"Nada se espalha com maior rapidez do que um boato" (Virgílio)

Os Hebreus (Parte 02/02)

As Civilizações da Palestina: Fenícios e Hebreus (Parte 01/02)


Nesta teleaula você verá algumas diferenças entre os povos que habitavam o Egito e a Mesopotâmia. A religião dos hebreus era diferente das religiões dos demais povos do Oriente Médio antigo: eles eram monoteístas e acreditavam que seu Deus se comunicava através de mensagens e revelações.

As Civilizações da Palestina: Fenícios e Hebreus (Parte 02/02)

Histórias de abrasar

Héstia, personificação grega do fogo sagrado
 
 
A cada 52 anos os astecas apagavam todos os seus fogos. Um nova chama era então acesa e mantida sobre o peito de um prisioneiro — ardente homenagem ao deus Xiuhtecuhtli. Mais ao sul, na América pré-colombiana, no que viria a ser o Peru, o deus Pachacamac também recebia dos incas sacrifícios humanos. Os cruéis Xiuhtecuhtli e Pachacamac tinham em comum algo existente em praticamente todo canto da Terra — eram divindades do fogo, temidos e venerados na proporção das colossais dificuldades enfrentadas pelo homem primitivo até apropriar-se do fogo.

Algo no ar está queimando

O que é o fogo? As tentativas de responder a essa pergunta ajudaram a modelar o próprio desenvolvimento da ciência. O fogo aparece na Grécia antiga como um dos quatro elementos de que o Universo seria formado. O filósofo Empédocles (490-430 a.C.) dizia que todas as substâncias eram formadas por terra, água, ar e fogo em diferentes combinações. Cada um desses elementos constituía um “princípio” geral e não se confundia com água, ar, terra e fogo propriamente ditos.

Jumper - 88 min


David Rice (Hayden Christensen) é um "jumper", alguém capaz de se teleportar para qualquer lugar do planeta que queira. Ele usa seus poderes para se divertir, até que um dia descobre que está sendo perseguido por uma organização secreta, que pretende matar todos os Jumpers. A partir de então David se une a outro jumper e passa a enfrentar uma guerra que já existe há milhares de anos.

Habemus Papa - 102 min

 
Após a morte do Papa, o Conclave se reúne para eleger seu sucessor. São necessários muitos votos até que a fumaça branca se eleve anunciando o Papa recém-eleito. Mas os fiéis na Praça de São Pedro esperam em vão pela aparição na varanda do novo pontífice soberano. Este não parece pronto para suportar o peso de tal responsabilidade. Angústia? Depressão? Medo de não se sentir à altura? O mundo inteiro fica ansioso, enquanto o Vaticano procura uma solução para superar a crise.

Eles não usam black-tie - 134 min


Em São Paulo, em 1980, o jovem operário Tião e sua namorada Maria decidem casar-se ao saber que a moça está grávida. Ao mesmo tempo, eclode um movimento grevista que divide a categoria metalúrgica. Preocupado com o casamento e temendo perder o emprego, Tião fura a greve, entrando em conflito com o pai, Otávio, um velho militante sindical que passou três anos na cadeia durante o regime militar.

Locke (Parte 03/03)


— Locke estabelece a diferença entre aquilo que chama de qualidades sensórias “primárias” e “secundárias”. E nesse ponto ele estende a mão aos filósofos que o precederam: por exemplo, a Descartes.
— Me explique isto!
— Por qualidades sensoriais primárias Locke entende a extensão, peso, forma, movimento e número das coisas. Com relação a essas propriedades, podemos estar certos de que nossos sentidos reproduzem as verdadeiras propriedades das coisas. Mas nós também percebemos outras características das coisas. Dizemos que uma coisa é doce ou azeda, verde ou vermelha, quente ou fria. Locke chama isto de qualidades sensoriais secundárias. Tais impressões sensoriais, como as cores, o cheiro, o gosto ou os sons, por exemplo, não reproduzem as características verdadeiras, presentes na coisa em si. Elas reproduzem apenas o efeito que essas características exteriores exercem sobre os nossos sentidos.

