"Não olhe para o mundo com medo e descontentamento. Enfrente bravamente qualquer coisa que a Vida oferecer." (autor desconhecido)

Renascimento - Resumo (Parte 04/05)

O juízo final, obra renascentista de Michelangelo

A expansão do Renascimento

Da Itália o Renascimento atingiu outras nações européias.

Países Baixos
Nos Países Baixos destacaram-se na pintura Jan Van Eyck, com a obra O casal Arnolfini, cujo tema era o universo de negócios da burguesia, e Rembrandt, com Lição de anatomia.
No campo da literatura e da filosofia, pode-se citar Erasmo de Rotterdã, autor do Elogio da loucura, uma crítica aos excessos da sociedade, às superstições, aos fanatismos e aos abusos do clero.

Alemanha
Destacou-se Albrecht Durer, grande pintor que procurou imprimir uma representação fiel da realidade. Sua obra mais importante é Adoração dos magos. Outro pintor de destaque, Hans Holbein, retratou personalidades importantes da época, como Erasmo de Rotterdã.

França
Na literatura francesa, destacam-se os escritores Rabelais, com sua obra Gargântua, e Montaigne, com seu livro Ensaios.
Na arquitetura, destacaram-se Pierre Lacost, o reconstrutor do Louvre, antigo castelo real, e Philibert Delorne, que dirigiu a construção do Palácio de Fontainebleau.

Inglaterra
Na Inglaterra, foi a dinastia dos Tudor que incentivou o Renascimento, porém não houve artistas nacionais de peso. O destaque ficou por conta de William Shakespeare, o notável dramaturgo que imortalizou Romeu e Julieta, Hamlet, Otelo e Ricardo III.

Península Ibérica
Na península Ibérica, o Renascimento coincidiu com a expansão comercial e ultramarina. Na Espanha temos Miguel de Cervantes Saavedra, o autor de Dom Quixote de la Mancha, Francisco Quevedo, que escreveu Política de Deus, os pintores Velásquez, autor da obra As meninas, e El Greco, autor de O enterro do Conde de Orgaz, e o escultor Bartolomé Ordóliez, que esculpiu Cenas da vida de Santa Eulália, na Catedral de Barcelona. Em Portugal, o conteúdo renascentista foi seguido por Luis Vaz de Camões, que escreveu o poema da epopéia portuguesa, Os lusíadas, e pelo dramaturgo Gil Vicente, o criador do teatro português; destacando-se entre suas obras o Auto da barca do Inferno.

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