a percepção intelectual e racional dessa verdade. A marca do conhecimento verdadeiro é a evidência, isto é, a visão intelectual e racional da realidade tal como é em si mesma e alcançada pelas operações de nossa razão ou de nosso intelecto. Uma idéia é verdadeira quando corresponde à coisa que é seu conteúdo e que existe fora de nosso espírito ou de nosso pensamento. A teoria da evidência e da correspondência afirma que o critério da verdade é a adequação do nosso intelecto à coisa, ou da coisa ao nosso intelecto.

As concepções da verdade


Grego, latim e hebraico

Nossa ideia da verdade foi construída ao longo dos séculos, a partir de três concepções diferentes, vindas da língua grega, da latina e da hebraica.
Em grego, verdade se diz aletheia, significando: não-oculto, não-escondido, não-dissimulado. O verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do corpo e do espírito; a verdade é a manifestação daquilo que é ou existe tal como é. O verdadeiro se opõe ao falso, pseudos, que é o encoberto, o escondido, o dissimulado, o que parece ser e não é como parece. O verdadeiro é o evidente ou o plenamente visível para a razão.
Assim, a verdade é uma qualidade das próprias coisas e o verdadeiro está nas próprias coisas. Conhecer é ver e dizer a verdade que está na própria realidade e, portanto, a verdade depende de que a realidade se manifeste, enquanto a falsidade depende de que ela se esconda ou se dissimule em aparências.