Locke (Parte 02/03)


— O primeiro foi o inglês John Locke, que viveu entre 1632 e 1704. Seu livro mais importante chama-se Um ensaio sobre o entendimento humano, de 1690. Nele, Locke tenta explicar duas questões. Em primeiro lugar, ele pergunta de onde os homens tiram os seus pensamentos e as suas noções. Em segundo, pergunta se podemos confiar no que nossos sentidos nos dizem.
— Um projeto e tanto…
— Vamos tomar um problema de cada vez. Locke está convencido de que todos os nossos pensamentos e todas as nossas noções nada mais são do que um reflexo daquilo que um dia já sentimos ou percebemos através de nossos sentidos. Antes de sentirmos qualquer coisa, nossa mente é como uma tábula rasa, uma “lousa vazia”.

Locke (Parte 01/03)


Alberto acomodou-se no sofá e disse:
— Da última vez em que estivemos sentados nesta sala, eu falei sobre Descartes e Spinoza. Chegamos a concordar que os dois têm um importante ponto em comum: ambos são racionalistas convictos.
— E um racionalista é alguém que acredita na importância da razão.
— Sim, o racionalista acredita na razão como fonte de conhecimento. E muitas vezes acredita também em certas idéias inatas ao homem, isto é, em idéias que já existem no homem independentemente de toda e qualquer experiência. E quanto mais clara for esta idéia, tanto mais certo é o fato de ela corresponder a um dado da realidade. Você ainda se lembra de que Descartes tinha uma clara e nítida noção do que fosse um “ser perfeito”. A partir dela ele chegou à conclusão de que Deus realmente existe.

Nilo Peçanha


Nilo Procópio Peçanha nasceu em Campos (RJ), em 1867.
Bacharel pela Faculdade de Direito de Recife em 1887, foi um dos fundadores, no ano seguinte, do Partido Republicano Fluminense (PRF), em Campos. Deputado à Assembléia Nacional Constituinte em 1890 e deputado federal pelo PRF de 1891 a 1903, elegeu-se senador nesse último ano. Ainda em 1903, renunciou ao mandato para assumir a presidência do estado do Rio de Janeiro para o período de 1903 a 1906.
Em 1906 assumiu o cargo de vice-presidente da República e a presidência da República, em 1909, em decorrência da morte do presidente Afonso Pena. Elegeu-se senador pelo Rio de Janeiro para a legislatura 1912-1914 e novamente presidente estadual para o período 1914-1917. Foi ainda ministro das Relações Exteriores em 1917, senador pelo Rio de Janeiro de 1918 a 1920 e candidato à presidência da República na legenda da Reação República, em 1921, perdendo as eleições para Artur Bernardes.
Morreu no Rio de Janeiro, em 1924.

Fonte: Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro pós 1930. 2ª ed. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2001

Afrânio de Melo Franco


Afrânio de Melo Franco nasceu em Paracatu (MG) em 1870, filho de uma família de grande tradição na política mineira.
Ainda estudante na Faculdade de Direito de São Paulo, aderiu à causa republicana. Bacharel em 1891, nos anos seguintes exerceu importantes cargos no Poder Judiciário de Minas Gerais até ser nomeado, em 1896, secretário da legação brasileira em Montevidéu. Em 1897 foi designado para cumprir funções diplomáticas na Bélgica e em 1898 voltou ao Brasil.
Iniciou sua carreira política em 1902, elegendo-se deputado estadual na legenda do Partido Republicano Mineiro (PRM). Em 1906 chegou à Câmara dos Deputados e aí permaneceu até setembro de 1918, quando foi nomeado secretário de Finanças de Minas Gerais. De novembro desse ano até julho de 1919, no curto período em que Delfim Moreira exerceu a presidência da República, foi ministro da Viação. Em vista dos sérios problemas de saúde enfrentados pelo presidente, desempenhou papel central no governo, sendo chamado na época de "primeiro-ministro".

É FOGO (Parte 04/04)


Um dos segredos da boa combustão é ter uma mistura bem-feita de oxigênio com combustível. E, quanto menor o tamanho das unidades do combustível, maior será sua superfície de contato com o ar e mais rápida a queima. Assim, se uma bolinha de madeira leva 1 segundo para queimar, uma bolinha dez vezes menor vai levar apenas 1 centésimo de segundo para completar a reação. Um pedaço de madeira queima muito mais lentamente que a mesma quantidade de serragem e é por isso que ocorrem explosões em serrarias quando há muito pó no ar. O mesmo pode acontecer com pó de carvão em minas.

É FOGO (Parte 03/04)


O fogo é um fenômeno que interessa a físicos, químicos, matemáticos e até a economistas. Além das reações químicas previstas — sem falar das imprevistas —, acontecem também numa chama processos físicos como transporte de massa e energia, a difusão de calor e a emissão de radiação. Um dado importante que permite descobrir mais sobre uma chama é justamente a emissão de radiação luminosa. A cor da chama — uma combinação de temperatura com o tipo de elemento queimado — proporciona uma maneira de sondar o que está acontecendo na aparente confusão das labaredas. 

É FOGO (Parte 02/04)

Eficiência na combustão também quer dizer menos subprodutos poluentes — ou seja, queimar direito é uma questão de saúde pública. Outra linha de pesquisa importante diz respeito ao combate e, se possível, à prevenção de incêndios. Já se sabe que é vital o tamanho das gotas de água em um sistema automático anti-fogo. Gotas pequenas demais podem não chegar ao combustível, pois as labaredas e as correntes de ar que elas criam tendem a vaporizá-las e afastá-las. Mas, combinando essas gotículas com outras maiores que cheguem à base do fogo, tem-se uma boa solução para incêndios em salas fechadas. As gotas maiores atacam as chamas e as menores ajudam a esfriar o ambiente.

É FOGO (Parte 01/04)

Meio milhão de anos de uso ainda não nos ensinaram todos os segredos das chamas. Hoje os cientistas recorrem ao laser para que as fogueiras da civilização industrial custem menos e façam menos poluição. Pesquisam-se também novas técnicas contra incêndios.
O primeiro homem pré-histórico a entrar numa caverna com uma tocha nas mãos deu um dos mais importantes passos da humanidade. Provavelmente, era um Homo erectus, o ancestral imediato do homem moderno, o Homo sapiens. A tocha nas mãos do senhor erectus, presume-se, veio de um raio que queimou uma árvore. Foi uma glória: a chama iluminou e aqueceu o ambiente, afugentou os animais ferozes, deu origem ao costume do churrasco. Meio milhão de anos depois, o fogo movimentaria os reatores do foguete Saturno V que levou o homem à Lua, em 1969. Mas, por maiores que tenham sido as proezas tecnológicas desde a antiquíssima primeira tocha até a presente era espacial, um paradoxo permanece: o homem ainda não conhece o fogo o suficiente para usá-lo como deveria.

Uma viagem insólita - 120 min


Tuck Pendleton (Dennis Quaid), um piloto de teste da Marinha, se ofereceu para uma experiência médica altamente perigosa: um submarino com Tuck no comando foi encolhido até o tamanho molecular, para ser inserido no corpo de um coelho vivo. Se bem sucedido, o teste poderá resultar em inovações radicais em técnicas cirúrgicas. Entretanto, alguns ladrões tentam roubar Tuck e o submarino enquanto ambos estavam miniaturizados e, por acidente, Tuck e o submarino acabam sendo injetados no corpo de Jack Putter (Martin Short), um amável balconista hipocondríaco. Assim, Jack tem de lidar com coisas que nunca mexeu na vida para tentar salvar Tuck.

A tese do coelho

Num dia lindo e ensolarado o coelho saiu de sua toca, com o "notebook" e pôs-se a trabalhar, bem concentrado. Pouco depois passou por ali uma raposa, e viu aquele suculento coelhinho tão distraído, que chegou a salivar. No entanto, ela ficou intrigada com a atividade do coelho e aproximou-se, curiosa:
-Coelhinho, o que você está fazendo aí, tão concentrado?
-Estou redigindo a minha tese de doutorado, disse o coelho, sem tirar os olhos do trabalho. 

Maior vendedor do mundo (O) - Og Mandino



O negociante Hafid tornou-se o "Maior Vendedor do Mundo" seguindo os princípios escritos em velhos pergaminhos. Descubra, no decorrer da leitura, o que aconteceu com Hafid depois de seu longo retiro para começar uma nova carreira.